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Amores Que Matam - Quando Um Relacionamento Pode Ser... - L&pm Pocket (Cód: 4892123)

Faur,Patrícia

L&PM

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Amores Que Matam - Quando Um Relacionamento Pode Ser... - L&pm Pocket

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Descrição

Quando amar faz mal à saúde



“É um livro que fará muito bem a quem estiver preso numa armadilha afetiva sem saída aparente.” Sergio Sinay



Obsessão. Violência. Desespero. Dependência. Trauma. Palavras que não são normalmente associadas ao sentimento amoroso, mas que caracterizam muitos relacionamentos destrutivos. Por que as relações se desgastam a ponto de se tornarem prejudiciais? Quais são os efeitos emocionais, psicológicos e físicos disso? Como romper um vínculo doentio? Estas são apenas algumas das perguntas que a psicoterapeuta Patricia Faur responde em Amores que matam.



Aliando seus estudos sobre codependência e estresse conjugal à experiência com grupos de ajuda, a autora traça o desenvolvimento das principais dependências afetivas bem como a transformação delas em violência psicológica e física. Por meio de exemplos extraídos de casos célebres, ela mostra como estes amores são um risco à saúde física e emocional e ensina lições valiosas para superar a dor e recuperar a autoestima.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora L&PM
Cód. Barras 9788525427212
Altura 17.80 cm
I.S.B.N. 9788525427212
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Marlova Aseff
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 192
Peso 0.44 Kg
Largura 10.70 cm
AutorFaur,Patrícia

Leia um trecho

Prólogo
O mal-entendido amoroso

“Está com o mal de amor”, costumava-se dizer de quem tinha o coração sangrando pela ferida de uma decepção, de um fracasso ou de uma impossibilidade afetiva. O mal de amor passou a ser uma descrição glamorosa da angústia sentimental. E, de passagem, entranhou-se em nossa cultura a crença e a aceitação de que se pode sofrer por amor. E também que se sofre, de fato, por causa disso. Essa crença, que, como todas as crenças, ganhou força de lei, tem rendido muito material aos poetas (bons e maus), romancistas (talentosos e medíocres), compositores (criativos e vulgares) e permitiu que muitos sofredores anônimos se convencessem de que, ao longo de suas vidas, amaram muito porque sofreram muito. No entanto, esse fenômeno foi de pouca serventia para o amor e, de fato, o desvirtuou. Porque quem sofreu muito sofreu muito, mas não necessariamente amou muito.
Entre todas as definições possíveis do amor, subscrevo a que o especifica como a capacidade de perceber o outro, de cuidá-lo, de ter empatia por ele. Quando em um relacionamento duas pessoas compartilham e trocam essa capacidade, criam amor. Porque o amor é uma criação, é a soma de atitudes, de experiências, de uma história comum, de um trabalho cotidiano. “Está com o mal de amor”, costumava-se dizer de quem tinha o coração sangrando pela ferida de uma decepção, de um fracasso ou de uma impossibilidade afetiva. O mal de amor passou a ser uma descrição glamorosa da angústia sentimental. E, de passagem, entranhou-se em nossa cultura a crença e a aceitação de que se pode sofrer por amor. E também que se sofre, de fato, por causa disso. Essa crença, que, como todas as crenças, ganhou força de lei, tem rendido muito material aos poetas (bons e maus), romancistas (talentosos e medíocres), compositores (criativos e vulgares) e permitiu que muitos sofredores anônimos se convencessem de que, ao longo de suas vidas, amaram muito porque sofreram muito. No entanto, esse fenômeno foi de pouca serventia para o amor e, de fato, o desvirtuou. Porque quem sofreu muito sofreu muito, mas não necessariamente amou muito. Entre todas as definições possíveis do amor, subscrevo a que o especifica como a capacidade de perceber o outro, de cuidá-lo, de ter empatia por ele. Quando em um relacionamento duas pessoas compartilham e trocam essa capacidade, criam amor. Porque o amor é uma criação, é a soma de atitudes, de experiências, de uma história comum, de um trabalho cotidiano. começo que o desenlace será trágico e ainda assim não podemos deixar de ler. E mais, o desenlace está no começo, e vamos logo à procura das causas dele. Ingressamos pelas mãos de uma autora que conhece o tema profundamente, nas zonas mais obscuras da psique, nas penumbras da consciência, nesse território misterioso da mente humana no qual fermentam as condutas mais inexplicáveis, as que podem transformar pessoas cheias de possibilidades e recursos em simples despojos. Amores que matam oferece explicações para o inexplicável. Como os Médicos sem Fronteiras, como os membros da Cruz Vermelha, Patricia Faur atua há muito nas trincheiras de uma guerra muda, a qual os meios de comunicação abordam apenas de forma esporádica e errônea, e que faz uma quantidade enorme de vítimas a cada dia.
Como os grandes correspondentes, Patricia não é uma observadora impávida e ascética, não se limita a descrever, compromete-se com o sofrimento que conhece como ninguém porque recolhe os feridos, os ajuda a se curar, trabalha com eles, tem uma profunda empatia, os entende, não os julga. O resultado está nas páginas que se seguem. É um trabalho que será não tenho dúvidas, obrigatório na hora de procurar entender a obscura trama da dependência afetiva e no momento de procurar desenredá-la com cuidado, com afeto, com tempo. Com amor do bem. Amores que matam é um livro que fará muito bem a quem estiver preso numa armadilha afetiva sem saída aparente. Irá ajudá-lo a encontrá-la. Fará muito bem a quem tiver passado alguma vez por essa zona, será uma leitura reparadora. E será muito útil para quem trabalha com pessoas, para ajudá-las a sair desses pântanos afetivos tão recorrentes e aos quais a nossa cultura não cessa de alimentar com falsas ideias sobre o amor. Pela experiência, pela capacidade de escutar e registrar, pela riqueza do seu pensamento, pela sensibilidade e pela qualidade de seu estilo de comunicação, poucas pessoas estão mais autorizadas do que a autora a se aprofundar no tema da maneira que ela faz aqui. O amor, é preciso dizer, não aprisiona nem submete. O amor liberta. A leitura deste livro produz esse mesmo efeito.

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