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Morrer em Bagdá (Cód: 2612392)

Antoon,Sinan

Globo Editora

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Descrição

Morrer em Bagdá - Um romance iraquiano, de Sinan Antoon, poderia ter como título, igualmente, viver em Bagdá. Mais exatamente: viver em Bagdá sob o regime de Saddam Hussein. O livro, de autoria do mais importante jovem autor iraquiano exilado, com tradução direta do árabe por Khalid B. M. Tailche, contou ainda com a revisão técnica de Mamede Mustafa Jarouche e com a revisão literária de Ricardo Lísias.
A espessura realista do relato e a força do transporte para certa realidade particular (que o romance realiza de maneira mais profunda que outras artes, como o cinema) são aqui garantidas pelo artifício de fazer o personagem central escrever o livro. Assim, não lemos o romance de Sinan Antoon, mas o manuscrito de um ex-prisioneiro (Furat) achado nos arquivos da polícia de Bagdá. O manuscrito nos leva, então, do dia-a-dia na prisão à adolescência e juventude do prisioneiro, misturando presente e passado, memória e alucinação, lado interno da prisão e lado externo - isto é, a prisão maior que era o país sob a opressão política, abrindo uma janela para o modo como a opressão, na prática, impregna a e se impregna na vida das pessoas e do país.
Nem tudo, porém, é política num bom romance político. Neste caso, o lado claustrofóbico é contrabalançado pelo relato dos dias de universidade, incluindo interesses literários, esportivos (futebol), romântico-sexuais e familiares. São mulheres, aliás, os dois principais personagens do livro depois do narrador/autor: sua namorada e sua avó materna. Esta representa a tradição familiar, de crença cristã caldéia (mais antiga que a própria presença árabe na região). E cujo conservadorismo adquire involuntários aspectos subversivos, pois a supremacia de Deus e da família se opõem àquela do Líder e do Estado. Também sua namorada é subversiva por inconsciência, ao acolher, não o passado, mas o presente imediato e imperativo do desejo.
O título original do romance, Ijaam, refere-se aos pontos ou pingos que, na escrita árabe, distinguem as grafias de várias letras entre si (são os pontos, por exemplo, que diferenciam B de N, S de X, Z de R etc.). Pode-se escrever com ou sem os pontos nas letras. No segundo caso, depreende-se o significado da palavra pelo contexto. O manuscrito encontrado na prisão não tem os pontos. E a primeira decisão do burocrata que o encontra é mandar colocar os pontos, para eliminar ambigüidades (algo como 'pôr os pingos nos ii'). Daí o título do livro. Tal título tem, porém, também claras conotações metafóricas: por um lado, é o regime quem assim determina o sentido final do texto; por outro lado, é o livro que o leitor tem em mãos que, afinal, serve para 'pôr os pingos nos ii' quanto à vida no Iraque de Saddam Hussein.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Globo Editora
Cód. Barras 9788525046000
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788525046000
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Khalid B. M. Tailche
Número da edição 1
Ano da edição 2008
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 136
Peso 0.44 Kg
Largura 14.00 cm
AutorAntoon,Sinan