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Liderança para um Mundo Melhor (Cód: 2746559)

Dalai Lama; Muyzenberg,Laurens Van Den

Sextante / Gmt

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Liderança para um Mundo Melhor

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Descrição

'Liderança para um mundo melhor' é o encontro inédito entre duas realidades: a do budismo tibetano, de Sua Santidade, o Dalai-Lama, e a do mercado globalizado, do consultor administrativo Laurens van den Muyzenberg.
A ideia de escrever este livro surgiu quando Muyzenberg enviou uma carta para o Dalai-Lama lhe sugerindo que considerasse de que forma os ensinamentos milenares do budismo poderiam aprimorar o capitalismo para atender às necessidades do mundo atual.
À primeira vista este pode parecer um encontro improvável, mas, se refletirmos melhor, veremos que o budismo tem lições muito valiosas a oferecer ao mundo dos negócios, tais como: tomar decisões orientadas pela Visão e Conduta Corretas, ver as coisas como realmente são e aceitar a interdependência entre todas as pessoas, organizações e o sistema econômico global.
Por serem geradoras de riquezas e empregos, colocando as pessoas em contato umas com as outras, as empresas desempenham um papel muito importante nas questões do padrão de vida e da felicidade humana. As decisões tomadas pelos líderes empresariais afetam um número incalculável de indivíduos, desde funcionários até clientes e fornecedores, e por isso precisam ser conscientes e benfeitas.
Com explicações conceituais, exercícios de meditação e exemplos de iniciativas empresariais que fazem uma grande diferença no mundo, este livro vai ajudá-lo a se tornar um líder mais justo e eficiente. Você aprenderá a analisar diversos pontos de vista e, dessa forma, poderá tomar decisões melhores, aumentando a qualidade de vida das pessoas à sua volta e tornando sua empresa mais responsável, ética e lucrativa - pronta para enfrentar os desafios cada vez maiores do século XXI.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575425121
Altura 0.00 cm
I.S.B.N. 9788575425121
Profundidade 0.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2009
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 197
Peso 0.44 Kg
Largura 0.00 cm
AutorDalai Lama; Muyzenberg,Laurens Van Den

Leia um trecho

introdução SUA SANTIDADE, O DALAI-LAMA Em geral, os monges budistas ficam meio isolados do resto da sociedade, pacificamente recolhidos, orando por nosso planeta e pelo bem-estar de todos os seres sencientes. Embora eu seja um desses monges, também tenho as responsabilidades do governo tibetano no exílio, o que me proporciona uma perspectiva mais ampla, uma vez que lido com gente do mundo inteiro. Durante minhas viagens conheci muitos tipos diferentes de pessoas, algumas pobres, outras ricas, cada qual ocupando sua posição no mundo. As pessoas parecem confiar em mim e, por isso, muitas me falam de sua vida e de suas esperanças e apreensões em relação ao futuro. Foi assim que aprendi bastante sobre o que elas procuram. No final das contas, o que quase todos buscam é um pouco de felicidade. Por que escrevo este livro agora? Porque acho que todos deveríamos nos preocupar e assumir a responsabilidade pelo funcionamento da economia global, bem como nos interessar pelo papel das empresas na configuração de nossa interligação. Os tempos mudaram, e creio que os líderes das tradições religiosas – com sua capacidade de ter uma visão ampla – devem participar de discussões sobre os negócios e a economia globais. Nosso mundo enfrenta problemas muito graves. Os que me interessam em particular são as formas de aliviar a miséria nos países pobres; o fato de que até nos países ricos o sentimento de satisfação com a vida anda estagnado desde 1950; o impacto negativo sobre o meio ambiente causado pela negligência, por nossa população cada vez maior e pela elevação do padrão de vida; e, finalmente, a ausência de paz em muitas partes do planeta. Por adotar uma postura racional e lógica perante tais problemas, a abordagem budista muitas vezes é de mais fácil compreensão para os não religiosos. Ela enfatiza os valores humanos e como podemos adotar uma atitude holística para solucionar os problemas da sociedade. Esta é uma contribuição importante que o budismo pode fazer para tais discussões. Se considerarmos seus ensinamentos em termos da ética laica e dos valores humanos fundamentais, talvez eles também tenham algo com que contribuir para o mundo empresarial. Os conceitos budistas sobre riqueza, trabalho, consumo e felicidade são um pouco diferentes de seus equivalentes ocidentais. A felicidade não é apenas a mera satisfação de nossos desejos materiais e de outra ordem, e esta é uma distinção importante. A raiz da felicidade não está naquilo que desejamos nem no que obtemos, mas em algo muito diferente. Provém de um lugar de contentamento que existe independentemente do que ganhamos ou realizamos. Buda reconhecia que os impulsos orientados para o próprio eu eram muito poderosos. Mas chegou à conclusão de que era impossível satisfazer os desejos pessoais, que constituem um ciclo interminável. As pessoas não podem ser verdadeiramente felizes se não tiverem amizades e boas relações – que são recíprocas. É impossível alguém construir relações positivas quando seu único objetivo é satisfazer os próprios desejos. Acredito que governos e organizações entram nessa equação por colocarem as pessoas em contato umas com as outras; eles geram empregos e riqueza e têm um papel importantíssimo a desempenhar nas questões do padrão de vida e da felicidade humana – e nos pontos em que essas duas coisas se cruzam. Não estou dizendo que as soluções de que precisamos são simples ou diretas. Ao trabalhar neste livro, compreendi como pode ser difícil, para as pessoas do mundo empresarial, tomar as decisões corretas. Quando o diretor de uma empresa faz uma escolha, ela afeta todos os funcionários, além de um número incalculável de pessoas, sejam consumidores ou fornecedores. Isso se torna especialmente complexo nas grandes empresas globais que operam em muitos países, e por isso a qualidade das decisões é crucial. Por essa razão, quem decide deve não apenas ser competente, mas também ter a motivação e o estado de espírito corretos. A competência específica para o mundo dos negócios mede o talento e o conhecimento e, dessa forma, está fora do escopo deste livro. Mas observar e corrigir a motivação de cada um são aspectos importantes da prática budista e são detalhadamente discutidos aqui, assim como o cultivo do estado de espírito correto. É fundamental para a filosofia budista a ideia de que o sofrimento existe e de que Buda nos convoca a ajudar a aliviá-lo. Meu objetivo é o mesmo: reduzir o sofrimento e aumentar a satisfação na vida como um todo. O propósito deste livro, portanto, é habilitar leitores e líderes a compreenderem com mais clareza o que acontece em suas mentes e na de outras pessoas, sobretudo no contexto da liderança. Como consequência, espero que vocês se tornem aptos a tomar decisões diferentes, que vão gerar uma melhor qualidade de vida para vocês mesmos, as organizações a que pertencem e todas as outras pessoas afetadas. MEU INTERESSE E MINHA REFLEXÃO SOBRE O MUNDO EMPRESARIAL E A economia desenvolveram-se nos últimos 50 anos. Minha formação educacional foi de natureza inteiramente religiosa e espiritual. Desde a juventude até agora, meu campo de estudos foi o da filosofia e psicologia budistas. Em certa medida, graças à minha interação com membros tibetanos e chineses do Partido Comunista, aos poucos fui aprendendo sobre diferentes sistemas econômicos. Por inclinação, tendi para o socialismo, mas vi as economias dos países socialistas estagnarem, enquanto as de livre mercado tornavam- se claramente mais dinâmicas. Interessei-me particularmente pelo que tinha dado errado nas economias socialistas e pelos aspectos positivos do livre mercado. Todavia, continua a me inquietar o fato de que este último tenda a aumentar o abismo entre ricos e pobres. Em 1990, recebi uma carta de Laurens van den Muyzenberg, um consultor administrativo de atuação internacional. Ele sugeriu que em vez de procurar combinar os temas comuns ao comunismo e ao pensamento budista, como eu havia cogitado fazer, seria mais eficaz eu considerar de que modo se poderia aprimorar o capitalismo, na tentativa de atender a nossos interesses coletivos. Achei a ideia atraente e o convidei a me visitar. Nós nos encontramos muitas vezes ao longo dos anos seguintes. Depois, em 1999, Laurens sugeriu que, dado o crescente interesse das companhias globais pela governança corporativa – e também o fato de que a tradição budista inclui muitas instruções teóricas e práticas que seriam úteis ao pessoal das empresas, especialmente os líderes –, eu poderia contribuir para a bibliografia que trata deste assunto. Concordamos desde o início que queríamos que o livro fosse de utilidade prática e ajudasse os empresários a tomar decisões mais acertadas. Combinamos que Laurens descreveria o panorama empresarial geral e eu diria como aplicar os ensinamentos budistas aos problemas levantados. Recomendei-lhe que adotasse uma abordagem holística. Por “holística” pretendi dizer que ele deveria examinar as questões por muitos ângulos diferentes, não apenas o de um consultor administrativo do Ocidente. Creio que um dos grandes problemas do mundo atual é que, embora o volume de informações cresça exponencialmente, as pessoas tornam-se cada vez mais especializadas e já não conseguem compreender de que modo todas essas ideias interagem para aperfeiçoar a sociedade. Ao escrever este livro, escolhi assuntos que penso serem importantes, e Laurens os investigou de acordo com sua própria experiência, entabulando discussões com colegas de profissão e fazendo pesquisas sobre as informações publicadas. Ele também entrevistou executivos que eram budistas praticantes, para saber como viam a atividade empresarial. Apesar de nossos esforços, não afirmamos ter encontrado todas as respostas. Ao longo do processo, empenhamo-nos em expor os ensinamentos budistas de um modo que as pessoas do mundo dos negócios pudessem compreender com facilidade. Não estou interessado em converter ninguém. Meu objetivo é apresentar conceitos budistas que sejam aceitáveis e úteis para pessoas de todos os credos religiosos e para as que não têm credo nenhum. PERDI MINHA LIBERDADE AOS 16 ANOS E ME TORNEI REFUGIADO AOS 24. Enfrentei inúmeras dificuldades na vida. Não obstante, conservei a paz de espírito. Posso até dizer que, graças à minha formação budista, sou mais feliz do que muitas pessoas que têm como certa a liberdade e um país para chamar de seu. Essa capacidade de preservar minha paz de espírito deve-se inteiramente aos ensinamentos que recebi e à minha tentativa sistemática de pô-los em prática, treinando minha mente. Tenho a sincera esperança de que esse tipo de treinamento, que é discutido e ensinado neste livro, possa ser adquirido por nossos líderes – no mundo dos negócios e das organizações globais –, a fim de tornar o planeta mais pacífico e sustentável. o monge e o consultor LAURENS VAN DEN MUYZENBERG Este projeto é sobre o encontro de dois mundos: o meu, da consultoria administrativa, mais especificamente do mercado global, e o do budismo tibetano do Dalai-Lama. Esta foi a experiência profissional mais empolgante e recompensadora da minha vida. Depois de ler um dos livros de Sua Santidade, no qual ele relatara que um filósofo indiano vinha trabalhando numa síntese entre o comunismo e o budismo, escrevi-lhe dizendo que achava que seria mais fácil fazer uma síntese entre o budismo e o capitalismo. Com certa surpresa, recebi uma carta dele convidando-me a ir visitá-lo na Índia. De 1991 a 2000, encontrei-me todos os anos com o Dalai-Lama e fiz para ele pequenos projetos de consultoria, em caráter voluntário, inclusive seminários sobre estratégias para seu governo no exílio. De início, meu conhecimento dos conceitos budistas era limitado, como também era a experiência do Dalai-Lama com a economia e o mundo empresarial. Apesar de Sua Santidade ter estudado o sistema socialista e a obra de Karl Marx, sua exposição ao sistema de livre mercado era mais restrita. A ideia era que eu lhe daria informações de uma área econômica e ele comentaria as questões com base em sua perspectiva. Essas discussões abarcaram muitos fundamentos básicos da administração e, por isso, pouco tiveram a ver com o budismo. Entretanto, logo ficou claro que o Dalai-Lama queria compreender o panorama geral – o modo como as empresas se enquadram na sociedade e o ver dadeiro significado da “responsabilidade empresarial”. Como ele me disse, “quero ter uma perspectiva holística das organizações”. Após cerca de sete anos de reuniões, havíamos descoberto um modo de sintetizar os conceitos do budismo com os de ilustres pensadores ocidentais, para melhor enfrentar os dilemas da atividade empresarial, e assim nasceu este livro. O budismo e o capitalismo têm suas complexidades, e é inevitável que, ao explorar seus princípios práticos, Liderança para um mundo melhor os simplifique. O livro tem uma estruturação progressiva: parte do indivíduo, chega à companhia ou organização e culmina na sociedade como um todo. Damos uma clara ênfase à liderança. Os geradores de mudanças não se encontram exclusivamente entre os altos executivos e os líderes, e incentivamos funcionários de todos os níveis a encontrar o líder dentro deles mesmos e utilizar as práticas deste livro. A Parte I, “Liderando a si mesmo”, discute os fundamentos do budismo e o modo como os que não estão familiarizados com eles podem perceber como se aplicam a todos os aspectos da vida. Enfatizamos a importância da boa tomada de decisões, bem como o desenvolvimento de exercícios mentais que aprimorem o desempenho da mente. Na Parte II, “A liderança na organização”, mostramos como é possível aplicar as ideias e os valores da Parte I ao contexto empresarial. Os dirigentes das organizações são estimulados a introduzir calor humano, compaixão e ética em seu processo de tomada de decisões, suas políticas e procedimentos; e as empresas, por sua vez, são incentivadas a buscar dirigentes íntegros. A Parte III, “A liderança num mundo interligado”, busca aplicar os valores budistas numa escala global e trata dos importantes temas da pobreza, da sustentabilidade, da diversidade e da responsabilidade ambiental. O objetivo é que mesmo uma pequena mudança na forma como abordamos essas questões fomente esperança e possibilidades. O mundo de hoje enfrenta muitos desafios, em particular a crise econômica que começou em 2008. Neste livro, o Dalai-Lama apresenta seu ponto de vista sobre o perigo de um sistema econômico sem valores morais e sobre a necessidade de uma economia de livre mercado responsável. Nossa riqueza total teve um crescimento enorme e nos beneficiamos de milagres tecnológicos, mas, ao mesmo tempo, bilhões de pessoas vivem numa pobreza abjeta, enfrentamos a ameaça iminente do desastre ambiental e até os que vivem em nações prósperas sentem-se inseguros com relação ao futuro. Abordar esses problemas requer um tipo diferente de liderança, que veja as coisas como realmente são e que seja capaz de resolvê-las de maneira holística. É disso que trata este livro. Os verdadeiros líderes têm a capacidade de examinar uma questão por muitas perspectivas e, com base nessa visão mais ampla, tomar as decisões corretas. Eles têm a mente serena, lúcida e concentrada. E a verdadeira liderança reconhece a inevitabilidade da mudança, a necessidade de um senso de responsabilidade universal e a importância de combinar o sistema econômico com valores morais. É nesse ponto que se expressa o desejo supremo do Dalai-Lama – e o meu: que, pelo aperfeiçoamento da qualidade das decisões de nossos líderes, venhamos a viver num mundo melhor para todos.

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