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Maigret e a Mulher do Ladrão - Col. L&pm Pocket (Cód: 3869439)

Simenon, Georges

L&PM

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Maigret e a Mulher do Ladrão - Col. L&pm Pocket

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Descrição

Uma ex-prostituta que Maigret havia prendido no passado vai vê-lo porque está preocupada com seu marido. Ela é conhecida pelo apelido de Lofty. Dezessete anos atrás, quando Maigret era um policial inexperiente, ela havia tirado todas as suas roupas na tentativa de evitar que ele a levasse para a delegacia de polícia. Agora, seu marido Alfred, um ladrão um tanto azarado especializado em arrombamentos seguros, teve uma experiência desastrosa ao arrombar uma casa - se deparou com o corpo ensaguentado de uma mulher. De acordo com Lofty, a casa pertencia a um abastado dentista que vivia próximo ao Bois de Boulogne. Jules Maigret é o mais famoso personagem do escritor belga Georges Simenon (1903-1989), um dos autores mais lidos e cultuados do século XX. Reservado, generoso, amante do cachimbo e de uma boa cerveja, o inspetor Maigret conquistou – em 75 romances e várias histórias curtas – legiões de admiradores em todo o mundo. Lançando mão de sua profunda compreensão da natureza humana como principal instrumento na solução de crimes, tornou-se um marco da literatura policial, ao lado dos mais célebres investigadores, como Auguste Dupin, Sherlock Holmes, Hercule Poirot e Philip Marlowe.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Não
Editora L&PM
I.S.B.N. 9788525425607
Altura 18.00 cm
Largura 11.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 176
Idioma Português
Acabamento Brochura
Tradutor Paulo Neves
Cód. Barras 9788525425607
Número da edição 1
Ano da edição 2012
País de Origem Brasil
AutorSimenon, Georges

Leia um trecho

"Onde Maigret reencontra uma antiga conhecida que tomou juízo a seu modo e onde se fala de Fred, o Triste, e de um possível cadáver." Na ficha que o recepcionista mandara preencher e que ele entregou a Maigret se lia: "Ernestine, conhecida como a Magricela (ex-Micou,atualmente Jussiaume), que o senhor prendeu há dezessete anos na Rue de la Lune, e que ficou pelada para irritá-lo, pede a honra de lhe falar com a maior urgência de um caso da mais alta importância." Maigret espiou com o canto do olho o velho Joseph para saber se ele lera o bilhete, mas o funcionário de cabelos brancos permanecia impassível. Era provavelmente o único, naquela manhã, em todas as salas da Polícia Judiciária, a não estar em mangas de camisa, e pela primeira vez depois de tantos anos o comissário se perguntou por que aberração obrigavam esse homem quase venerável a usar no pescoço uma pesada corrente com uma enorme medalha. Há dias assim, nos quais se fazem perguntas impertinentes. Talvez fosse por causa do calor. Ou também porque a atmosfera de férias impedia de levar as coisas muito a sério. As janelas estavam todas abertas e o rumor de Paris vibrava na sala onde, antes da entrada de Joseph, Maigret se ocupava em seguir com os olhos uma vespa que girava em círculos e se chocava contra o teto invariavelmente no mesmo ponto. Metade dos inspetores estava na praia ou no campo. Lucas trazia na cabeça um chapéu-panamá que tinha um aspecto de choupana indígena ou de um abajur. O diretor geral partira na véspera, como todos os anos, para os Pirineus."Bêbada?" – perguntou Maigret ao funcionário. " Creio que não, sr. Maigret." Pois certas mulheres, quando bebem demais, sentem a necessidade de fazer revelações à polícia. "Nervosa?" "Ela me perguntou se ia demorar muito e respondi que não sabia sequer se o senhor a receberia. Depois sentou-se num canto da sala de espera e começou a ler o jornal." Maigret não recordava o sobrenome Micou, ou Jussiaume, nem o apelido Magricela, mas guardava uma lembrança precisa da Rue de la Lune, num dia muito quente como hoje, que deixa o asfalto elástico sob a sola dos sapatos e impregna Paris de um cheiro de betume.