Artboard 33 Artboard 16 Artboard 18 Artboard 15 Artboard 21 Artboard 1 Artboard 2 Artboard 5 Artboard 45 Artboard 45 Artboard 22 Artboard 9 Artboard 23 Artboard 17? Artboard 28 Artboard 43 Artboard 49 Artboard 47 Artboard 38 Artboard 32 Artboard 8 Artboard 22 Artboard 5 Artboard 25 Artboard 1 Artboard 42 Artboard 11 Artboard 41 Artboard 13 Artboard 23 Artboard 10 Artboard 4 Artboard 9 Artboard 20 Artboard 6 Artboard 11 Artboard 7 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 12 Artboard 25 Artboard 34 Artboard 39 Artboard 24 Artboard 13 Artboard 19 Artboard 7 Artboard 24 Artboard 31 Artboard 4 Artboard 14 Artboard 27 Artboard 30 Artboard 36 Artboard 44 Artboard 12 Artboard 17 Artboard 17 Artboard 6 Artboard 27 Artboard 19 Artboard 30 Artboard 29 Artboard 29 Artboard 26 Artboard 18 Artboard 2 Artboard 20 Artboard 35 Artboard 15 Artboard 14 Artboard 48 Artboard 50 Artboard 26 Artboard 16 Artboard 40 Artboard 21 Artboard 29 Artboard 10 Artboard 37 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 46 Artboard 8

O Inferno de Gabriel (Cód: 4658321)

Reynard, Sylvain

Arqueiro

Ooopss! Este produto está temporariamente indisponível.
Mas não se preocupe, nós avisamos quando ele chegar.

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

R$ 49,90 R$ 44,90 (-10%)
Cartão Saraiva R$ 42,66 (-5%) em até 1x no cartão ou em até 2x de R$ 22,45 sem juros

Crédito:
Boleto:
Cartão Saraiva:

Total: R$0,00

Em até 1x sem juros de R$ 0,00


O Inferno de Gabriel

R$44,90

Descrição

A salvação de um homem. O despertar da sexualidade de uma mulher.



Enigmático e sedutor, Gabriel Emerson é um renomado especialista em Dante. Durante o dia assume a fachada de um rigoroso professor universitário, mas à noite se entrega a uma desinibida vida de prazeres sem limites.



O que ninguém sabe é que tanto sua máscara de frieza quanto sua extrema sensualidade na verdade escondem uma alma atormentada pelas feridas do passado. Gabriel se tortura pelos erros que cometeu e acredita que para ele não há mais nenhuma esperança ou chance de se redimir dos pecados.



Julia Mitchell é uma jovem doce e inocente que luta para superar os traumas de uma infância difícil, marcada pela negligência dos pais. Quando vai fazer mestrado na Universidade de Toronto, ela sabe que reencontrará alguém importante – um homem que viu apenas uma vez, mas que nunca conseguiu esquecer.



Assim que põe os olhos em Julia, Gabriel é tomado por uma estranha sensação de familiaridade, embora não saiba dizer por quê. A inexplicável e profunda conexão que existe entre eles deixa o professor numa situação delicada, que colocará sua carreira em risco e o obrigará a enfrentar os fantasmas dos quais sempre tentou fugir.


Primeiro livro de uma trilogia, O inferno de Gabriel explora com brilhantismo a sensualidade de uma paixão proibida. É a história envolvente de dois amantes lutando para superar seus infernos pessoais e enfim viver a redenção que só o verdadeiro amor torna possível.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
Cód. Barras 9788580411263
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788580411263
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Fabiano Morais
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 512
Peso 0.64 Kg
Largura 16.00 cm
AutorReynard, Sylvain

Leia um trecho

Capítulo Um

A voz do professor Gabriel Emerson ecoou pela sala de aula até a atraente jovem de olhos castanhos sentada no fundo, imersa em seus pensamentos, de cabeça baixa, escrevendo furiosamente num caderno:
 – Srta. Mitchell? Dez pares de olhos se viraram para seu rosto pálido, de cílios longos, e para seus dedos brancos que seguravam a caneta com força. Em seguida, os mesmos dez pares de olhos voltaram ao professor, totalmente imóvel e de cara feia. Sua severidade contrastava com a simetria de seus traços, com os olhos grandes e expressivos e os lábios grossos. Ele tinha uma beleza rústica, mas, naquele momento, amargamente séria, o que comprometia o efeito agradável de sua aparência. A jovem ouviu alguém pigarrear discretamente à sua esquerda. Olhou, surpresa, para o homem de ombros largos sentado ao seu lado. Ele sorriu e lançou um olhar para o professor na frente da sala. Ela acompanhou seu olhar lentamente, deparando com um par de olhos azuis penetrantes e zangados. Engoliu em seco. – Estou esperando que responda à minha pergunta, Srta. Mitchell. Se estiver disposta a se juntar a nós.
– Sua voz era glacial, como os olhos. Os demais alunos da pós-graduação se remexeram em suas cadeiras e trocaram olhares furtivos. Suas expressões diziam: Que bicho mordeu o professor hoje? Mas eles ficaram calados. (Todos sabem que alunos da pós detestam confrontar os professores por qualquer assunto que seja quanto mais por grosserias.) A jovem abriu a boca por um instante, mas tornou a fechá-la, fitando aqueles olhos azuis que a encaravam sem piscar, seus próprios olhos arregalados como os de um coelho assustado.
– Inglês é sua língua materna? – zombou ele. Uma mulher de cabelos muito pretos sentada à direita do professor tentou abafar uma risada, transformando-a numa tosse nada convincente. Todos os olhos recaíram de novo sobre a coelhinha assustada. Sua pele adquiriu um tom vermelho vivo e ela abaixou a cabeça, finalmente escapando do olhar do professor.
– Já que a Srta. Mitchell parece estar concentrado em uma aula paralela numa língua estrangeira, alguém poderia fazer a gentileza de responder à minha pergunta? A beldade à sua direita parecia ansiosa para fazer isso. Ela se virou para encará-lo e, radiante, respondeu à pergunta nos mínimos detalhes, exibindo-se ao gesticular enquanto citava Dante no original em italiano. Quando terminou, lançou um sorriso ácido para o fundo da sala. Depois ergueu os olhos para o professor e suspirou. Só faltou se jogar no chão e roçar nas pernas do professor para mostrar que ela seria seu bichinho de estimação para sempre. (Não que ele fosse gostar disso.) O professor franziu a testa de modo quase imperceptível, para ninguém em especial, e se virou para escrever no quadro. A coelhinha assustada pestanejou para conter as lágrimas e voltou a escrever. Graças a Deus, não chorou. Poucos minutos depois, enquanto o professor continuava sua lenga-lenga sobre o conflito entre os guelfos e os gibelinos, um pedaço de papel dobrado surgiu em cima do dicionário de italiano da coelhinha assustada. A princípio, ela não notou, mas o homem bonito ao seu lado pigarreou baixinho, chamando novamente sua atenção. Ele abriu um sorriso mais largo, quase impaciente, e baixou os olhos para o papel. Ela o viu e piscou. Observando com cautela as costas do professor, que circulava diversas palavras em italiano, levou o papel até o colo, onde o desdobrou discretamente.
Emerson é um babaca.
Ninguém teria notado, porque o homem ao seu lado era o único que estava olhando para ela. Mas, assim que leu essas palavras, o rosto dela corou de uma maneira diferente, duas nuvens cor-de-rosa surgindo na curva de suas faces, e ela sorriram. Não o suficiente para mostrar os dentes nem covinhas ou uma ou outra marca de expressão, mas ainda assim um sorriso. Ela ergueu os olhos grandes para encará-lo, tímida. Um sorriso rasgado e simpático se espalhou pelo rosto dele.
– O que há de tão engraçado, Srta. Mitchell? Seus olhos castanhos se dilataram de pavor. O sorriso de seu novo amigo desapareceu rapidamente ao se virar para encarar o professor. Ela já sabia que seria melhor não olhar para aqueles olhos azuis e frios. Em vez disso, baixou a cabeça, mordeu o lábio inferior e começou a arrastá-lo de um lado para o outro.
 – A culpa é minha, professor. Apenas perguntei em que página estávamos – intercedeu o homem simpático em favor dela. – Essa não é uma pergunta apropriada para um doutorando, Paul. Mas, se quer saber, acabamos de começar o primeiro canto. Creio que consiga encontrá-lo sem a ajuda da Srta. Mitchell. Ah, e... Srta. Mitchell? O rabo de cavalo da coelhinha assustada tremeu de forma quase imperceptível quando ela levantou a cabeça.
– Vá até a minha sala depois da aula.