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Lua de Mel – Até Que A Morte Os Separe (Cód: 4566638)

Patterson, James

Arqueiro

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Descrição

Uma vida que parece um conto de fadas



Linda, sexy e bem-sucedida, Nora Sinclair é desejada pelos homens e invejada pelas mulheres. E sua vida tem tudo para ficar ainda mais perfeita quando seu namorado, o atraente e rico Connor Brown, pede sua mão em casamento. Mas o que para muitos seria o começo do “felizes para sempre”, para Nora é a contagem regressiva para “até que a morte os separe”.



Uma sucessão de acontecimentos misteriosos

Coisas muito estranhas ocorrem às pessoas próximas a Nora, principalmente aos homens que entram em sua vida. E isso acaba despertando o interesse do FBI. Sarcástico, malicioso e implacável, o agente John O’Hara é esperto o suficiente para saber que belas fachadas podem esconder grandes perigos. Se há algo de errado com Nora, ele é o homem certo para descobrir.



Um detetive dividido entre a justiça e a obsessão



Mas a primeira coisa que O’Hara vai aprender é que Nora não seduz os homens, simplesmente. Ela os domina. Quanto mais tempo o agente passa perto dela, mais confuso se sente, até já não ter certeza se ainda está em busca da verdade ou se virou prisioneiro de uma atração que pode ser fatal.

Características

Peso 0.28 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
I.S.B.N. 9788580411249
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 224
Idioma Português
Acabamento Brochura
Tradutor Zanon, Cássia
Cód. Barras 9788580411249
Número da edição 1
Ano da edição 2013
País de Origem Brasil
AutorPatterson, James

Leia um trecho

Parte Um – Casais Perfeitos
Capitulo 1

Nora Podia sentir que Connor a observava. Era sempre assim quando ela arrumava a mala para uma de suas viagens: ele encostava o corpo de 1,90m na porta do quarto, enterrava as mãos nos bolsos da bermuda Dockers e franzia a testa. Ele detestava a ideia de ficarem separados. Normalmente, ele não diria nada. Apenas ficaria ali, parado e em silêncio, enquanto Nora enchia a mala e de vez em quando tomava goles de água Evian, sua marca preferida. Mas, naquela tarde, Connor não conseguiu se conter.
 – Não vá – disse ele, com a voz profunda.
Nora se virou com um sorriso carinhoso.
– Você sabe que preciso ir. E sabe que também detesto isso.
– Mas eu já estou com saudade de você. Simplesmente diga não, Nora... Não vá. Eles que vão para o inferno. Desde o primeiro dia, Nora se sentiu cativada pela forma como Connor se permitia ser vulnerável quando estava com ela. Era um contraste muito grande com sua imagem pública: um administrador de fundos de investimento muito rico e ambicioso, dono da própria empresa, com sede em Greenwich e outro escritório em Londres. Seus olhos de cachorro pidão disfarçavam o fato de que ele era um leão. Poderoso e orgulhoso. De fato, aos 40 anos, Connor era basicamente o rei de tudo o que se via. E em Nora, de 33 anos, havia encontrado a sua rainha, a sua perfeita alma gêmea.
– Eu poderia amarrá-la e impedi-la de ir... – disse ele, brincando.
– Parece divertido – respondeu Nora, entrando no jogo. Vasculhava a mala, que estava aberta em cima da cama, procurando alguma coisa. – Mas, antes, será que você poderia me ajudar a encontrar meu cardigã verde? Connor finalmente riu. Divertia-se muito com Nora. Não importava se a pia-da fosse boa ou não.
– O suéter com botões de pérolas? Está no closet. Nora riu.
– Você andou vestindo as minhas roupas de novo, não é? Ela entrou no imenso closet. Quando voltou, com o suéter verde nas mãos, Connor estava ao pé da cama, encarando-a com um sorriso e um brilho no olhar.
– Ai, ai... – suspirou Nora.
– Conheço esse olhar.
 – Que olhar? – perguntou ele.
– O que diz que você quer um presente de despedida. Nora pensou por um instante antes de dar um sorriso. Largou o suéter em cima da cadeira e caminhou devagar até Connor, parando intencionalmente a poucos centímetros do corpo dele. Estava apenas de calcinha e sutiã.
– Para você – sussurrou no ouvido dele, inclinando-se em sua direção. Não havia muito que tirar, mas Connor não teve pressa. Beijou gentilmente o pescoço de Nora, passando pelos ombros e traçando uma linha imaginária com os lábios até as curvas salientes dos seios pequenos e empinados. Ficou um bom tempo por ali. Acariciava o braço com uma das mãos, enquanto tirava o sutiã com a outra. Nora estremeceu com o corpo todo arrepiado. Bonitinho, divertido e muito bom de cama.
O que mais uma garota poderia querer? Connor se ajoelhou e beijou a barriga de Nora, desenhando lentamente com a língua pequenos círculos ao redor de seu delicado umbigo.
Com um polegar em cada lado do seu quadril, começou a deslizar a calcinha para baixo, marcando o progresso com um beijo, outro e depois outro.
– Isto... está... muito... gostoso– sussurrou Nora. Agora era a sua vez. Quando o corpo alto e musculoso de Connor se endireitou, ela começou a tirar a roupa dele. Rápida e habilmente, mas com sensualidade. Por alguns instantes, permaneceram parados.
Completamente nus. Olhando um para o outro, decorando cada detalhe. Meu Deus, o que poderia ser melhor que isto? De repente, Nora sorriu e de brincadeira deu um empurrão em Connor, que caiu deitado sobre a cama. Estava muito excitado.
Nora enfiou a mão na mala aberta e tirou de dentro dela um cinto Ferragamo preto, que esticou com firmeza.
– E então, que tal amarrarmos alguém? – sugeriu.

Capitulo 2

Trinta minutos depois, vestindo Um felpudo roupão cor-de-rosa, Nora desceu a ampla escadaria da mansão colonial neoclássica de três mil metros quadrados e três andares. Mesmo para os padrões da Briarcliff Manor e das demais cidades próximas da elegante Westchester, a casa de Connor era impressionante.
Era também impecavelmente mobiliada. Cada ambiente era uma mistura incrível de forma e função, estilo e conforto. O melhor dos antiquários de Nova York reunido ao melhor dos de Connecticut: o Eleish van Breems, o New Canaan Antiques, o Silk Purse, o Cellar.
Obras de Monet, de Thomas Cole, o fundador da Escola Hudson River, e de Magritte. Na biblioteca, uma escrivaninha George III que pertencera a J. P. Morgan. Uma caixa de charutos originalmente presenteada a Castro por Nixon, com documentação de proveniência.
Uma adega quase lotada com capacidade para quatro mil garrafas. É verdade que Connor havia contratado uma das melhores designers de interiores de Nova York. Na verdade, tinha ficado tão impressionado com seu trabalho que a convidara para sair. Seis meses mais tarde, ela o estava amarrando na cama.
E ele nunca se sentira mais feliz, mais excitado e mais vivo em toda a sua vida. Cinco anos antes, encontrara o amor, maravilhara-se com ele, estava envolto em carinho, mas sua noiva, Moira, morrera de câncer. Pensou que jamais voltaria a sentir tudo aquilo, mas, de repente, ali estava ela, a incrível Nora Sinclair.
Nora atravessou o saguão de mármore e passou pela sala de jantar. Tinha pouco tempo antes de viajar para matar o apetite que despertara em Connor. Entrou na cozinha, seu ambiente preferido em toda a casa. Antes de se matricular na Escola de Design de Interiores de Nova York, tinha pensado em se tornar chef. Chegara até a cursar as melhores escolas de culinária de Paris.
Embora tivesse preferido decorar casas a pratos, cozinhar permanecera uma de suas paixões. Cozinhar a relaxava. Ajudava-a a clarear a mente. Até mesmo preparar algo tão básico como o prato favorito de Connor: um grande e suculento cheeseburguer duplo com cebolas... recheado com caviar. Quinze minutos depois, gritou para ele:
– Querido, está quase pronto. Você não vem? Novamente vestindo bermuda Dockers e uma camisa Polo, ele desceu as es- cadas e aproximou-se por trás de Nora diante do fogão.
– Não há nenhum outro lugar neste planeta...
– ...em que eu preferiria estar – disse ela, pegando a deixa. Essa era uma das manias dos dois.
Um mantra compartilhado. Pequenos tes-temunhos sobre aproveitarem ao máximo o tempo que passavam juntos, o que, considerando as suas carreiras agitadas, era sempre um bônus. Ele espiou por cima do ombro enquanto ela picava uma cebola grande:
– Elas nunca fazem você chorar, hein?
 – Não, não fazem. Connor se sentou à mesa da cozinha.
– Quando o carro vem buscar você?