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Marilyn e Jfk (Cód: 2624540)

Forestier Francois

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Descrição

Há biografias de Marilyn Monroe e biografias de John Fitzgerald Kennedy. Mas Marylin e JFK é o primeiro relato completo da história dos dois juntos, narrado como se fosse um roteiro de filme noir, rico em detalhes, emoção e humor negro.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Objetiva
Cód. Barras 9788573029376
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788573029376
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Jorge Bastos
Número da edição 1
Ano da edição 2009
MÊS FEVEREIRO
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 216
Peso 0.44 Kg
Largura 14.00 cm
AutorForestier Francois

Leia um trecho

PRELÚDIO Dallas, 22 de novembro de 1963 A bala penetra no crânio de John Fitzgerald Kennedy, abrindo uma cratera de 13 centímetros de diâmetro. O projetil Winchester Mannlicher-Carcano, calibre 6,5, dilacera a região parietal do cérebro, esmigalha a área somatomotora e explode, fraturando o osso e o frontal direito. Minúsculas lascas de metal se espalham. O lobo esquerdo pura e simplesmente desaparece. Pedaços do tecido e dos ossos se perdem, sob a pressão colossal provocada pela bala. Linhas de fratura como raios dardejando de um núcleo racham a caixa craniana. O sangue brota como um gêiser, atingindo todos que se encontram na limusine presidencial. O corpo de JFK, amolecido, é lançado contra o encosto do banco traseiro e desaba sobre o ombro de Jackie Kennedy. Ela está sentada à sua esquerda, a 15 centímetros, e grita: — Ah! não! Não, não, não! Atiraram em meu marido! Um pedaço de crânio com matéria cerebral voa para trás e cai sobre a tampa do porta-malas do automóvel. Jackie, de joelhos, sobe no capô e segue na direção do fragmento sanguinolento. Estranhamente, o agente William Greer, que está ao volante da limusine, diminui a velocidade, ficando a menos de 18 quilômetros por hora e contrariando, com isso, o regulamento. O agente Clint Hill, encarregado da segurança da primeira-dama, se aproxima às pressas. Ele segura Jackie, forçando-a a voltar para o interior do carro. Ela grita: — Meu Deus! Deram um tiro na cabeça! Teria sido a segunda, a terceira, a quinta bala? Ninguém sabe. Oito segundos e quatro décimos se passam entre o primeiro e o último tiro. Ao diminuir a velocidade, o chofer havia proporcionado um magnífico alvo. Em vez de partir a toda, Greer se vira para trás, incrédulo. Os motociclistas, que deviam escoltar o veículo e proteger os flancos, ficam para trás, sem nenhuma utilidade. Os demais agentes do Serviço Secreto — encarregado da segurança pessoal do Presidente — permanecem inertes. Na véspera, nove deles tinham saído para farrear na cidade e o último havia chegado às cinco horas da manhã. O governador do estado, John Connally, sentado com a esposa no banco dianteiro da limusine, desaba. Foi atingido. Sua mulher lhe segura a mão. — Mataram o Presidente, mataram o Presidente! Abraham Zapruder, um simples alfaiate judeu ucraniano, não se contém. Ele grita e grita cada vez mais. Sua câmera Bell & Howell 8mm grava tudo. E continua seguindo o veículo presidencial, com o zoom no máximo, filmando até ele desaparecer na escuridão de um túnel. Ao emergir do túnel, o agente Clint Hill ainda está estendido sobre o capô traseiro do veículo. Ele vê apenas uma massa vermelha no lugar da cabeça do Presidente e percebe um pedaço de cérebro no assento. Há sangue no encosto, nas portas, nas roupas de Jackie. Ela sussurra para o marido: — Jack, Jack, o que fizeram? Clint Hill grita: — Para o hospital, para o hospital! Na viatura de escolta, o agente Paul Landis, de pé no estribo, olha para o casal presidencial. Clint Hill acena com o polegar para baixo, em sinal de derrota. A velocidade aumenta e o caos se torna perceptível. De cada lado da rua as pessoas parecem paralisadas, enquanto outras se jogam no chão. Os guarda-costas do vice-presidente Johnson, em outro veículo, o haviam encoberto com os próprios corpos, para protegê-lo. A multidão comprimida ao longo do trajeto, com bandeirolas de boas-vindas, parece desnorteada. O carro presidencial, um Lincoln Continental SS-100- X, pesando quatro toneladas, parte a 140 quilômetros por hora. Está quase fora de controle. Ao alcançar a Stemmons Way, com as sirenes ligadas, pôde-se ver o Trade Mart, o centro comercial em que JFK está sendo esperado para fazer um discurso e onde um cartaz publicitário anuncia a estréia em breve de Move over, darling, que seria o último filme de Marilyn Monroe. Jackie Kennedy continua a sussurrar ao Presidente: — Jack, Jack, você pode me ouvir? O olho esquerdo de JFK está pendente, fora da órbita. A comitiva passa a ter à frente três motociclistas. As Harley-Davidson dos policiais derrapam: estão indo rápido demais. No automóvel, o governador Connally fica inconsciente e acha que está morrendo. A mulher olha para ele e murmura: — Tudo vai ficar bem, não se mexa muito. Ela ouve a voz de Jackie: — Ele morreu... Mataram-no. Jack, Jack, eu amo você! Ela repete essas poucas palavras e continua a repeti-las. A comitiva prossegue pelo Industrial Boulevard, depois pelo Harry Hines Boulevard, onde uma curva acentuada desemboca em um cruzamento com uma estrada de ferro. O carro, a toda a velocidade, bate nos trilhos. Os motociclistas levantam vôo. Os pneus cantam. O Lincoln, aos saltos, bate no asfalto. A cabeça do Presidente pende, encostada no colo de Jackie. O trajeto dura seis minutos. No Parkland Hospital, o Lincoln freia bruscamente. O agente Roy Kellerman salta e corre para a porta principal. Ninguém na Emergência. Nenhuma alma viva. Nenhuma maca sequer. Silêncio. Um jornal aberto tem como manchete a visita do Presidente a Dallas e convida o público para o filme Duelo ao sol, com Gregory Peck. O carro de escolta também estaciona na área de entrada. Kellerman grita: — Uma maca, uma maca! Depois se inclina para o governador Connally e diz: — Tudo vai ficar bem. Uma enfermeira aparece, com um ajudante. Dave Powers, amigo pessoal do Presidente e conselheiro especial, corre para o automóvel, onde Jackie permanece sentada, inerte, e exclama: — Meu Deus, o que fizeram? E cai em lágrimas. Jackie olha para ele: — Dave, ele morreu.