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Imperialismo , Estágio Superior do Capitalismo (Cód: 4265748)

Lenin,V. I.

Expressão Popular

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Imperialismo , Estágio Superior do Capitalismo

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Descrição

'Desde 1912, Lenin tem a percepção de que a história mundial ingressava numa fase nova, na qual se consumava o desenvolvimento relativamente pacífico do capitalismo e se marchava para conflitos radicais e profundamente significativos, constatação que o conduzirá, entre 1912 e 1916, a um estudo vigoroso para relacionar a multiplicidade dos fatos na análise do imperialismo, exposta no ensaio de 1917.

O imperialismo constitui, para Lenin, uma nova etapa do desenvolvimento capitalista, com a inequívoca dominância dos monopólios e do capital financeiro. E o capital financeiro resulta da fusão das distintas formas de capital, uma vez que estas já se constituíram independentemente e se estruturaram monopolicamente. Sua existência, portanto, não é correlata à do capitalismo, mas própria da etapa monopólica. É neste sentido também que “o característico do imperialismo não é o capital industrial, e sim o capital financeiro”

O refinamento teórico da análise de Lenin manifesta-se na concepção de que, de um lado, o imperialismo aparece como um desdobramento dos avanços do capitalismo (“o imperialismo surgiu como desenvolvimento e continuação direta das propriedades fundamentais do capitalismo em geral”); de outro, entretanto, sua consolidação determina que propriedades fundamentais do capitalismo tendam a se converter em sua antítese. Isto significa que esta nova etapa do capitalismo contém elementos contraditórios que permitem caracterizá-la, ao mesmo tempo, como uma estrutura de transição (“O velho capitalismo caducou. O novo constitui uma etapa de transição e algo distinto”).

E a contradição maior resulta do fato de que a socialização alcança seu ponto mais elevado (abrangendo a totalidade dos processos produtivos, o processo de trabalho, os mercados, o Estado etc.) exatamente quando a concentração da propriedade privada chega ao limite. Em suma, o monopólio explicita de modo contundente a subordinação do social ao privado, no sentido de que a estruturação da vida social se vê regulada, em última instância, pelo movimento das massas centralizadas de capital. Isso significa que o monopólio exacerba a privatização das relações sociais. E, reversamente, é também então que se socializam as relações privadas, visto que é apenas nesse momento que se completa a socialização do capital, ou seja, o capital passa a ser propriedade de muitos, estando seu controle submetido ao domínio de poucos. A privatização das relações sociais e a socialização das relações privadas constituem, assim, a contradição característica do monopólio.

Entre outros aspectos cruciais, a análise de Lenin traz uma questão de relevante consequência política: “a dominação do capital financeiro, em vez de atenuar a desigualdade e as contradições da economia mundial, o que faz é acentuá-las”. Tampouco as crises são mitigadas com o advento do monopólio: ao contrário, “o monopólio que se cria em vários ramos da indústria aumenta e agrava o caos próprio de toda a produção capitalista em seu conjunto”. A partir de questões como esta, Lenin estabelece os nexos entre imperialismo, guerra, aguçamento das contradições de classe e revolução proletária, numa sofisticada articulação intelectual que assegura a originalidade de sua contribuição teórica.'

Ronaldo Coutinho

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Expressão Popular
Cód. Barras 9788577432073
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788577432073
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 171
Peso 0.44 Kg
Largura 14.00 cm
AutorLenin,V. I.

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