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A Arte Natural da Sedução - Como Abordar As Mulheres e Se Tornar Um Mestre da Conquista (Cód: 3824780)

Ruina,Richard La

Sextante / Gmt

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A Arte Natural da Sedução - Como Abordar As Mulheres e Se Tornar Um Mestre da Conquista

R$26,90

Descrição

Não importa se você quer encontrar a mulher dos seus sonhos ou apenas passar bons momentos com uma garota. Neste livro, um dos maiores especialistas na arte da sedução dá todas as dicas para você se sair bem na hora da aproximação e da conquista. Utilizando situações do dia a dia, Richard La Ruina aponta os erros mais comuns do homem no momento da abordagem e demonstra que muitas vezes uma linguagem corporal segura, um contato visual consistente e uma conversa interessante podem deixar a mulher mais à vontade e aumentar suas chances de sucesso. Por incrível que pareça, se dar bem com o sexo oposto não tem nada a ver com beleza ou dinheiro. O diferencial está na atitude segura e no domínio das habilidades sociais, que podem ser alcançados por meio da prática. Em 'A arte natural da sedução' você vai aprender: • Uma forma simples e eficaz de se aproximar de uma garota, fazendo com que ela se sinta à vontade, confiante e conectada a você. • Como mudar sua maneira de pensar, sentir e se comportar para que as mulheres se sintam atraídas por você e desejem conhecê-lo. • O segredo para se manter sempre no controle ao abordar uma mulher, de modo a não correr o risco de ser rejeitado. • A ter um papo agradável, mesmo que seja tímido e sempre tenha ficado sem saber o que falar diante das garotas. • Métodos infalíveis para que encontros casuais se desdobrem em trocas de telefone, novas saídas e até mesmo relacionamentos mais sérios.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575427521
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788575427521
Profundidade 1.00 cm
Tradutor Simone Reisner
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 160
Seller ID 1
Peso 0.20 Kg
Largura 14.00 cm
AutorRuina,Richard La

Leia um trecho

Por pior que seja sua relação com as mulheres, eu garanto que minha situação era ainda mais grave. Nasci em 7 de julho de 1980 em uma das áreas mais pobres e perigosas de Londres, onde minha mãe, solteira, me educou da melhor forma possível. Meu pai, que, segundo me disseram, é um ator em algum lugar da Itália, nos abandonou antes mesmo de eu chegar ao mundo. Cresci e me tornei um sujeito medroso e tímido. Inseguro por natureza, sempre fui um fracasso quando precisava interagir com as pessoas. Sei que é difícil acreditar, mas até os 21 anos eu nunca havia saído com uma garota, muito menos beijado. Naquela época, se você procurasse a palavra “bobo” no dicionário, provavelmente encontraria a seguinte definição: “Richard La Ruina”. Triste, porém verdadeiro. Medroso e inseguro, eu chegava ao ponto de não conseguir atender o telefone ou ligar para pedir uma pizza. Eu vivia fechado para o mundo. Se não estava sendo ridicularizado pelos colegas da escola, você me encontraria jogando videogame no nosso minúsculo apartamento ou na casa da minha avó. Em resumo: minha vida era uma droga. Nas festas de aniversário, eu sempre ouvia as mesmas perguntas: “Qual é seu problema?”, “Está tudo bem?”. Eu tinha medo de conhecer pessoas novas. Era nervoso, tímido e sem traquejo social. Por isso, vivia perturbando os outros, dizendo as coisas erradas nas horas erradas. Um caso perdido. Com a autoestima lá embaixo e sem a presença da figura paterna, eu era hostilizado pelos meus colegas, que me chamavam de “cabeção” e “sardento” (até hoje tenho as marcas de nascença no rosto). Tenho certeza de que durante muito tempo sofri de depressão. Com poucos amigos, eu andava apenas com meu primo Alistair, que era cinco anos mais novo do que eu, porém mais maduro. Nas poucas oportunidades em que era convidado para uma festa, eu dava alguma desculpa para não comparecer. “Estou doente” ou “Tenho muitos deveres de casa” eram minhas respostas- -padrão. Mas no fundo eu morria de vontade de ser um cara popular. E, quanto mais velho eu ficava, mais desesperado me tornava. Ia dormir todas as noites preocupado, imaginando se algum dia teria uma namorada. Vou dar um exemplo de um dos meus fracassos amorosos na adolescência. Aos 16 anos, por algum motivo (ou talvez por alucinação), percebi que havia uma menina na minha sala que parecia gostar de mim. Passei quase o ano inteiro sonhando com ela, tentando criar coragem para falar alguma coisa, mas não conseguia. Depois de meses, deixei um bilhete na sua bicicleta, dizendo que eu gostava dela e a convidando para sair. É óbvio que aquilo não funcionou e ela passou o resto do ano me evitando. Depois de sair da escola virgem – o que incluía nunca ter segurado a mão de uma garota e muito menos ter beijado ou saído com uma –, entrei em uma faculdade fraca, pois foi a única que me aceitou. Isso porque minhas notas eram tão ruins quanto minhas habilidades sociais, pois eu matava aula com medo das provocações dos colegas. Ainda assim, decidi que seria professor. Do ensino fundamental, para ser mais preciso. Pelo menos, eu imaginava, as crianças não iriam implicar comigo, sem falar que as matérias deveriam ser fáceis. No entanto, eu queria fazer faculdade para me socializar e arranjar uma namorada. Mas minhas tentativas foram desastrosas.