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História das Prisões no Brasil - Vol. II (Cód: 2657481)

Clarisse Maia,Flávio Neto; Marcos Costa,Marcos Bretas

Rocco

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História das Prisões no Brasil - Vol. II

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Descrição

Organizados por Clarissa Nunes Maia, Flávio de Sá Neto, Marcos Costa e Marcos Luiz Bretas, os dois volumes de Histórias das prisões no Brasil trazem uma inédita contribuição da academia para a reflexão sobre um tema espinhoso desde os tempos coloniais: o cárcere e o sistema prisional brasileiro. Reunindo, pela primeira vez, pesquisas originais e trabalhos monográficos produzidos em universidades de todo o país, a presente obra recupera os sentidos históricos da prisão no Brasil e enriquece o atual debate sobre violência e segurança pública.

Ao tratar da detenção como um produto social, construído e reconstruído ao longo da história, os pesquisadores incluídos nesta coletânea provam que conhecer a prisão é compreender uma parte significativa dos sistemas normativos da sociedade brasileira ao longo dos últimos séculos. Comparando o sistema carcerário nas diferentes regiões do país e apontando suas diferenças e semelhanças, jovens historiadores e renomados estudiosos produzem um conjunto heterogêneo de reflexões sobre as formas de controle social na história do Brasil.

Embora existisse como forma de reter os indivíduos desde a Antiguidade, a criação da pena de encarceramento é identificada apenas na Idade Moderna, por volta do século XVIII, como elemento-chave de importantes mudanças acontecidas no sistema penal do Ocidente. A punição seria desde então marcada pela racionalização da pena de restrição da liberdade.

Todas as instituições que tinham por finalidade administrar a vida de seus membros, ainda que à revelia destes – como internatos, conventos, hospitais, quartéis e fábricas –, seriam os protótipos das prisões, que nasciam destinadas às funções de punir, defender a sociedade e corrigir o delinquente. A partir da ideia de recuperar os criminosos com uma vigilância completa dia e noite, além de uma vida disciplinada e austera dentro dos presídios, seriam criados, nos Estados Unidos do século XIX, os primeiros sistemas penitenciários que impunham o isolamento, o silêncio e o trabalho como cerne da pena de prisão.

Refletindo sobre o cárcere no Brasil, os historiadores envolvidos neste projeto abrem novos caminhos para as histórias das prisões no país – propositadamente no plural, sem a intenção ou a pretensão de esgotar o assunto –, influenciados, sobretudo, pelo legado do filósofo francês Michel Foucault (1926-1984), autor do clássico Vigiar e punir (1975). Em vez de se afiliar a apenas uma linha de direção, porém, os autores apostam nas mais diferentes fontes e narrativas, dispostos a fazer com que a história da prisão no Brasil reflita a variedade de matrizes historiográficas e os inúmeros olhares possíveis sobre o mesmo objeto.

No volume II, Amy Chazkel analisa o sistema carcerário do Rio de Janeiro utilizando as mais variadas fontes para explorar o espaço social da Casa de Detenção do Distrito Federal nas primeiras décadas da Primeira República (1889-1930). Transferindo-se para o Rio Grande do Sul, Paulo Roberto Staudt Moreira e Caiuá Cardoso Al-Alam enfocam as experiências de Porto Alegre e Pelotas na implementação das prisões no estado.

Em “Da cadeia à Casa de Detenção: A reforma prisional no Recife em meados do século XIX”, Flávio de Sá Cavalcanti de Albuquerque Neto inicia a investigação sobre o sistema prisional de Pernambuco, complementada pelo ensaio seguinte de Clarissa Nunes Maia, que prossegue com a análise do sistema carcerário proposto para a Casa de Detenção de Recife. O nascimento e a administração das prisões no Ceará são objetos de estudo de José Ernesto Pimentel Filho, Silviana Fernandes Mariz e Francisco Linhares Fonteles Neto.

Explorando os diferentes papéis sociais atribuídos à figura do prisioneiro, o professor e pesquisador Marcos Luiz Bretas analisa a consolidação de uma imagem própria do criminoso nos primeiros anos do regime republicano. Avançando um pouco no tempo, o historiador norte-americano Peter M. Beattie explora o comportamento sexual e a disciplina nas prisões, a partir dos registros das visitas íntimas na Penitenciária Lemos de Brito, em 1934.

Mozart Vergetti de Meneses explica em seu ensaio como a Escola Correcional para Menores do Recife, que funcionou entre os anos de 1909 e 1929, pretendia ser um meio para recuperar forças destrutivas e torná-las aptas ao trabalho. Encerrando o volume, o pesquisador Carlos Alberto Cunha salienta a influência do pensamento de Lombroso, marcado pela suposta fatalidade biológica, sobre médicos e cientistas brasileiros até meados do século XX.

Características

Peso 0.20 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Rocco
I.S.B.N. 9788532524584
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 320
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788532524584
Número da edição 1
Ano da edição 2009
País de Origem Brasil
AutorClarisse Maia,Flávio Neto; Marcos Costa,Marcos Bretas