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A Arte - Col. Filosofias - o Prazer do Pensar - Vol. 14 (Cód: 3736109)

Duarte, Rodrigo

Wmf Martins Fontes

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Descrição

Neste volume, Rodrigo Duarte parte do ambiente em que vivemos para refletir sobre a vivência da arte. Busca, então, elementos de reflexão no pensamento de autores como Platão, Aristóteles, Santo Agostinho, Santo Tomás, Kant, Hegel, Adorno e Arthur Danto, entre outros.

Características

Peso 0.10 Kg
Produto sob encomenda Não
Editora Wmf Martins Fontes
I.S.B.N. 9788578274856
Altura 15.00 cm
Largura 11.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 70
Idioma Português
Acabamento Brochura
VOLUME 14
Cód. Barras 9788578274856
AutorDuarte, Rodrigo

Leia um trecho

O ambiente no qual vivemos habitualmente nos é tão familiar que algumas de suas características mais marcantes – que não passariam despercebidas a um visitante – são às vezes como que invisíveis para nós. Um exemplo bem geral disso é a grande quantidade de formas, cores, sons e textos que compõe nosso hábitat – principalmente urbano (que tende a concentrar a maior parte da espécie humana): estamos tão acostumados com ele que, normalmente, não pensamos em todos os pressupostos que se escondem por trás de nossa percepção distraída desses estímulos, encontrados principalmente nas cidades (edifícios, outdoors com imagens e textos, letreiros luminosos, telões veiculando notícias, propaganda nos ônibus etc.). Isso ocorre não apenas nos espaços públicos: também na intimidade de nossos lares recebemos continuamente estímulos sensoriais pela tevê, pelo rádio, pela internet e por matéria impressa (jornais, revistas e folders de publicidade, por exemplo). Se pararmos para pensar melhor nessa situação de hábito que praticamente nos cega para coisas que, na verdade, são tão chamativas, veremos que surgem muitas perguntas, tais como: há uma diferença fundamental entre essas formas, cores e sons criados pela humanidade e aqueles que encontramos na Natureza? Supondo que há essa diferença, podemos ainda perguntar: empregamos a mesma faculdade para assimilar ambos os tipos de estímulos? A percepção que temos deles se esgota em si mesma ou – embora de forma pouco consciente – vem sempre conjugada com uma aptidão mais racional discursiva) do que perceptiva (intuitiva)? Se considerarmos apenas os estímulos sensoriais dados por objetos criados pelos homens, é certo dizer que todos eles se encontram em pé de igualdade? Em outros termos: é correto dizer que existe uma categoria de objetos essencialmente sensoriais que seja totalmente particular e que tenha peculiaridades de várias ordens (na sua produção, no tipo de veiculação, no modo de sua recepção por nossa parte, na natureza de suas mensagens etc.)?