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O Amor Vence - Um Livro Sobre o Céu, o Inferno e o Destino de Todas As Pessoas... (Cód: 4226607)

Bell, Rob

Sextante / Gmt

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O Amor Vence - Um Livro Sobre o Céu, o Inferno e o Destino de Todas As Pessoas...

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Descrição

Com mais de 300 mil livros vendidos, Rob Bell apresenta uma nova e transformadora visão sobre o que Jesus realmente queria nos ensinar quando veio à Terra.

Rompendo com alguns conceitos clássicos do cristianismo – como céu e inferno, condenação e salvação, culpa, arrependimento e obediência –, ele nos faz questionar tudo aquilo em que acreditamos e nos inspira a fazer perguntas capazes de libertar nosso coração do cárcere que a religião nos impôs.

Por que Deus teria criado bilhões de seres humanos para depois ameaçá-los com o castigo eterno? Por que temos que obedecer a todas as suas regras se seu amor é incondicional? Por que as pessoas ruins que oram estão mais próximas Dele do que as boas que não frequentam a igreja?

E se o próprio Jesus veio até nós para nos estimular a perguntar, questionar, refletir? E se tudo o que nos ensinaram a respeito de Deus estiver errado? E se o céu e o inferno existirem aqui e agora?

Neste livro polêmico, intenso e apaixonante, você vai descobrir todas as respostas a essas perguntas.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575428306
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788575428306
Profundidade 1.00 cm
Peso 0.27 Kg
Largura 14.00 cm
AutorBell, Rob

Leia um trecho

Capitulo 1 – E se furar o pneu?

Muitos anos atrás, organizamos uma exposição de arte em nossa igreja. Após uma série de palestras sobre pacificação, convidamos os artistas a exporem suas obras, apresentando quadros, esculturas e poemas que refletissem seu entendimento sobre o que significava ser um pacificador. Uma mulher incluiu em seu trabalho uma citação de Mahatma Gandhi, que muitas pessoas consideraram bastante pertinente. Mas nem todas. Alguém colou um pedaço de papel sobre a obra de arte. Nesse papel estava escrito: “Ele está no inferno”. Sério? Gandhi está no inferno? Temos confirmação disso? Alguém tem certeza? E esse alguém decidiu assumir a responsabilidade de informar isso para todos nós? Será mesmo que, entre todos os bilhões de pessoas que já viveram apenas um pequeno grupo conseguirá ir “para um lugar melhor”, e todas as outras criaturas sofrerão castigos para sempre? Isto é aceitável para Deus? Será que Ele criou bilhões de pessoas ao longo de dezenas de milhares de anos para deixá-las passar a eternidade em aflição? Deus pode fazer isso, ou mesmo permitir isso, e ainda assim se apresentar como um Deus amoroso? Será que Deus castiga pessoas com o tormento infinito e eterno por coisas que elas fizeram nos seus poucos e finitos anos de vida? Essas perguntas não levantam apenas questões sobre Deus, mas também sobre a natureza de nossas crenças. Por que eles? Por que você? Por que eu? Por que não ele, ela ou eles? Se apenas algumas pessoas vão para o céu, o mais difícil de entender é: como elas são escolhidas? Casualidade? Sorte? Seleção aleatória? Ter nascido no lugar certo, na família certa ou no país certo? Ter um pastor jovem que “se relaciona bem com a garotada”? Escolha divina? Que tipo de fé é esta? Ou, ainda mais importante: Que tipo de Deus é este? Sempre que um povo afirma que um grupo está salvo, aceito por Deus, perdoado, iluminado, redimido – e todos os outros não –, por que é que os que fazem esta afirmação estão sempre no grupo que está “dentro”? Você já escutou alguém falar sobre os escolhidos e não se dizer parte integrante desse grupo? Certa vez, ouvi uma mulher contar que, durante o velório de um amigo da filha – morto num acidente de carro –, um homem aproximou-se e lhe perguntou se o rapaz era cristão. A menina disse que o amigo se dizia ateu. O homem então lhe disse: “Neste caso, não há esperança”. Não há esperança? É esta a mensagem cristã? “Não há esperança”? É isso que Jesus oferece ao mundo? É este o chamado santo dos cristãos, anunciar que não há esperança? A morte de jovens como esse levanta uma questão sobre a “idade da prestação de contas”. Alguns cristãos acreditam que até certa idade as crianças não são responsáveis pelas suas crenças; logo, se morrerem nesse período, tem seu lugar assegurado ao lado de Deus. Porém, quando atingem determinada idade, elas se tornam responsáveis por aquilo em que creem e, se morrerem, estarão com Deus apenas se tiverem dito, feito, ou acreditado nas coisas “certas”. Para os que aceitam essa teoria, a idade da prestação de contas é por volta dos 12 anos. Essa ideia sugere uma série de questões, e uma delas é o risco que cada vida nova enfrenta. Se todos os bebês que nascessem fossem criados para não crer nas coisas certas e, desta forma, fossem condenadas ao inferno, então interromper a vida de uma criança prematuramente – em algum momento entre a concepção e os 12 anos – seria, na verdade, uma atitude amorosa, pois garantiria que ela acabasse no céu e não no inferno. Esse assunto suscita outras perguntas que envolvem a morte de uma criança. O que acontece quando um ateu de 15 anos morre? Haveria uma janela de três anos em que ele poderia tomar a decisão que mudaria seu destino? Ele perdeu sua chance? E se ele tivesse vivido até os 16 e justamente no décimo sexto ano viesse a crer naquilo que “deveria”? O acesso a Deus estava limitado àquele período de três anos? Ou ainda: se a mensagem de salvação não chegasse ao rapaz antes de sua morte, então ele era apenas um azarado? E o que exatamente deveria acontecer naqueles três anos para mudar seu futuro? Ele teria que passar por alguma cerimônia ou um ritual específico? Ou assistir a alguma aula? Ou ser batizado? Ou frequentar uma igreja? Ou teria que acontecer uma mudança em algum lugar do seu coração? Alguns acreditam que ele deveria orar. Os cristãos não são unânimes sobre qual deveria ser a oração específica, mas, para muitos, a ideia básica é que o único meio para se chegar ao céu é orando, pedindo perdão a Deus e declarando que aceita Jesus, que crê que ele morreu na cruz para pagar o preço de seus pecados e que deseja ir para o céu quando morrer. Há quem chame isso de “aceitar Jesus”, outros, de “oração do pecador”, e ainda há quem chame de “ser salvo”, “nascer de novo” ou “ser convertido”. O que dá origem é claro, a mais perguntas. O que dizer das pessoas que recitaram alguma oração em algum momento da vida, mas que hoje não significa nada para elas? E aqueles que oraram em um ambiente altamente carregado de emoção, como um acampamento jovem ou culto de igreja, somente porque era a coisa a ser feita, mas não tinham consciência do que estavam fazendo? E aquelas que não se declaram cristãs, mas têm atitudes mais parecidas com as de Cristo do que os próprios cristãos? Logo somos levados a perguntas perturbadoras sobre a própria mensagem de Jesus. Alguns religiosos acreditam que tudo o que importa é ir ou não para o céu. Então é esta a mensagem? É disso que trata a vida? Um caminho para chegar a outro lugar? Se o evangelho afirma isso – se o papel de Jesus é levar as pessoas para outro lugar –, então a mensagem central do cristianismo não diz respeito a esta vida, e sim a providenciar aquilo de que você precisa para a vida futura. O que, é claro, desperta outra pergunta: Isto é o melhor que Deus pode fazer? Toda essa discussão suscita um questionamento ainda mais desconcertante: Então não importa o tipo de pessoa que eu sou, contanto que tenha orado e acreditado nas coisas certas? Se realmente é nisso que os religiosos creem, não há mais motivação para fazer qualquer coisa que possa aplacar o sofrimento do mundo, porque o que vale é acreditar que vamos partir algum dia para estar com Jesus em outro lugar. Se é este o entendimento que as pessoas fazem das palavras de Jesus, é possível que acabemos em um mundo de bilhões de seres humanos pobres, famintos e sedentos, com a Terra sendo explorada e poluída, com a doença e o desespero se espalhando por toda parte enquanto os cristãos não estão nem aí. Como se isso não fosse ruim o bastante, poderíamos até ver pessoas rejeitando Jesus por causa da forma como agem seus seguidores.