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Nunca Deixe de Tentar - Col. Na Vida Como no Esporte (Cód: 2632660)

Jordan, Michael

Sextante / Gmt

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Descrição

Este é o primeiro título da coleção 'Na Vida Como no Esporte', que revela os princípios nos quais grandes atletas e treinadores pautaram suas trajetórias e mostra como esses valores transcendem o universo esportivo e podem ser aplicados à vida pessoal e profissional. Organizada pelo técnico da seleção brasileira masculina de voleibol, Bernadinho, a série abre com o depoimento de Michael Jordan sobre a busca pela excelência e os fundamentos que nortearam sua brilhante carreira.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
I.S.B.N. 9788575424612
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 80
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788575424612
Número da edição 1
Ano da edição 2009
AutorJordan, Michael

Leia um trecho

Meu principal objetivo sempre foi me tornar o me lhor, mas, ao me aproximar de cada meta, fazia isso passo a passo. Foi por essa razão que não tive medo de ir para a Universidade da Carolina do Norte (uma instituição de enorme tradição no basquete norte-americano) depois de concluir o ensino médio. Muitos diziam que aquela não era a melhor escolha porque eu não seria capaz de jogar em um nível tão elevado. Sugeriam que eu optasse pela Academia da Força Aérea, porque assim teria um emprego ao terminar a faculdade. Cada um traçava um plano diferente para mim. Mas eu tinha as minhas próprias convicções. Sempre procurei fixar metas de curto prazo. Ao olhar para trás, pude ver como cada um daqueles passos ou conquistas me levou à etapa seguinte. Quando, no segundo ano do colégio, fui cortado do time principal, aprendi algo muito importante. Compreendi que nunca mais queria me sentir tão mal. Nunca mais queria experimentar aquele gosto amargo na boca, aquele buraco no estômago. Então estabeleci como objetivo conquistar um lugar de titular no time principal. E mantive o foco nisso durante todo o verão. Enquanto me exercitava e aprimorava meu jogo, era só nisso que eu pensava. Quando consegui, tracei outra meta razoável e realista que poderia alcançar se trabalhasse duro o suficiente. A todo instante eu procurava visualizar aonde queria chegar, que tipo de jogador queria me tornar. Encarava tudo com o meu objetivo em mente. Sabia exatamente aonde queria chegar e mantinha o FOCO naquela direção. À medida que alcançava as minhas metas, os resultados iam se somando. E eu ganhava confiança a cada conquista. Desse modo, construí a convicção de que poderia competir pela Universidade da Carolina do Norte. Para mim, era um trabalho puramente mental. Nunca precisei escrever nada. Apenas me concentrava no próximo passo. Acho que eu poderia ter aplicado esse método a qualquer coisa que tivesse escolhido fazer. Não é muito diferente de alguém que deseja se tornar médico. Se esse é o seu objetivo, mas você só tira nota 5 em Biologia, a primeira coisa que deve fazer é tirar 7 para, então, tirar 10. É preciso se aperfeiçoar e superar esse primeiro obstáculo antes de enfrentar matérias como Química ou Física. Dê pequenos passos. Senão estará correndo o risco de sofrer todo tipo de frustração. De que modo você iria adquirir confiança se a única medida do seu sucesso fosse se tornar médico? Se você se esforçasse ao máximo e não conseguisse, isso significaria que toda a sua vida é um fracasso? É claro que não. Todas essas etapas são como peças de um quebracabeça. Juntas elas formam uma imagem. Quando a imagem está completa, a meta foi atingida. Se isso não acontecer, não é razão para ficar deprimido. Se você fez o melhor que pôde, terá conquistado algo ao longo do caminho. Poucos conseguem formar a imagem completa. Nem todos chegam a ser o melhor vendedor ou o melhor jogador de basquete. Mas ainda assim você pode ser considerado um dos melhores e, portanto, um sucesso. É por essa razão que sempre fixei metas de curto prazo. Seja no golfe, no basquete, nos negócios, na vida familiar ou até mesmo no beisebol, estabeleço metas realistas e mantenho o foco nelas. Faço perguntas, leio, ouço. Não tenho receio de perguntar quando não sei algo. Por que deveria? Estou tentando chegar a algum lugar. Ajude-me, me dê uma orientação – não há nada de errado nisso. Um passo de cada vez. Não consigo imaginar nenhuma outra maneira de realizar algo. ponto a ponto • Quando fala em se tornar o melhor, Michael Jordan trata da busca pela excelência. Devemos seguir seu exemplo ao tentar desenvolver plenamente nosso potencial, evitando nos comparar aos outros. • É fundamental fixar metas de curto prazo para que possamos avaliar, passo a passo, o nosso desempenho e verificar se o nosso caminho se mantém alinhado ao objetivo final. • Ao relatar seu corte da equipe, Jordan mostra como usar a derrota como fonte de motivação, passando a se dedicar de forma ainda mais intensa à preparação, na busca da realização de seu sonho. Derrotas podem ser encaradas como lições de sabedoria. Para isso, devemos assumir nossas responsabilidades, sem atribuir culpas a terceiros. Preci samos investigar as verdadeiras causas da derrota para que possamos aprender com nossos erros e corrigir nossas estratégias futuras. • Se há uma característica comum aos grandes campeões em qualquer área de atividade, é a habilidade de manter o foco. Há algum tempo li um artigo na revista Fortune, intitulado “What It Takes to Be Great”, em que pesquisadores ingleses revelam as virtudes que caracterizam as pessoas excepcionais: determinação e foco. Eles chegaram à conclusão de que o verdadeiro talento está na capacidade de trabalhar duro na busca de um objetivo preciso. • É importante determinar metas factíveis para não gerar frustrações. Numa palestra para os funcionários de uma grande empresa, comen tei que, ao assumir o comando da seleção feminina, em 1993, estabeleci como objetivo chegar ao pódio – ou seja, ser um dos três primeiros colocados – em todas as competições de que participássemos. Embora ambiciosa, essa meta parecia realizável. Fui indagado por que o objetivo principal não tinha sido conquistar o ouro em todas as competições. Expliquei então que estaria conduzindo a equipe a inevitáveis frustrações, pois enfren ta ríamos adversárias extremamente competentes e vitoriosas, como Cuba, que dominava o cenário mundial na década de 1990. Lutávamos sempre pelo ouro, mas entendíamos que desempenhos excelentes muitas vezes nos condu - ziriam à prata ou ao bronze – e que isso também deveria ser encarado como sucesso. • John Wooden, um dos maiores treinadores da história do basquetebol universitário americano, diversas vezes campeão com suas equipes da UCLA, nos apresenta a seguinte definição de sucesso: “É a paz de espírito proveniente da consciência de que você fez o maior esforço possível para se tornar o melhor dentro do seu potencial.” Ele reforça, assim, a importância da busca permanente pela excelência. • Há pouco tempo, assisti a uma palestra do presidente da Vale, Roger Agnelli, sobre empreendedorismo. Ao ser questionado sobre o tipo de conselhos e orientações que dava a seus filhos, ele respondeu: “Sejam curiosos.” Agnelli contou que os instigava constantemente a perguntar, ler e estudar, cultivando a humildade e tendo consciência de que a vida é um processo de aprendizado permanente.