Abandono e Adopção - 3ª Ed. 2008 - Saraiva

Abandono e Adopção - 3ª Ed. 2008

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Os produtos classificados como "REEMBALADOS" foram devolvidos por um cliente ou tiveram sua embalagem original danificada. São reembalados e oferecidos com desconto após passarem por uma inspeção técnica, garantindo suas perfeitas condições estéticas e funcionais.

DISPONIBILIDADE DE ESTOQUE

Para produtos de Outlet o estoque é limitado e por esse motivo as oportunidades de compra são únicas. Se após a compra forem apontados vícios de fabricação do produto, o consumidor poderá solicitar a devolução dos valores cobrados de acordo com a política de devoluções da Saraiva.

IMAGENS NO SITE

As imagens são meramente ilustrativas de um produto novo e não correspondem com exatidão ao estado dos produtos reembalados e suas embalagens. Os produtos reembalados são exibidos no site com o selo REEMBALADO para que se destaquem dos demais produtos.

GARANTIA

Todos os produtos REEMBALADOS foram inspecionados, estão em perfeitas condições de uso e têm garantia para vícios de fabricação com o fornecedor. Caso constate algum defeito de fabricação, encaminhe o produto ao fornecedor para análise.

EMBALAGEM E CONTEÚDO

Os produtos são entregues na embalagem original retrabalhada, com possíveis alterações, ou em embalagens neutras lacradas. Recuse o recebimento de qualquer encomenda que tenha indícios de violação na embalagem. Contém todos os acessórios e manual, conforme inclusos originalmente pelo fornecedor.

DEVOLUÇÃO

O prazo para desistir da compra é de até 7 (sete) dias corridos, a contar da data de entrega. O produto deve ser encaminhado com todos os seus componentes e na mesma embalagem em que foi recebido. Devido ao estoque limitado das mercadorias, não é possível trocar os produtos, apenas devolvê-los e solicitar a restituição do valor pago. O valor pago será restituído pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra. Para mais informações, verifique nossa Política de Trocas e Devoluções.

APARÊNCIA E FUNCIONAMENTO

São produtos em perfeito estado estético e com aparência de novos. Todos os produtos reembalados foram inspecionados e estão em perfeito funcionamento

Saiba mais sobre produtos usados

Os livros USADOS vendidos na nossa categoria Outlet são livros com avarias mas que mantém sua integridade de conteúdo original permitindo uma leitura muito próxima dos livros novos. Esses produtos podem apresentar páginas ou capas amassadas, manchas, com riscos ou sinais de uso além de poder estar fora de sua embalagem original.

DISPONIBILIDADE DE ESTOQUE

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IMAGENS NO SITE

As imagens são meramente ilustrativas de um livro novo com exemplos de unidades que apresentam sinais de uso, os quais podem ou não estar presentes na unidade posta à venda. Os livros usados são exibidos no site com o selo USADO para que se destaquem dos demais produtos.

CARIMBO DE LIVRO USADO

Os livros usados recebem o carimbo de "Vendido no Estado, Troca não Autorizada" na capa e/ou contra-capa para identificar os produtos que não podem ser trocados.

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Os produtos são entregues na embalagem original retrabalhada, com possíveis alterações, ou em embalagens neutras lacradas. Pode não conter capas e/ou invólucros especiais, especialmente em kits e boxes.

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O livros usados podem apresentar amassados, marcas, manchas, riscos ou sinais de uso. Esses sinais estéticos não comprometerão o a leitura nem a integridade do conteúdo original. Todos os produtos usados foram inspecionados e estão em condições de leitura.

Exemplos de Aparência e Estado

AMASSADO OU DOBRADO

Apresenta capa e/ou páginas amassadas ou com dobras.

RASGOS E DANOS

Pode apresentar caixa ou capa danificada e/ou ausência de invólucro.

RISCADO, MANCHADO OU DESGASTADO

Interferências perceptíveis na capa ou páginas.

ETIQUETAS COLADAS

Pode apresentar etiquetas coladas na capa.

Descrição

Quando alguém adopta alguém, num plano afectivo, ou gosta dessa pessoa ou não gosta. Isto é, ou ama ou não ama e, se ama, deixa de ser adoptada para ser filha dela. Quando uma criança se sente adoptada, comporta-se em relação à família como uma prótese em relação ao corpo: sente-se em dívida, e o amor da relação é permanentemente contaminado de hipocrisia. Quando se sente filha, faça o que fizer, não a ameaçam com o abandono, simplesmente porque faz parte dos pais. Quando se sente adoptada, faz número na família, mas não faz parte dela. Quando se quer fazer de um filho uma criança adoptada, ter um filho é uma obra de caridade. Quando se quer fazer duma criança adoptada um filho, reconhecemo-nos nele, e toleramos melhor a nossa condição humana. Sobretudo porque ele será tudo aquilo que não fomos e fará o que deixámos por fazer. NOTA INTRODUTÓRIA Tenho defendido, em muitas circunstâncias, que o modo como é a vida das crianças não tem merecido, por parte do Estado, os cuidados que elas exigem. Se, por um lado, tem havido medidas legislativas e intenções societais relevantes que vão no sentido de proteger a vida das crianças, na verdade elas nunca têm representado uma prioridade para o próprio Estado. Não representam quando os direitos dos pais prevalecem, quase invariavelmente, sobre os direitos das crianças. Não representam quando se promovem várias ilegalidades como aquelas que levam a que inúmeras crianças sejam protegidas com medidas provisórias que se perpetuam por anos. Não representam quando se multiplicam (e atropelam) programas ministeriais que se dedicam às crianças em perigo (por vezes, sobrepondo esforços técnicos e humanos que não se articulam uns nos outros, cuja eficácia se torna limitada e que desperdiçam muitos recursos e actos generosos). Não representam quando se criam medidas legislativas sem que, a par, se promova uma revolução na política da infância, uma radical alteração da política social de apoio à família, e uma profunda transformação judicial nos procedimentos que são tidos com elas. Neste contexto, os tribunais têm prestado relevantes serviços e, ao mesmo tempo, preocupantes omissões em relação aos interesses das crianças. Se há procuradores e magistrados que tomam os interesses de cada criança requerendo para ela o que, em consciência, exigiriam para os seus filhos, outros há que - por voluntarismo - tomam medidas que, diante de conflitos de interesses parentais, enviesam a interpretação acerca dos legítimos interesses das crianças e, sob interpretações muito pessoais dos textos jurídicos, promovem maus-tratos em nome da Lei. Para além do mais, em muitas circunstâncias, o magistrado, pese embora a sua boa fé, é muitas vezes penalizado com assessorias técnicas tão displicentes e dilatórias que, contra a sua vontade, se vê resignado a decisões minimalistas acerca da vida das crianças, tal é a inconsistência dos apoios que recolhe. Num cenário como este, tenho questionado se fará sentido que as medidas de urgência que as crianças exigem deverão ser do foro jurídico-judicial ou, pelo contrário, do âmbito sano-judicial. Quero dizer que, a meu ver, os critérios do que é urgente para o desenvolvimento de uma criança deveriam ser, sobretudo, do âmbito da saúde, legitimados — como noutras áreas do direito bio-médico — pelo poder judicial. Isto é, não tem de ser imputado a um magistrado a competência para declarar que um feto possa ser, continuadamente, maltratado in útero, pelos consumos politoxicodependentes da sua mãe, quando a Lei não confere a um bebé por nascer os direitos de cidadania que levariam a accionar medidas de protecção. Nem pode ser do foro, estritamente, judicial a forma como se limita ou inibe o poder paternal que confere a um Tribunal um poder quase divino, que empurra o magistrado para uma justiça salomónica (inibindo-o, na maioria das vezes, dada a violência que uma tal decisão acaba por representar e porque ele próprio, nos seus desempenhos parentais, reconhecerá - humanamente - limitações e falhas que, porventura, não serão aconchegantes aos olhos da Lei). Pensando nestes e noutros aspectos, decidi re-editar (com o auxílio, precioso, da Ana Rita Seixas, da Raquel Vieira da Silva e da Sofia Gonçalves) este livro. Será, nalguns momentos, um documento de divulgação e, noutros, um documento académico (por vezes, demasiado jurídico, por vezes, excessivamente psicológico). Ainda assim, tenho esperança que seja útil e rebelde, sensato e interpelante. Estou certo que, a acontecer um dia, a 4.ª edição será melhor. EDUARDO SÁ ÍNDICE Nota Introdutória 1. Breve História da Infância Breve história da criança e da família - EDUARDO SÁ 2. O Direito da Criança Poder paternal e parentalidade - EDUARDO SÁ Poder paternal e violência escolar - EDUARDO SÁ A alienação parental - EDUARDO SÁ A nova lei da adopção - MARIA CLARA SOTTOMAYOR A adopção singular nas representações sociais e no direito - MARIA CLARA SOTTOMAYOR Quem são os "verdadeiros" pais? Adopção plena de menor e oposição dos pais biológicos - MARIA CLARA SOTTOMAYOR 3. Crianças em Perigo Encontros com a ternura - EDUARDO SÁ A criança e o perigo: clarificação, consequência e intervenção - EDUARDO SÁ/RAQUEL VEIRA DA SILVA/SILVIA MATELA/ANA ABRANTES Crianças perigosas e crianças em perigo - EDUARDO SÁ 4. A Criança e a Adopção Esterilidade e adopção: os pais, as crianças e as circunstâncias que criara (des)encontros - EDUARDO SÁ A adopção e o nascimento da família - EDUARDO SÁ Os meninos do sonho - EDUARDO SÁ A fertilização do sonho - EDUARDO SÁ

Caracteristicas

AcabamentoBrochura
Formato Livro Digitalfalse
ISBN9789724034447
Sob Encomendafalse
Fora de Linhafalse
Produto Digitalfalse
AutorMaria Clara Sottomayor, Eduardo Sá
Ano da edição2008
IdiomaPortuguês
Número da edição3
Número de Páginas248
CentímetroMetroKilogramaGrama

Dimensões

Abandono e Adopção - 3ª Ed. 2008
Altura: 23,00 Centímetros
Largura: 16,00 Centímetros
Profundidade: 1,00 Centímetro
Peso: 0,41 Grama

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