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Explorando o Universo do Hobbit - Mensagens Secretas, Curiosidades e Filosofia na História Da... (Cód: 4268588)

Olsen,Corey

Lafonte

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Descrição

Segredos e curiosidades de um dos livros mais lidos do século XX. Explorando o universo do Hobbit é um livro divertido e visionário, que apresenta uma interpretação detalhada de O Hobbit, um dos maiores clássicos da literatura fantástica. Por meio de uma jornada capítulo a capítulo através do clássico de Tolkien, Corey Olsen realiza uma análise profunda, revelando detalhes que muitas vezes não são percebidos pelos leitores e expectadores, que tornam a leitura do original mais rica, curiosa e ainda mais relevante. Enfim, este não é um simples guia de leitura, mas uma obra para a compreensão dos principais aspectos de O Hobbit, a filosofia na construção de cada etapa da história, capaz de transforma a leitura comum em uma experiência única. Um trabalho primoroso, do maior especialista na literatura de Tolkien! Diferenciais/Comentários Filme O Hobbit será lançado em dezembro no Brasil.É a obra de referência sobre O Hobbit. Elogiada no Publishers Weekly. O autor se especializou em Tolkien e tem-se dedicado a estudar a obra do autor nos últimos 15 anos.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Lafonte
Cód. Barras 9788581860824
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788581860824
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 288
Peso 0.36 Kg
Largura 16.00 cm
AutorOlsen,Corey

Leia um trecho

Descubra como surgiu o famoso clássico "O Hobbit"


A primeira sentença de O Hobbit – “Numa toca no chão, vivia um hobbit” – é o início da história em mais de um sentido. Não é só o ponto de partida do livro, mas também a origem real da história. Muitas vezes, Tolkien contou a história do famoso momento em que esse pequeno livro(e, sob vários aspectos, toda a carreira literária de Tolkien) nasceu. Ele estava dando notas para as provas dos alunos à mesa, em casa, e se sentia (previsivelmente) muito entediado. Então, no fim de uma prova, topou com uma visão inesperada e gloriosa: uma página completamente em branco. Tolkien revela que ficou tão aliviado que quase aumentou a nota do aluno por isso. Diante da página em branco, escreveu espontaneamente aquela famosa primeira frase. “Não sei por quê”, ele afirmou depois. Depois que escre-veu a frase, percebeu que tinha de descobrir quem eram os hobbits. Se a palavra hobbit era nova para os leitores, o mundo que Tolkien des-creve no início de sua história, o lugar que os hobbits chamavam de lar, parece muito confortável e familiar. Claro que os hobbits em si apresentam algumas peculiaridades, como seu pequeno tamanho, seus pelos, seus pés sem sapatos e sua tradição de viver em tocas. Mas, embora Fundo do Saco seja uma resi-dência pequena e tenha uma porta redonda, “as paredes revestidas e os pisos ladrilhados e cobertos de tapetes” fariam qualquer leitor do século XX se sentir em casa. Os hobbits podem parecer estranhos, mas o narrador assegura que há “pouca ou nenhuma mágica a respeito deles”. São gente comum, que gosta de rir, comer e beber. O mundo dos hobbitsé tranquilo e simples, um mundo de sossego e conforto, não contendo nada muito estranho ou alarmante: um mundo convidativo para o leitor ingressar.

Corey Olsen nos convida a estudar melhor todas as canções presentes na trama. Veja aqui a primeira análise de canções da história.


Nós nos concentramos muito em Bilbo e em seu relacionamento com a aventura que atravessa sua porta, mas ainda não falamos muito acerca dos anões que trazem a aventura consigo. A melhor apresentação que temos dos anões, como mencionei antes, é a cantiga que eles cantam e que afeta Bilbo por curto tempo. Sob a influência da música dos anões, Bilbo consegue perceber “o desejo dos corações dos anões”. É aceitável, portanto, que, se quisermos conhecer melhor Thorin e companhia, deveremos considerar com atenção o que eles cantam. Comecemos com a primeira metade da canção.

Para além das montanhas nebulosas, frias,
Adentrando cavernas, calabouços cravados,
Devemos partir antes de o sol surgir,
Em busca do pálido ouro encantado.

Operavam encantos anões de outrora,
Ao som do martelo qual sino a soar
Na profundeza onde dorme a incerteza,
Em outros vazios sob penhascos do mar.

Para o antigo rei e seu elfo senhor
Ali muitas pedras douradas reluzentes
Moldaram e plasmaram, e a luz captaram
Prendendo-a nas gemas do punho da espada.

Em colares de prata eles juntaram
Estrelas floridas; fizeram coroas
De fogo de dragão e no mesmo cordão
Fundiram a luz do sol e da lua.

Paraalém das montanhas nebulosas, frias,
Adentrando cavernas, calabouços perdidos,
Devemos partir antes de o sol surgir
Reivindicando nossos tesouros há muito esquecidos.

A canção começa com uma estrofe que aparece três vezes ao longo dela, e serve como declaração de intenções a respeito da busca dos anões. Eles explicam aonde estão indo: para seu antigo lar subterrâneo(“adentrando ca- vernas, calabouços cravados”). Ilustram como aquele destino está longe deles, tanto em termos de distância como dos obstáculos que os separam da terra natal (“Para além das montanhas nebulosas, frias”). Registram a urgência de seu anseio de regresso(“Devemos partir antes de o sol surgir”). Enfim, e de maneira mais importante, descrevem a motivação principal: seu tesouro mágico e perdido.(“Em busca do pálido ouro encantado.”) Essa estrofe sozinha oferece a maior parte da explicação sobre o que os anões estão realmente fazendo. Nas estrofes seguintes, obtemos um insight a respeito da natureza dos anões.Os cenários dentro da canção são todos sombrios e agourentos, cheios de penumbra subterrânea. Os anões recordam os “calabouços perdidos” e a “profundeza onde dorme a incerteza”. Realmente, eles não se gabam dos salões subterrâneos, nem atribuem alguma beleza a eles. O que sem dúvida importa para os anões são os tesouros que são produzidos no interior daqueles “vazios”, que ecoam com a música dos martelos ressonantes. Embora o lar dos anões pareça escuro e soturno, os trabalhos que requerem a destreza dos anões, em contraste, são associados com a luz. Os anões captam a luz e a prendem “nas gemas do punho da espada”. Enfileiram estrelas em colares, fazem coroas de fogo de dragão e fundem a “luz do sol e da lua” em cordão. Aparentemente, os anões não precisam do sol em seus vazios profundos e sombrios; as “pedras douradas reluzentes” deles são seu sol e sua lua, o foco de seu amor e sua paixão.

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