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A Cidadania Dos Refugiados No Brasil - 2ª Ed. 2014 (Cód: 7531242)

Sales do Nascimento,Luiz

Verbatim

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A Cidadania Dos Refugiados No Brasil - 2ª Ed. 2014

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Descrição

O livro apresenta uma completa abordagem jurídica sobre a situação dos refugiados no Brasil. Aborda as questões do Asilo, Refúgio e os Refugiados. Destaca a cidadania dos Refugiados e alguns direitos fundamentais dos Refugiados no plano interno do Estado.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Verbatim
Cód. Barras 9788583990000
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788583990000
Profundidade 0.50 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 2
Ano da edição 2014
Idioma Português
Número de Páginas 96
Peso 0.15 Kg
Largura 14.00 cm
AutorSales do Nascimento,Luiz

Leia um trecho

Em um mundo dividido em Estados Nacionais, com seus elementos de povo, território e poder soberano, o Direito Internacional Público privilegiou as relações e os litígios entre essas pessoas jurídicas de direito público. Os grandes eventos mundiais do século XX, como as duas Grandes Guerras e a Guerra Fria; que levaram Eric Hobsbawn a nomear certo período dentro dele como a Era dos Extremos; produziram tantos horrores sob a ótica dos direitos humanos, que se impôs uma reflexão acerca do tema. Uma reflexão que suscitou a ação dos Estados Liberais, os quais passaram a combater todas as formas de totalitarismo denunciando ditaduras como regimes contrários à liberdade, e, portanto, infensos à concretização de direitos humana. Agiram da mesma forma os Estados baseados na social democracia, que ora adotam a perspectiva chamada terceira via, isto é, uma política econômica conservadora com uma política social progressista. Aludidos Estados, liberais ou sociais - democratas, convivem com duas contradições, uma externa, e outra interna. É que ao mesmo tempo em que combatem alguns regimes não democráticos, para a sobrevivência ou fortalecimento do regime capitalista que lhes dá sustentação, acabam por reconhecer diplomaticamente e prestar auxílio militar e econômico a governos extremamente conservadores, repressores dos valores democráticos. Este posicionamento externo se reflete internamente, posto que as camadas mais educadas da população, e naturalmente mais críticas, são levadas a condenar seus próprios governos. Entretanto, não se pode olvidar que o regime capitalista é, na sua essência, um sistema provocador de desigualdades e injustiças tamanhas, que acaba também por ferir os direitos humanos. Assim, os Estados que saíram vencedores da Segunda Guerra Mundial, e também do período chamado Guerra Fria, possuem uma narrativa de defesa dos direitos humanos, mas encontram grandes dificuldades em justificar perante o auditório interno, a sua prática externa de sistemática violação desses mesmos direito.