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Nunca Diga Adeus - a Primeira Viagem Dos Filhos Para Uma Colônia de Férias... (Cód: 4045826)

Magee,Doug

Arqueiro

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Descrição

Com apenas 9 anos, Sarah está prestes a viver uma grande aventura: vai viajar sem os pais pela primeira vez na vida. A viagem tinha tudo para ser feliz e inesquecível, mas logo se transforma num terrível pesadelo. Sem o marido para ajudá-la, Lena, mãe de Sarah, confere e assina os documentos autorizando a ida da filha. David saiu de casa cedo dizendo que recebera uma ligação do trabalho. Mais uma desculpa esfarrapada que ela não engoliu. O casamento está em crise, mas ela acredita que os dois vão conseguir se acertar no período em que a menina estiver fora. Já pensando nos momentos a sós com o marido, Lena entra em pânico quando uma segunda van chega para buscar Sarah. Pouco depois, ela descobre que o primeiro motorista não faz parte da equipe do acampamento e que sua filha e outras três crianças foram sequestradas. Após algumas horas, os criminosos enviam um e-mal exigindo 1 milhão de dólares para libertar as vítimas. Mas as condições para a entrega do dinheiro lançam suspeitas sobre alguns dos pais, e os casais começam a se voltar uns contra os outros, expondo seus segredos e relacionamentos já desgastados. Neste suspense de tirar o fôlego, o desespero e a ganância levam algumas pessoas a tomar decisões impensáveis. Mas a fé e a intuição sempre podem superar as dificuldades.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Arqueiro
Cód. Barras 9788580410488
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788580410488
Profundidade 1.40 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Nogueira, Celso
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 240
Peso 0.30 Kg
Largura 16.00 cm
AutorMagee,Doug

Leia um trecho

Aquele não era um evento Essa desculpa ela nunca poderia dar. Não para um acontecimento desses, único na vida. Porém, imaginara e ensaiara tanto aqueles momentos, listando possíveis problemas e soluções, que parecia já ter passado por tudo aquilo inúmeras vezes quando finalmente chegou a hora de levar Sarah até a van do acampamento e deixar que sua única filha, de apenas 9 anos, viajasse sem os pais pela primeira vez na vida. Quando suas fantasias se concretizaram, sem que nada de errado acontecesse, a correspondência entre imaginação e realidade tornou ainda mais autênticos aqueles poucos minutos de despedida. Ela não foi enganada por um indivíduo esperto, e sim por suas próprias expectativas. As pessoas veem o que querem ver. Mágicos e vigaristas sabem muito bem disso. Somos ao mesmo tempo cegos e confiantes. Acreditamos em nossa interpretação do que vemos, pois agir de outra forma nos paralisaria. Somos todos cegos. Esse foi seu mantra nos tempos sombrios, as palavras que impediam que a culpa torturante daquela época a consumisse. Todos os indícios de que tudo o que via era real estavam bem ali. Nem pensou em questionar os fatos. Se David estivesse com ela, talvez um dos dois houvesse estranhado, dado um passo atrás e questionado. Mas não foi assim que aconteceu. Lena havia ficado sozinha para organizar as coisas, controlar o medo, pôr Sarah na van e se despedir da filha. Uma hora antes, sem aviso prévio, David saíra do quarto dizendo que tinha recebido um chamado pelo celular e precisava ir até o trabalho. – Surgiu um problema, precisam de mim – dissera ele. Lena duvidou que fosse verdade. Essas ligações do serviço, pelo que se lembrava, eram sempre feitas para o telefone fixo. Além disso, era sábado e ele estaria de férias pelas duas semanas seguintes. David nem ocupava um cargo tão importante assim a ponto de precisar se ausentar para resolver problemas no trabalho justamente no dia em que a filha iria pela primeira vez para um acampamento. Lena já cogitava questionar o telefonema e a necessidade de ele sair quando percebeu que o marido não a encarava. Talvez a situação fosse difícil demais para ele. Talvez ele não gostasse de despedidas e, quem sabe, temesse o tempo que ia passar sozinho com a mulher, após a partida de Sarah. Por isso Lena resolveu não falar nada e deixou passar a mentira.