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Mata! - o Major Curió e As Guerrilhas No Araguaia (Cód: 4068409)

Leonencio Nossa

Companhia Das Letras

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Descrição

Resultado de dez anos de pesquisas em arquivos públicos e particulares, além de diversas viagens à região do Bico do Papagaio (confluência dos rios Araguaia e Tocantins) e de depoimentos de mais de 150 pessoas, Mata! pode ser lido de diferentes maneiras. Entre as numerosas facetas do livro - reportagem, relato histórico, pesquisa antropológica, reflexão política - a mais espetacular é, sem dúvida, seu conteúdo inédito de documentos sobre a Guerrilha do Araguaia (1966-74).
Leonencio Nossa, premiado jornalista de O Estado de S. Paulo e autor de livros como O rio e Homens invisíveis, teve acesso exclusivo ao lendário arquivo pessoal do major Sebastião Rodrigues de Moura, o Curió, um dos protagonistas da repressão da ditadura militar à guerrilha. O autor revela pela primeira vez detalhes das torturas e assassinatos que vitimaram dezenas de pessoas na década de 1970 na região do Araguaia, entre militantes do PC do B e simpatizantes locais.
Por outro lado, o livro também se deixa ler como um arrebatador panorama histórico do Bico do Papagaio e do sudeste do Pará - que se transformam, a partir do relato de Nossa, numa espécie de microcosmo dos conflitos sociais e fundiários do país. Mata! percorre quase duzentos anos na história da região, incluindo tragédias recentes como a exploração de ouro em Serra Pelada e os massacres de sem-terra, para compor um verdadeiro épico da desordenada ocupação do território amazônico a partir do século XX.

Características

Peso 0.77 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Companhia Das Letras
I.S.B.N. 9788535921113
Altura 23.00 cm
Largura 15.70 cm
Profundidade 3.00 cm
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788535921113
Ano da edição 2012
AutorLeonencio Nossa

Leia um trecho

Trecho Com 1m 68 de altura, cabelos tingidos de dourado, relógio de ouro e calça branca, Curió andava a passos lentos pelas ruas empoeiradas. Ele não era mais imperador da Amazônia, título do tempo em que vistoriava o garimpo sem pôr os pés no chão. No cargo de prefeito, ainda benzia cabeças de crianças e idosos. Era chamado de Velho por quem o carregara nos ombros ou pelos opositores que tinham surgido. [...] Aqui, ele mandou na lábia e com pistola na cintura. Só aceitava conversar sobre a guerrilha num banco da praça Curió, rodeado de aliados e seguranças, que ficavam em pé e de braços cruzados. Descruzavam para aplaudi-lo nas respostas ríspidas. Cerca de cinquenta pessoas se aglomeravam. Ele escolhia o banco perto do som que tocava melody, um ritmo regional, para inviabilizar a “prova” da gravação. Terminava de falar quando aumentavam o volume. Eu tinha a impressão de que era algo combinado. Ele lamentava o barulho e ia embora com os simpatizantes. É do tipo que a gente só escuta.