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Bem Julgar (Cód: 206067)

Garapon,Antoine

Instituto Piaget

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Descrição

Imaginemos que o leitor assiste, pela primeira vez a uma audiência. Sem dúvida que será muito mais tocado pelo espectáculo que se desenrola sob o seu olhar do que pela discussão jurídica. Isto porque, antes de ser uma faculdade moral, julgar é um acontecimento. Segundo o autor, antes de existirem leis, juizes, palácios da justiça, já existia um ritual. Esta obra dedica-se a desvendar, a esse mesmo ritual, todas as facetas, demonstrando, por exemplo, como o espaço da sala de audiências está arramado para culpabilizar e inibir o arguido, para o submeter à ordem judicial. Poderão os juizes passar sem todas estas encenações para julgar bem? É a esta questão que se prende a reflexão de Antoine Garapon através da comparação dos sistemas judiciários francês e americano, da análise da intrusão dos media no período do processo e do recurso a certas obras de Esquilo, Freud e Kafka. Se a filosofia do direito é uma procura do justo in abstracto através do ideal e da regra, este livro demonstra que a busca do 'julgar bem' obriga à imersão in concreto na experiência do acto de julgar. Assim, não existe julgamento 'puro' porque, fazendo quotidianamente a experiência do mal, da crueldade dos homens, da resistência dos factos, do carácter perecível da cidade política, da fragilidade das provas e da exclusão da verdade, a justiça encontra-se em luta com a matéria humana bruta. ANTOINE GARAPON, antigo juiz do Tribunal de Menores, é membro do comité de redacção da revista Esprit e dirige o Instituto de Altos Estudos de Justiça, em França.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Instituto Piaget
Cód. Barras 9789727711581
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9727711588
Profundidade 2.00 cm
Acabamento Brochura
Ano da edição 1999
Idioma Português
Número de Páginas 346
Peso 0.49 Kg
Largura 16.00 cm
AutorGarapon,Antoine