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Arte na Educação Escolar - Col. Metodologia do Ensino de Arte (Cód: 2605395)

Bernadete Zagonel

Ibpex

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Arte na Educação Escolar - Col. Metodologia do Ensino de Arte

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Descrição

Já há muito tempo, a arte deixou de ser algo distante, quase inalcançável, para incorporar-se ao dia-a-dia da sociedade. Entrou inclusive na escola. Este livro trato do ensino de arte de acordo com as novas tendências pedagógicas. O objetivo, porém, é ultrapassar a discussão teórica e atingir uma reflexão mais profunda, que leve a soluções adequadas a cada sala de aula.
A arte é peça importante na formação de qualidade. Cabe ao professor o papel de apresentá-la aos alunos como uma amiga dinâmica e instigante.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Ibpex
Cód. Barras 9788599583944
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788599583944
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 143
Peso 0.44 Kg
Largura 14.00 cm
AutorBernadete Zagonel

Leia um trecho

Reflexões sobre a arte Este capítulo faremos uma breve reflexão sobre as artes. Primeiramente, veremos quais linguagens artísticas devem ser trabalhadas na escola brasileira, supondo que uma rápida discussão sobre os significados da arte nos dará alguma base para entender o conteúdo dessa matéria. Faremos também uma abordagem da arte e de suas relações e usos nos meios de comunicação. Além disso, tentaremos responder a esta importante pergunta: por que ensinar Arte* na escola? Em seguida trataremos das funções da arte na sociedade e encerraremos com um olharsobre a estética. * Nesta obra, o termo arte aparece grafado com a inicial maiúscula quando se refere à disciplina curricular (englobando a linguagem das artes visuais, dança, teatro e música). Nas demais acepções da palavra, optou-se pelo emprego da inicial minúscula. 18 Bernadete Zagonel 1.1 A arte na escola brasileira Primeiramente vamos lembrar o que diz a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB (Lei nº 9.394/96)* no seu art. 1º, parágrafo 2º: “A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social”. Portanto, o ensino deverá ser fundamentado por esse princípio, isto é, com o objetivo de preparar o indivíduo para trabalhar e viver na sociedade em que está inserido. Além disso, a educação tem por finalidade, conforme o art. 2º, “o pleno desenvolvimento do educando”. A obrigatoriedade do ensino de Arte está plenamente de acordo com os objetivos da educação pregados pela lei nacional. Pelo ensino de Arte, os alunos podem ter estimuladas todas as suas capacidades inteligentes, abrangendo uma ampla variedade de domínios, o que nos leva a pensar em uma educação que não privilegie apenas o desenvolvimento do pensamento lógico-matemático, mas o indivíduo no seu todo. Podemos então aprofundar nossa concepção de educação considerando a teoria das inteligências múltiplas, de Gardner1. Para o autor, o indivíduo possui não apenas uma, mas sete inteligências. São elas: Inteligência musical – É uma capacidade específica que se manifesta naturalmente no indivíduo, mas que pode ser desenvolvida por meio da prática e dos estudos musicais. Corporal-cinestésica – Refere-se à capacidade de controle dos movimentos corporais. O corpo pode ser usado para expressar uma emoção (por exemplo,dança) ou para jogar (por exemplo, uma atividade esportiva). Lógico-matemática – É a inteligência tradicionalmente considerada e que ~ dá a base para os conhecidos testes de Q.I.; aparece como uma “faculdade de resolver problemas”. Lingüística – Relaciona-se ao dom da linguagem, à capacidade de falar e articular idéias pela fala (expressão verbal). Espacial – Refere-se ao domínio e à noção aguçada de espaço; pode ser trabalhada nas artes visuais. Interpessoal – É o talento e a facilidade que muitas pessoas têm em se relacionar com os outros. Intrapessoal – É a capacidade de resolver os próprios problemas, de conhecer suas emoções, de desenvolver o auto-conhecimento. Segundo Gardner,para ser evidenciada e notada pelos outros, ela precisa ativar alguma outra inteligência, como, por exemplo, a musical ou a lingüística. Você já pensou em como essa teoria pode mudar suas concepções sobre o ensino e em como a prática de cada uma das linguagens artísticas pode colaborar para desenvolver essas inteligências, com diferentes ênfases, mas sempre proporcionando ao indivíduo o seu desenvolvimento pessoal? Ou ainda, por que a prática artística pode contribuir para desenvolver habilidades e estimular a expressão pessoal, elemento de irrefutável necessidade para o ser humano? Essas são questões que precisamos abordar, a começar pela arte propriamente dita. A tarefa de definir arte tem gerado discussões intermináveis, porém sabemos que não se tem ainda uma definição abrangente e precisa o suficiente. A palavra arte costuma ser usada com os mais diferentes significados: a arte de bem executar qualquer tarefa (arte de escrever, de falar etc.), a arte de preparar algo ou de dominar alguma técnica (arte culinária, arte marcial) e, até mesmo numa linguagem corriqueira e doméstica, quando dizemos: “Essa criança está aprontando alguma arte”, significando que ela está inventando alguma coisa diferente. No decorrer dos tempos, a arte ganhou definições muito diversas. Uma das mais antigas considerava ser arte uma obra que, produzida pelo ser humano, imitasse alguma coisa. Outra, muito disseminada no século XIX, entendia que obra de arte é aquela que exprime as emoções sentidas pelo artista. Há ainda a teoria focada no receptor, em que a obra de arte deve provocar emoções em quem a desfruta. Podemos notar que nenhuma dessas concepções abrange todos os tipos de arte, o que limita e torna inadequada a própria definição. Essas e outras várias definições dadas à arte parecem ser sempre incompletas, e não é o nosso objetivo dar seqüência a essas reflexões, que bastariam, só elas, para gerar um livro inteiro. No momento, vamos simplesmente falar sobre a quais artes se refere a nova LDB, quando estabelece no art. 26, parágrafo 2º, que: “O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos.” Há muitas formas de arte nos dias de hoje, como, por exemplo, teatro, dança, circo, ópera, música, cinema, vídeo, internet, fotografia, artes plásticas, escultura, design, artes gráficas, arquitetura, literatura etc., portanto é compreensível que à escola não se imponha a tarefa de ensinar todas elas. Cada arte é estruturada a partir de códigos particulares, e sua compreensão vem do hábito das pessoas em apreciá-la e dos conhecimentos adquiridos sobre ela. Louis Porcher2 observa que as pessoas não familiarizadas com a arte têm uma propensão à cegueira ou à surdez estética. Assim, se o indivíduo nunca escuta música contemporânea e se ele não dispõe dos meios para conhecê-la, é evidente que dificilmente poderá compreendê-la e, conseqüentemente, apreciála. Cabe, em primeiro lugar, às instituições de ensino a responsabilidade de dar às pessoas os meios de familiarização com a arte e os conhecimentos sobre os diferentes códigos das linguagens artísticas.