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Cidade Aberta (Cód: 4068652)

Cole,Teju

Companhia Das Letras

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Descrição

A expressão “cidade aberta” pode referir-se a uma cidade ocupada pelo exército invasor durante uma guerra e poupada em troca de rendição. A Nova York pós-Onze de Setembro percebida por Julius, um jovem psiquiatra residente no hospital Columbia Presbyterian, carrega em si um pouco dessa atmosfera — é uma cidade de traumas não admitidos e muita solidão.
Julius faz longas caminhadas após o trabalho, como contraponto a seus atarefados dias no hospital. Além da “evocação de liberdade”, esses passeios são o motor de suas reflexões e reminiscências, pelas quais ele relembra sua história, sua infância na Nigéria, sua condição de imigrante, e também a história da própria cidade em que vive e dos habitantes dela.
Teju Cole parece transferir muito de si ao protagonista do romance — ambos são nigerianos que saíram de sua terra natal para estudar nos Estados Unidos. Além de escritor, Cole é também fotógrafo, e a observação precisa e o zelo com os detalhes parecem ser seu principal legado a Julius. Numa sucessão de meditações, informações históricas, reflexões sobre música e literatura, e nítidas descrições das paisagens urbanas — motivos que renderam a Cole muitas comparações a W. G. Sebald —, o personagem estabelece uma espécie de diário não cronológico de suas reminiscências nigerianas e nova-iorquinas.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Companhia Das Letras
Cód. Barras 9788535921250
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788535921250
Profundidade 1.80 cm
Tradutor Figueiredo, Rubens
Peso 0.39 Kg
Largura 14.00 cm
AutorCole,Teju

Leia um trecho

Trecho: “Não muito antes de começarem aqueles passeios sem rumo, eu me havia habituado a observar, pela janela de meu apartamento, a migração das aves, e agora me pergunto se as duas coisas não estão ligadas. Nos dias em que chegava do hospital bem cedo, eu olhava com atenção pela janela, como alguém à procura de presságios, na esperança de ver o milagre da imigração natural. Toda vez que avistava gansos descendo em formação pelo céu, me perguntava como devia parecer nossa vida aqui embaixo, vista da perspectiva deles, e imaginava que, se alguma vez os gansos se dessem ao trabalho dessa especulação, os edifícios altos deviam parecer pinheiros aglomerados num bosque.”