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A Bíblia - A História de Deus e Todos Nós (Cód: 5363772)

Roma Downey; Burnett, Mark

Sextante / Gmt

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Descrição

Um capuz manchado de sangue cobre a cabeça de Jesus, que está prostrado no cárcere dentro da residência de Pilatos. O governador romano entra na cela. Um guarda retira o capuz de Jesus.

– E então, você é o Rei dos Judeus?

– É isso que o senhor pensa ou está apenas repetindo o que outros lhe disseram a meu respeito?
Pilatos recua um passo e desvia o olhar por alguns instantes.

– O seu próprio povo diz isso – responde o governante, recuperando a compostura.
– Então, diga-me: você é um rei?

– Meu reino não pertence a este mundo.

As histórias da Bíblia são incríveis relatos de fé, coragem, paixões, guerras, traições e poder. Por trás da mensagem espiritual contida em suas páginas, há uma aventura épica empolgante, repleta de guerreiros, rebeldes, profetas e reis, todos chamados por Deus para revelar Seu amor pela humanidade.
Inspirado na minissérie A Bíblia, este livro narra alguns dos mais importantes episódios das Escrituras, desde a criação do homem até a passagem de Jesus pela Terra, cuja vida, morte e ressurreição trouxeram a salvação para todos nós.
Com uma narrativa envolvente e um texto ágil, Roma Downey e Mark Burnett dão vida a grandes personagens, como Moisés, Davi, Samuel e Sansão, e descrevem trechos fundamentais do livro sagrado, como o dilúvio que dizimou os primeiros habitantes do planeta, a promessa de Deus a Abraão, as dez pragas do Egito, a traição de Judas e a luta dos apóstolos para manter viva a mensagem do Messias.
Eletrizante como um suspense, comovente como o mais belo romance de todos os tempos, este livro vai conquistar até mesmo aqueles que nunca imaginaram se empolgar com as histórias da Bíblia.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
I.S.B.N. 9788575429709
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 336
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788575429709
Número da edição 1
Ano da edição 2013
AutorRoma Downey; Burnett, Mark

Leia um trecho

Parte Um

Um Homem Chamado
Abraão
Milhares de anos atrás, na cidade de Ur, onde hoje em dia fica o Iraque, passa-se a história de um homem chamado Abrão. Ele é descendente direto de Noé, oito gerações depois, através da linhagem de Sem. Abrão é um vigoroso senhor de 75 anos, espadaúdo e com uma longa barba grisalha. Sua esposa Sarai é famosa por sua grande beleza, embora tenha mais ou menos a mesma idade de Abrão. A única tristeza de Abrão é o fato de Sarai ser incapaz de gerar filhos, mas ele jamais deixa essa frustração transparecer. O sorriso nunca abandona seu rosto, e ele sempre traz as palavras “Que a paz esteja consigo” nos lábios.
Abrão entra no grande templo de Ur e é recebido calorosamente por seus amigos. Ur é uma cidade de muitos deuses, e as paredes do templo estão cobertas de símbolos: uma coruja, uma lua crescente, uma cobra e o sorriso sereno de uma deusa. Ao redor de Abrão, adoradores rodopiam, consumidos pelo ritmo de uma procissão que entra pelas grandiosas portas. Uma estátua de madeira pintada com cores vivas é trazida sobre uma liteira e largada em um altar baixo, no qual um bode está amarrado. A multidão canta cada vez mais alto enquanto um sacerdote saca uma faca sacrificial. O barulho é ensurdecedor – berros, cânticos, aplausos clamorosos. O sacerdote segura a parte de trás da cabeça do bode e a puxa para cima, de modo a expor o pescoço do animal.
Normalmente, Abrão estaria concentrado no ritual, mas desta vez ouve uma voz que nunca tinha ouvido antes. Ela fala somente a Abrão, ninguém mais no templo consegue ouvi-la.
– Abrão. – É a voz de Deus. – Deixe seu país, seu povo e a casa de seu pai e vá para a terra que lhe mostrarei.
Abrão ergue os olhos para o céu, boquiaberto de espanto enquanto a voz inconfundível de Deus faz promessas espetaculares em troca daquela enorme exigência.
O sacerdote, que já havia cortado a garganta do bode, afunda a lâmina na barriga macia do animal para revelar seu fígado. Abrão não vê nada disso. – Farei de você uma grande nação e o abençoarei. Seu nome será conhecido por todos. Abençoarei aqueles que o abençoarem e amaldiçoarei todos os que o amaldiçoarem. E todos os povos da Terra serão abençoados através de você.
Um homem de menor envergadura teria ficado desconfiado. Ou talvez sentisse medo. Mas Abrão dá ouvidos ao chamado de Deus, motivo pelo qual Ele o escolheu para a tarefa que tem em mente, assim como havia escolhido Noé. Abrão fica parado no templo em polvorosa, onde o sacerdote ergue no ar o fígado do bode. Não há uma única gota de dúvida em suas veias.
– Sim – sussurra Abrão para Deus, sua voz transbordando de entusiasmo.
– Sim. Uma coisa é Deus instruir um homem a deixar para trás sua pátria, seus amigos e a linhagem que compõe sua família por gerações a fio; outra completamente diferente é um homem dar esta notícia para sua mulher. Abrão volta correndo para casa, ansioso por contar o ocorrido a Sarai. Quando chega ao seu quintal, vê seu adorado sobrinho Ló.
Abrão espalma a mão em seu ombro em um gesto amigável e se encaminha a passos rápidos para a porta de entrada.
A mulher de Ló também está por ali, varrendo o quintal, quando Abrão passa depressa por ela.
Ela e o marido trocam olhares intrigados: percebem na mesma hora que há algo diferente em Abrão. Algo muito diferente. Os dois encolhem os ombros.
Ao entrar em casa, Abrão chama a esposa:
– Sarai. – Então, grita: – Sarai!
Ele encontra sua mulher nos fundos, ajoelhada diante de uma estatueta de argila.
– Uma estatueta de fertilidade? – A voz de Abrão soa tenra e reconfortante. – Precisamos mesmo delas? De que nos serviram? Elas nos trouxeram filhos, por acaso?
Sarai chora, pensando ouvir decepção na voz do marido.
– Abrão, fracassei como sua esposa. É por minha culpa que não fomos abençoados.
Abrão se lembra da boa notícia que tem para contar e toma sua mulher nos braços.
– Sarai, nós fomos abençoados. Hoje Deus falou comigo.
– Que Deus?
– O único.
Sarai recua, confusa. O mundo deles possui muitos deuses e ídolos diferentes, cada qual destinado a suprir uma necessidade específica. Depositar sua fé em um só deus é uma atitude extremamente arriscada.
– É verdade – assegura Abrão. – Ele me escolheu. Escolheu a nós.
– Para quê? Não entendo.
 – Ele quer que saiamos daqui.
– Sair daqui? Mas é aqui que está toda a nossa vida.
– Isso mesmo, Sarai. Vamos partir desta cidade rumo a uma nova terra.
E teremos filhos lá. Disso eu tenho certeza. Deus me prometeu.
Sarai quer acreditar em Abrão. Ela quer desesperadamente ter uma criança, e faria qualquer coisa para dar um filho homem para seu marido. Mas a ideia de abandonar seu lar e partir lhe parece quase insuportável. Ela olha firme para Abrão, dividida entre o amor que sente por ele e o medo do que pode acontecer se deixarem a segurança de Ur.
Abrão compreende. Ele é um homem compassivo que ama sua esposa mais do que a si mesmo. Mas sabe que deve fazer a vontade de Deus.
– Acredite em mim, Sarai. Acredite. Ele falou comigo. Ele me prometeu. E Deus sempre mantém Suas promessas. Precisamos ter fé e crer que Ele nos conduzirá a uma terra de maravilhas.
Sarai sempre acreditara que havia algo de extraordinário em seu marido. Ele não é homem de fazer afirmações delirantes. Embora ele esteja pedindo algo inimaginável, ela sabe que deve confiar nele.
Sarai aperta a mão de Abrão e sorri.
 – Conduza-nos até lá.