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A Nascente - Vol. I e II (Cód: 5819873)

Rand, Ayn

Arqueiro

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A Nascente - Vol. I e II

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Descrição

Box com 2 volumes. Howard Roark é um jovem determinado que largou uma prestigiosa faculdade de arquitetura pouco antes de se formar e se recusa a seguir os padrões de uma sociedade que rejeita seu modo independente de pensar e agir. Decidido a não empregar seu talento para perpetuar estilos ultrapassados, ele prefere aceitar trabalhos mal remunerados, que demandam apenas força braçal. Neste polêmico romance, a célebre escritora Ayn Rand narra a história da luta de Roark, um homem de integridade inabalável, que enfrenta obstáculos como o desemprego, a ruína financeira e a humilhação pública, porém nunca abre mão de seus valores. Apesar da pressão social, profissional e financeira para que se adapte aos modelos estabelecidos, Roark luta para combater três tipos de indivíduos: os tradicionalistas, que, presos ao passado, não conseguem ver as inovações propostas pelo jovem visionário; os conformistas, que, incapazes de atender à própria vontade, aceitam passivamente as regras e os valores definidos por outras pessoas; e os parasitas, que rejeitam o herói autoconfiante, que vive para si próprio e não se deixa explorar
por ninguém. Disposto a aceitar as responsabilidades e as consequências do pensamento independente, Roark observa os fatos e os julga sem levar em conta a opinião pública, pois não precisa da aprovação social. Ele é um individualista, confia nos próprios pensamentos para chegar a suas conclusões – e, justamente por isso, é um homem livre. Uma das obras-primas de Ayn Rand, A Nascente trata do conflito entre os criadores e todos aqueles que vivem às suas custas, apenas repetindo, imitando e absorvendo tudo o que eles fazem.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
Cód. Barras 9788580412178
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788580412178
Profundidade 4.50 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Andrea Holcberg e David Holcberg
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 800
Peso 1.09 Kg
Largura 16.00 cm
AutorRand, Ayn

Leia um trecho

Muitas pessoas me perguntam como me sinto com o fato de A Nascente vir sendo publicado há 25 anos. Não posso dizer que eu sinta algo em particular, exceto um tipo de serena satisfação. Nesse aspecto, minha atitude com relação ao que escrevo é mais bem explicada por uma declaração de Victor Hugo: “Se um autor escrevesse apenas para a sua época, eu teria que quebrar minha caneta e jogá-la fora.” Certos escritores, entre os quais eu me incluo, não vivem, pensam ou escrevem impulsivamente. Romances, no sentido apropriado da palavra, não são escritos para desvanecerem em um mês ou um ano. O fato de que a maioria deles desvanece hoje em dia, e o fato de que são escritos e publicados como se fossem revistas, para desaparecer tão rapidamente quanto elas, é um dos aspectos mais tristes da literatura atual e uma das indicações mais claras da filosofia estética que a domina: o naturalismo jornalístico e concreto que agora chegou ao fim da linha nos seus inarticulados sons de pânico. A longevidade – predominantemente, mas não de modo exclusivo – é a prerrogativa de uma escola literária praticamente inexistente hoje em dia: o romantismo. Este não é o lugar para uma dissertação sobre a natureza da ficção romântica, portanto deixe-me apenas dizer – no intuito de que fique registrado e para benefício dos estudantes universitários a quem nunca foi permitido descobrir – que o romantismo é a escola conceitual de arte. Ele trata não das banalidades do dia a dia, mas das questões e dos valores eternos, fundamentais e universais da existência humana. Não registra ou fotografa; cria e projeta. Preocupa-se – nas palavras de Aristóteles – não com as coisas como são, mas com as coisas como poderiam e deveriam ser. E, para aqueles que dão importância crucial à relevância para a sua própria época, acrescentarei que, em relação ao presente, nunca houve uma época em que os homens precisaram tão desesperadamente de uma perspectiva das coisas como elas deveriam ser. Não quero dizer que eu já sabia, quando o escrevi, que A Nascente continuaria a ser publicado e vendido por 25 anos. Não pensei em nenhum período específico de tempo. Eu sabia apenas que era um livro que deveria viver. E viveu. Mas saber disso há mais de 25 anos – saber ao mesmo tempo que A Nascente estava sendo rejeitado por doze editoras, algumas das quais declararam que ele era “intelectual demais”, “controverso demais” e que não venderia porque não havia público para ele –, essa foi a parte difícil de sua história; difícil de suportar. Menciono isso aqui para proveito de qualquer outro escritor do meu tipo que talvez tenha que enfrentar a mesma batalha – como um lembrete de que isso pode ser feito. Não vou recontar aqui a história da publicação de A Nascente. impossível discutir esta obra ou qualquer parte de sua história sem mencionar o nome do homem que tornou possível que eu a escrevesse: meu marido, Frank O’Connor.

Avaliações

Avaliação geral: 5

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Jorge Lauda recomendou este produto.
13/10/2015

exelente

Trata-se de um texto que aborda a originalidade, a valorização da capacidade criativa, o desprezo pelos copiadores de fórmulas bem sucedidas em determinada época, mas desconhecem o porquê daquilo ter sido feito daquele modo. Enfim causa um abalo naquelas mentalidades politicamente corretas e bitoladas que são um entrave para o desenvolvimento mental em uma nação.
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