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Filosofia da Arte (Cód: 2607430)

Engelmann,Ademir Antonio

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Descrição

É possível a sensação que tenha uma obra de arte nos causa?
A filosofia pode auxiliar nessa tarefa.
É o que afirma o professor Ademir Antonio Engelmann, em Filosofia da Arte.
De acordo com o autor, a filosofia desempenha um papel determinante na vida do homem desde a Antiguidade. Isso porque, de tempos em tempos, o ser humano busca por respostas sempre mais concretas a respeito de fenômenos da natureza e o sobre o sentido da vida e, principalmente, passa horas tentando descobrir os mistérios do universo.
Filosofia da Arte faz uma viagem na história da estética para mostrar que não apenas as cores, os sons, os gestos e os sentimentos ilustram nossa relação com a realidade. O pensamento é outro poderoso mecanismo que nos permite a compreender a vida e a arte.
Com base em exemplos e estímulos á reflexão, este livro ajuda o leitor a analisar a cultura artística, possibilitando a descoberta de novas percepções e conceitos sobre ela.
Trata-se de uma obra destinada ao leitor interessado por arte e filosofia e que deseja aprimorar sua visão crítica e estética.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Ibpex
Cód. Barras 9788578380137
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788578380137
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 107
Peso 0.44 Kg
Largura 14.00 cm
AutorEngelmann,Ademir Antonio

Leia um trecho

Capítulo 1 Introdução à filosofia da arte Este capítulo, apresentaremos alguns aspectos que permitirão uma melhor compreensão sobre a filosofia da arte. Num primeiro momento, localizaremos historicamente o surgimento da filosofia e veremos como o homem ocidental, para romper com o mundo mitológico e fantasioso, apropriou-se dela para explicar o cotidiano. Em seguida, trataremos de alguns conceitos sobre estética, finalizando com uma reflexão sobre a relação da filosofia com a arte e a cultura e sobre as manifestações psicológicas da arte. 1.1 O princípio da filosofia Ao analisarmos a história da humanidade, desde os primórdios até os dias atuais, percebemos que o homem procurou sempre dar sentido às coisas, atribuir-lhes significados, explicar os fatos e fenômenos e, assim, obter uma compreensão sobre eles. À medida que o homem transformou o mundo em que vivia, as suas concepções foram mudando e sua forma de interpretar a realidade foi se aprimorando. As modificações na forma de perceber o mundo podem ser confirmadas pela passagem do mito à razão na Grécia Antiga. O mito era usado para explicar a realidade e, embora tivesse um caráter fantasioso, amenizava as inquietações humanas diante dela. Um aspecto importante a ressaltar no mundo mitológico grego era o papel dos deuses na vida das pessoas. Segundo a crença da época, eram eles que ditavam o rumo de todos os acontecimentos e traçavam o caminho dos homens, que nada podiam fazer para mudar seu destino. O mito (do grego mythos, que significa “palavra”) predomina em sociedades de cultura oral. Na Grécia, começou a perder a sua força por volta do final do século IX ou VIII a.C., quando a escrita ressurgiu – havia sido extinta por volta do século XII a.C., com a invasão dórica. O enfraquecimento do mito permitiu ao homem grego ter consciência de que podia ir além daquilo que era estabelecido e designado pelos deuses e coragem para desenvolver suas próprias interpretações, tornando-se um ser livre para criar, pensar e transformar a realidade em que vivia. Foi sob essa perspectiva de autonomia humana que a filosofia surgiu na Grécia Antiga. A preocupação dos primeiros filósofos era procurar a origem, o princípio (arché) das coisas, entender a natureza (phisis) e como ela e o mundo surgiram. Se havia um mundo, uma natureza constituída, deveria existir um ponto em que tudo havia começado, um elemento do qual haviam se originado os demais. Por volta do século VI a.C., o filósofo e matemático Pitágoras usou pela primeira vez a palavra filosofia, que significa “amor à sabedoria” (philos – Sophia). O homem, amando e desejando a sabedoria, poderia adquiri-la e libertar-se do destino estabelecido pelos deuses. Por meio do saber racional, tornou-se instrumentalizado com uma capacidade reflexiva que lhe possibilitou questionar o porquê das coisas, na busca por uma compreensão sobre os fatos que o cercavam. Manifestada sua capacidade explicativa e reflexiva, o homem foi capaz de identificar e separar os fatos ocasionados por ele dos fenômenos da natureza. Reconheceu-se como agente e percebeu que os desígnios de uma sociedade eram resultado da sua ação, e não da vontade dos deuses e do acaso. A partir do momento em que a racionalidade passou a predominar, a política, o governo, a arte e a religião, a vida social, enfim, começaram a ser entendidos como manifestações humanas. Por meio da razão, o homem conferiu sentido às coisas e atribuiu um significado especial à sua existência, utilizando-se da imaginação e da capacidade intuitiva. É sob tal perspectiva que a arte se manifesta, concretizando-se na música, na dança, no teatro, nas artes visuais e na poesia, formas de representar os aspectos do cotidiano.