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A Integração do Negro na Sociedade de Classes Vol. II (Cód: 6346321)

Fernandes, Florestan

Globo Editora (Edição Digital)

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A Integração do Negro na Sociedade de Classes Vol. II

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Descrição

A integração do negro na sociedade de classes (no limiar de uma nova era), de Florestan Fernandes, completa essa verdadeira opus magna de nossa sociologia. Se no volume I o autor punha em cheque de modo explícito 'o mito da democracia racial', além de promover um deslocamento conceitual e geográfico da questão racial no Brasil, introduzindo, de um lado, a abordagem marxista da sociedade de classes, e de outro, o caso paulista em lugar do nordestino (i. é, a nova situação industrial em detrimento da agrária), neste volume 2, mais propriamente sociológico e menos conceitual-histórico, Florestan Fernandes aborda diretamente o movimento ou movimentos negros - ou melhor, a emergência e as perspectivas de tais movimentos na sociedade e na política brasileiras.

Muito do que hoje é corriqueiro em nossa percepção social e política, a começar da própria questão racial, passando por conceitos como o de movimento social, começa a se difundir e firmar no Brasil a partir desse livro. Não por acaso, a primeira parte de seu capítulo 1 intitula-se precisamente 'Manifestação e objetivos dos movimentos sociais'. Ao mesmo tempo, este segundo volume retoma, enfoca e aprofunda alguns dos temas já tratados no primeiro, por exemplo, em 'Cor e estratificação socioeconômica', em que a divisão de classes da sociedade capitalista vê reforçada sua estratificação através da variável étnica - chegando-se ao detalhamento, por exemplo, das 'funções' (sic) do preconceito de cor ('funções', naturalmente, no sentido de seu uso pela dinâmica social de poder). O quadro se completa com a análise das reações possíveis ou desejáveis, como é o caso do capítulo 2, 'Impulsões igualitárias de integração social'. Tudo para culminar no capítulo-síntese, o de número 3: 'O problema do negro na sociedade de classes'. Cuja última parte não poderia ser mais objetiva: 'O dilema racial brasileiro'.

Primeiro, ao contrário do que pretendia o mito da 'democracia racial', afirma-se a existência de um dilema racial brasileiro. Segundo, constata-se, paradoxalmente, que ele é brasileiro só em parte. Pois, em parte, é genericamente capitalista, em função de ser capitalista, ou de classe, a organização socioeconômica do país. O diagnóstico e o prognóstico para tal dilema, portanto, passam tanto pela definição do que é particular ao caso brasileiro quanto pela descrição do que é geral à organização capitalista da sociedade. E o que se constata é uma espécie de 'pior de dois mundos', uma 'demora' (sic) também conhecida como tragédia brasileira: 'Não só os mecanismos de dominação racial tradicionais [do escravismo] ficaram intatos. Mas a reorganização [capitalista] da sociedade não afetou, de maneira significativa, os padrões preestabelecidos de concentração racial da renda, do prestígio social e do poder'. A libertação da escravidão pouco liberta. Pois a nova dinâmica ou mobilidade socioeconômica não abala, afinal, a velha exclusão de viés étnico. A largueza, a profundidade e a propriedade da abordagem de Florestan Fernandes tornam a obra essencial para uma possível compreensão da questão racial no Brasil, em que pese o que obras mais recentes lhe tenham acrescentado ou mesmo questionado, à luz de novas pesquisas ou novos desenvolvimentos, como é natural.

Características

Produto sob encomenda Sim
Marca Globo Editora (Edição Digital)
Cód. Barras 9788525056108
Acabamento ebook
Início da Venda 04/12/2013
Territorialidade Brasil
Formato Livro Digital Epub
Proteção Drm Sim
Idioma Português
Peso 0.00 Kg
AutorFernandes, Florestan