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Mario Vargas Llosa

País de origem:
Nascimento: 17 de dezembro de 2017
Site: http://www.mvargasllosa.com/
Gêneros
Jorge Mario Pedro Vargas Llosa, nasceu em Arequipa, 28 de março de 1936, e é um escritor, jornalista, ensaísta e político peruano, laureado com o Nobel de Literatura de 2010.

Passou sua infância na cidade de Conchabamba na Bolívia. De volta ao Peru, estudou Direito e Letras na Universidade de San Marcos, em Lima. Em 1959 muda-se para Madri, onde ingressa no Doutorado em Filosofia e Letras. Publica um volume de contos “Os Chefes”.

Em 1962 publica seu primeiro sucesso “Batismo de Fogo”, um romance com ambientação numa escola militar rígida e cruel. A obra foi uma denúncia sobre a realidade política do Peru, país que vivia uma ditadura. Em 1963 publica “A Cidade dos Cachorros”. Em seguida “A Casa Verde” (1966), que recebe o Prêmio Rómulo Gallegos. “Conversa de Catedral” (1969) foi um dos livros mais importantes do autor, onde narra uma época da ditadura em seu país, esse foi publicado em quatro volumes e que o próprio Vargas Llosa caracterizou como obra completa, narra fases da sociedade peruana sob a ditadura de Odria em 1950.

Há um encontro, num botequim chamado "La Catedral", entre dois personagens: o filho de um ministro e um motorista particular. O romance caracteriza-se por uma sofisticada técnica narrativa, alternando a conversa dos dois e cenas do passado. Em 1981 publica “A Guerra do Fim do Mundo”, sobre a Guerra de Canudos, que dedica ao escritor brasileiro Euclides da Cunha, autor de “Os Sertões”.

No ano de 2006 Vargas Llosa publicou o livro “Cartas a um Jovem Romancista”, uma espécie de guia para jovens escritores. O livro trata das técnicas do romance. Em uma série de capítulos escritos como se fossem cartas a um jovem ávido por conhecimento da profissão, o autor discorre sobre o que é imprescindível para a criação de um livro. No mesmo ano publica também “Travessura da Menina Má”, obra e ficção, levemente autobiográfica.

Llosa escreveu diversos ensaios e grande parte de cunho político. O mais comentado foi “Sabres e Utopias” (2009), livro no qual resume seu pensamento a favor das liberdades e contra a tirania dos governos totalitários.

Em 7 de outubro de 2010 foi agraciado com o Prêmio Nobel da Literatura pela Academia Sueca de Ciências "por sua cartografia de estruturas de poder e suas imagens vigorosas sobre a resistência, revolta e derrota individual". O presidente do Peru, Alan García, considerou o prêmio a Llosa como "um reconhecimento a um peruano universal".
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