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Mentes & Manias (Cód: 147823)

Silva,Ana Beatriz Barbosa

Gente

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Descrição

Preocupar-se excessivamente com limpeza, lavar as mãos, a todo momento, revisar diversas vezes antes de se deitar se portas e janelas estão fechadas são alguns exemplos de ações populares conhecidas como 'manias' e que, na verdade, são sintomas de um transtorno que interfere de forma acentuada na vida das pessoas: o Transtorno Obsessivo- Compulsivo (TOC). Ao contrário de quem sofre de outros transtornos do comportamento, quem vive com esse transtorno costuma achar as próprias idéias e ações 'idiotas', 'bobas', 'ridículas', 'absurdas', mas mesmo assim não consegue controlá-las. Em 'Mentes & Manias', a doutora Ana Beatriz Barbosa Silva recorre ao seu vasto conhecimento, resultante de prática clínica, e faz um passeio pelo interior das partes do nosso cérebro desvendando todas as faces do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), que influenciam nosso pensar e agir. Além disso, o livro fornece subsídios aos familiares para que possam entender a condição dos parentes e amigos que sofrem de TOC a fim de ajudá-los.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Gente
Cód. Barras 9788573124125
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 8573124121
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2004
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 184
Peso 0.34 Kg
Largura 16.00 cm
AutorSilva,Ana Beatriz Barbosa

Leia um trecho

1 A NORMALIDADE DA IMPERFEIÇÃO HUMANA Todo mundo tende a pensar coisas desagradáveis, a temer coisas desagradáveis. Todos temos também a tendência de tentar corrigir os erros e evitá-los. Sem isso seríamos incapazes de cuidar minimamente de nosso bem-estar. Portanto é importante termos esta característica funcionando de maneira adequada, na intensidade e na freqüência corretas. Quando esse circuito degringola, passando a funcionar muito intensa e repetidamente, abre-se o caminho para o desenvolvimento do TOC, uma vez que os erros cometidos - em especial os que se traduzem na forma de gafes sociais - se tornam motivos de ruminação mental, gerando as idéias obsessivas desencadeadoras de grande ansiedade e no fim produtoras de atitudes compulsivas que oferecem alívio momentâneo, mas resultam no aprisionamento da pessoa num círculo vicioso que tende a se cristalizar com o tempo. O transtorno obsessivo-compulsivo constitui, com certeza, um dos quadros mais intrigantes e desafiadores da psiquiatria e psicologia atuais. Ele se caracteriza pela presença de obsessões e/ou compulsões. As obsessões seriam pensamentos ou idéias recorrentes de caráter intrusivo e desagradável que causam muita ansiedade e tomam uma parcela significativa do tempo dos indivíduos que sofrem desse distúrbio. As compulsões, conhecidas popularmente como "manias", são comportamentos, ações ou atitudes de aspecto repetitivo que a pessoa com TOC é levada a adotar em resposta a uma obsessão com o intuito de reduzir a ansiedade provocada por esta. Assim, podemos afirmar que as obsessões provocam intenso desconforto emocional na forma de ansiedade; já as compulsões tenderiam, pelo menos no início, a despertar a sensação de alívio. Como vemos, as obsessões são pensamentos da própria pessoa a desencadear atos (compulsões) que muitas vezes não fazem sentido. Aí está o aspecto tão instigante do TOC. Como entender que pessoas inteligentes, cultas e, muitas delas, profissionais responsáveis e de destaque em sua área de atuação acabem se tornando escravas das próprias idéias e ações? Como entender que essas pessoas se envergonhem e julguem seus pensamentos e atitudes absurdos e ridículos? Somente entrando nesse universo podemos tentar responder a estas e muitas outras perguntas que indivíduos com TOC ou pessoas que convivem com eles se fazem todos os dias. 2 QUEM PENSA DEMAIS VIRA FILÓSOFO OU SOFRE: A QUESTÃO DAS OBSESSÕES Muitos de nós sentimos um leve incômodo quando deparamos com um sapato virado de cabeça para baixo. É quase impossível que não nos venha à cabeça a idéia de que algo pode acontecer com nossa mãe. Embora achemos ridículo e deixemos o sapato virado do mesmo jeito, o próximo pensamento que pode nos assaltar é o de culpa, de que não nos importamos com nossa mãe, afinal estamos dando mais importância ao raciocínio lógico do que ao significado do famigerado sapato de sola para o ar. Por fim, com um resignado "tá bom, não custa nada", acabamos desvirando o sapato e explicamos para nós mesmos, a título de consolo, que isso não passa de "desencargo de consciência". Na hora de dormir, podemos passar de novo por uma situação parecida se percebermos que a porta do armário está aberta. A gente não quer sair debaixo da coberta, mas de vez em quando espicha o olho e dá de cara com a porta escancarada e tudo escuro lá dentro do armário. O que nos faz ficar espionando a inocente fresta é a lembrança de que "porta de armário aberta chama...". Mas você não quer pensar na palavra e nem espera para concluir a frase. Sai do aconchego, levanta-se, fecha a porcaria da porta e convence a si mesmo que o motivo que o levou a fazer isso é impedir que entrem baratas em seu armário. O fato é que sempre estamos imersos em numerosos pensamentos. Pensamentos bons, pensamentos ruins, bobos, grandiosos, de todos os tipos. Muitas vezes nem estamos conscientes deles, mas nós os temos o tempo todo. E é comum também termos pensamentos que nos incomodam, pois não condizem com nosso modo de ser, de pensar e de agir. Assim, acreditamos que não deveríamos tê-los ou que é errado tê-los, como se isso fosse indicativo de alguma falha de caráter sufocada ou de que temos um "lado negro" escondido. Por exemplo, imaginar-se enchendo de algodão a boca de seu irmãozinho recém-nascido que não pára de berrar é um pensamento que pode vir a sua cabeça se você é um adolescente impaciente que precisa acordar cedo no dia seguinte e ainda por cima não perdoa os pais por tê-lo desbancado da posição de caçula. É normal virem esses pensamentos doidos a nossa cabeça de vez em quando, meio agressivos, meio catastróficos, dando representação a nossos medos mais escondidos ou, no caso acima, não assumidos desejos de "vingança". O problema está em imaginar que não deveríamos tê-los de modo algum, que é proibido tê-los ou que eles podem trazer conseqüências funestas, tornando-se realidade. Se pensamos assim, o tiro sai pela culatra: quanto mais evitamos tais pensamentos ou nos preocupamos com eles, mais presentes e insistentes eles se tornam em nossa mente. Não querer pensar em algo já nos faz pensar neste algo. E, por dar tal importância a esses pensamentos, aumentamos muito o risco de tê-los repetidamente. Se existisse um ditado para isso, poderia ser algo assim: "Quem seus pensamentos espanta, mais os acalanta". Para testar esse ditado, você pode fazer o seguinte: feche os olhos e durante trinta segundos force-se a pensar em um camelo no deserto (você pode acrescentar palmeiras, cactos, pirâmides, mas o importante é o camelo). Obrigue-se a pensar só no camelo. Pode ser que durante esses trinta segundos outros pensamentos tenham invadido sua mente, isso é natural. Mas não deve ter sido tão difícil. Agora faça de forma diferente: feche os olhos e, durante trinta segundos, pense em qualquer coisa, menos no camelo. É proibido pensar no camelo. Desta vez você sentirá que foi mais difícil. Só pelo fato de tentar afastar o pensamento do camelo, acabamos sem querer tornando-o mais intrusivo e persistente. Foi o que aconteceu com Amaro, administrador de empresas de 49 anos, quando tentava afastar o pensamento do... Bem, ele vai partilhar conosco sua experiência: Quando eu era adolescente, ficava supernervoso quando começava a tocar "Sympathy for the devil" - algo como afinidade pelo demônio ou simpatia pelo demônio -, música dos Rolling Stones. Na época eu estava completando o catecismo e achava terrível ouvir uma música daquelas. Mas não ficou só aí. Depois passei a ter medo de simplesmente pensar na música e cheguei a um ponto em que qualquer outra coisa me remetia a devil , como ver uma luz vermelha ou algum bicho que tivesse chifres. Daí, já tinha virado um martírio se eu visse um carro freando e se acendesse uma luz vermelha ou se, na TV, passasse algum desenho ou reportagem com animais.

Avaliações

Avaliação geral: 5

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Mentes e Manias recomendou este produto.
12/09/2016

excelente e muito bem explicativo

maravilhoso
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