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As Histórias Que Me Ensinaram a Viver (Cód: 4087491)

Bucay,Jorge

Sextante / Gmt

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Descrição

Demián é um jovem cheio de conflitos e questionamentos. Cansado de terapias convencionais, segue a indicação de uma amiga e procura Jorge, um psicólogo com fama de ser pouco ortodoxo. Já na primeira consulta, Demián percebe que aquela parceria terá um grande futuro.

O método terapêutico de Jorge é peculiar: para transmitir seus ensinamentos e fazer o paciente refletir sobre sua vida a partir de uma perspectiva diferente, ele conta histórias clássicas, populares, antigas, modernas, famosas ou inventadas.

A cada consulta, Demián expõe suas angústias e Jorge responde com um conto que mostra ao jovem como lidar com seus sentimentos e abrir a mente para novas maneiras de encarar os problemas.

De maneira engenhosa, Jorge Bucay cria uma obra brilhante por sua simplicidade. Como o livro é ambientado no consultório do fictício terapeuta, o autor nos transforma em pacientes, pois, junto com Demián, temos a chance de aprender valiosas lições por meio de suas histórias.

Com mais de 6 milhões de livros vendidos, Bucay já inspirou pessoas do mundo todo a se conhecer melhor e a buscar a felicidade. Deixe que a terapia de Jorge o inspire também.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575428238
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788575428238
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Angela Maria da Silva e Víctor Arellano
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 192
Peso 0.24 Kg
Largura 14.00 cm
AutorBucay,Jorge

Leia um trecho

Capitulo 1 - Fator comum Quando cheguei pela primeira vez ao consultório de Jorge, sabia que não encontraria um terapeuta comum. Minha amiga Cláudia, que o recomendou, me avisou que ele era um sujeito “diferente”. Eu já estava cansado das terapias convencionais, principalmente depois de ter passado anos entediantes num divã de psicanálise. Então liguei e marquei uma consulta. A primeira impressão superou todas as minhas expectativas. Era uma tarde quente de novembro; cheguei cinco minutos antes do horário marcado e fiquei esperando lá embaixo, na portaria do edifício, até que desse a hora exata. Às quatro e meia em ponto toquei o interfone, empurrei o portão e me dirigi ao nono andar. Esperei no corredor. Esperei. E esperei. E, quando cansei de esperar, toquei a campainha do consultório. Quem abriu a porta foi um homem que parecia vestido para ir a um piquenique: calça jeans, tênis e uma camiseta cor de abóbora berrante. – Olá – disse ele, e seu sorriso me tranquilizou. – Oi – respondi –, sou Demián. – Sim, claro. O que aconteceu com você? Por que demorou tanto para chegar aqui em cima? – Não, não demorei. Não quis tocar a campainha para não incomodar... caso estivesse atendendo... – Para não incomodar? Quem está incomodado aqui? Fiquei mudo. O lugar onde Jorge atendia (não dava para chamar aquilo de “consultório”) era exatamente como ele: informal, desarrumado, descuidado, quente, colorido, surpreendente e – por que negar? – um pouco sujo. Ele me fez sentar na cadeira em frente à dele. Enquanto eu contava algumas coisas sobre mim, Jorge bebia mate. Ele perguntou se eu queria. – Tá – falei. – Tá o quê? – Tá, o mate... – Não estou entendendo. – Eu aceito o seu mate. Jorge fez uma reverência servil e irônica, disparando em seguida: – Obrigado, Majestade, por aceitar o “meu mate”. Fiquei mudo novamente. – Por que não me diz se quer um mate ou não, em vez de me fazer favores? Esse sujeito ia me deixar louco. – Eu quero! – disse. E então Jorge me deu o mate. Decidi ficar mais um pouco. Entre várias outras coisas, contei que devia haver algo de errado comigo, porque eu tinha dificuldade de me relacionar com as pessoas. Jorge perguntou como eu sabia que o problema era comigo. Respondi que tinha problemas com meu pai, minha mãe, meu irmão, minha namorada..., portanto, era óbvio que a culpa devia ser minha. Foi então que Jorge me contou uma história pela primeira vez. Eu aprenderia mais tarde que ele adorava fábulas, parábolas, contos, frases de efeito e metáforas. Segundo ele, a única maneira de compreender um fato sem vivenciá-lo é ter uma clara representação simbólica do acontecimento. – Uma fábula, um conto ou uma história – afirmava Jorge – podem ser cem vezes mais lembrados que mil explicações teóricas, interpretações psicanalíticas ou divagações formais. Nesse dia, Jorge me disse que poderia haver alguma coisa fora dos eixos em mim, mas que minha conclusão autoacusadora não se baseava em fatos concretos. Depois me relatou uma dessas histórias que ele contava em primeira pessoa e que eu nunca sabia se eram parte da sua vida ou da sua fantasia: Meu avô era um grande pinguço. O que ele mais gostava de beber era anis turco. Ele servia o anis e acrescentava água para deixá-lo mais fraco, mas se embriagava do mesmo modo. Então tomava uísque com água e se embriagava. E tomava vinho com água e se embriagava. Até que um dia decidiu se curar... e suspendeu a água!