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O Guardador de Águas (Cód: 422866)

Manoel de Barros

Record

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Descrição

Não nos enganemos: as águas que Manoel de Barros guarda não são límpidas, nem tão cristalinas como o que, a princípio, pode ser evocado pelo nome deste livro. 'O GUARDADOR DE ÁGUAS' não é atraído pela beleza das coisas, mas pela doença delas. Por isso, é da natureza dos mínimos seres aquáticos que o guardador nos fala. São as larvas, as rãs, os escorpiões de areia, os seres que habitam a líquida matéria. E, menos que personagens, menos que objetos evocados pela voz do guardador, esses seres são, eles próprios, a coisa que pulsa, que fala, que faz a poesia de Manoel de Barros.
Água de palavra. Água de letra. Água de escrita. É possível escrever na água? Em dialeto-rã, este livro se escreve. São macerações de sílabas, inflexões, elipses, refegos, o que ouvimos, quando ouvimos não apenas o guardador, mas as águas que ele guarda. É de bom-tom que não nos apressemos: as águas aqui não correm, antes escorrem, mornas, no ritmo dos pântanos ou no olhar mudo de Bernardo.
Se as coisas são as coisas e mais nada, o ofício do poeta será não exatamente falar delas, mas deixá-las falar nele, e só depois escrever, entre o coaxo e o arrulo, essa poesia de líquida matéria. Cabe ao poeta, então, escrever o que sobra das águas que escorrem: húmus, barro, dejetos. Escrever o que sobra das águas e vai apodrecer nas margens - o resto. Disso sabe bem o guardador: que a água escreve, que o húmus faz poesia, que o resto é literatura.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Record
Cód. Barras 9788501054562
Altura 0.00 cm
I.S.B.N. 8501054569
Profundidade 0.00 cm
Idioma Português
País de Origem Brasil
Peso 0.12 Kg
Largura 0.00 cm
AutorManoel de Barros