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Abril Vermelho (Cód: 1851694)

Roncagliolo,Santiago

Alfaguara / Objetiva

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Descrição

'Abril Vermelho' conta a história do promotor Félix Chacaltana Saldívar, um burocrata tímido que passa os dias numa repartição em Ayacucho, Peru, redigindo relatórios e memorandos. Mora sozinho, na casa que fora da mãe, e tem hábitos simples, sem aventuras ou sobressaltos. Até que, na Semana Santa, um corpo violentamente mutilado é encontrado na pacata cidade. Chacaltana se envolve acidentalmente na caçada pelo assassino, já que nem a polícia e nem o exército se empenham na investigação, preferindo abafar o caso. Novos corpos aparecem, e as pistas são cada vez mais confusas. Para surpresa de Chacaltana, as suspeitas logo recaem sobre o Sendero Luminoso, violento grupo terrorista peruano que todos imaginavam já estar extinto. 'Abril Vermelho' é um trabalho de fôlego do jovem e premiado escritor peruano, e, ao mesmo tempo, um romance policial de ritmo vertiginoso, irônico e profundo, que prende até as últimas páginas.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Alfaguara / Objetiva
I.S.B.N. 9788560281060
Altura 23.50 cm
Largura 15.00 cm
Profundidade 2.10 cm
Número de Páginas 296
Idioma Português
Acabamento Brochura
Tradutor Melo, Joana Angélica d
Cód. Barras 9788560281060
Número da edição 1
Ano da edição 2007
País de Origem Brasil
AutorRoncagliolo,Santiago

Leia um trecho

Na quarta-feira 8 de março de 2000, dando-se que transitava pelas imediações do seu domicílio na localidade de Quinua, Justino Mayta Carazo (31) encontrou um cadáver. Segundo manifestou perante as autoridades competentes, o declarante vinha de três dias no carnaval do referido ssentamento, onde havia participado do baile da aldeia. Devido a essa contingência, afi rma não recordar onde se encontrava na noite anterior e tampouco em nenhuma das duas precedentes, nas quais referiu ter libado grandes quantidades de bebidas espirituosas. Essa versão não pôde ser rati fi cada por nenhum dos 1.576 moradores da aldeia, que dão fé de haver-se encontrado igualmente no referido estado etílico durante as 72 horas anteriores por ocasião da dita festividade. Durante o amanhecer do dia 8, o supracitado Justino Mayta Carazo (31) declara haver comparecido à praça da aldeia juntamente com Manuelcha Pachas Ispijuy (28) e Deolindo Páucar Quispe (32), os quais não puderam corroborar o fato. Em seguida, segundo manifesta o declarante, tomou consciência de suas obrigações laborais para com a bodega Mi Perú, na qual exerce funções de vendedor. Levantou-se e dirigiu-se ao local citado, com o inconveniente de que no meio do caminho foi vítima de um repentino ataque de esgotamento e decidiu voltar para seu domicílio a fim de gozar de um merecido repouso. Antes de chegar à sua porta, o ataque se agravou, ingressando o supracitado no domicílio de seu vizinho Nemesio Limanta Huamán (41) para descansar, antes de retomar os 15 metros faltantes até a porta do seu domicílio. Segundo afi rma, ao ingressar no imóvel, não notou nada de suspeito nem encontrou ninguém e seguiu através do pátio diretamente para o palheiro, onde se recostou. Manifesta haver passado ali sozinho as seis horas seguintes. Nemesio Limanta Huamán (41) refutou tal versão, afi rmando que às 12 horas surpreendeu abandonando o palheiro a jovem Teófi la Centeno de Páucar (23), esposa de Deolindo Páucar Quispe (32) e dotada, segundo testemunhas, de considerável retaguarda e um apetite carnal muito desperto, o que foi categoricamente desmentido tanto pelo seu cônjuge quanto pelo supracitado declarante Justino Mayta Carazo (31). Uma hora depois, às 13 horas, dando-se que espreguiçava os braços para despertar, o declarante manifesta haver tocado um objeto áspero e rígido, meio oculto entre as palhas. Na crença de que podia se tratar de uma caixa de dinheiro oculta, propriedade do proprietário do imóvel, o declarante decidiu proceder à sua exumação. A Promotoria Distrital Adjunta procedeu oportunamente a admoestar o declarante por suas manifestas más intenções, ao que Justino Mayta Carazo (31) respondeu com mostras de genuíno arrependimento, declarando que procederia a confessar-se com o sacerdote Julián González Casquignán (65), pároco da citada localidade. Aproximadamente às 13h10, o supracitado declarante considerou que o volume era excessivamente grande para constituir uma caixa, assemelhando-se mais a um tronco queimado, negro e pegajoso. Procedeu a retirar as últimas fi bras de palha que o cobriam, encontrando uma superfície irregular perfurada por diversos orifícios. Descobriu, segundo refere, que um desses orifícios constituía uma boca cheia de dentes negros, e que no prolongamento do corpo ainda restavam fragmentos do tecido de uma camisa, igualmente calcinada e confundida com a pele e as cinzas de um corpo deformado pelo fogo. Aproximadamente às 13h15, os gritos de terror de Justino Mayta Carazo (31) despertaram os outros 1.575 moradores da localidade. E, para que assim conste dos registros, fi rma este documento, em 9 de março de 2000, na província de Huamanga, Félix Chacaltana Saldívar Promotor Distrital Adjunto