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O Jeito Harvard de Ser Feliz - o Curso Mais Concorrido de Uma Das Melhores Universidades do Mundo (Cód: 4067204)

Achor,Shawn

Saraiva

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Descrição

A sabedoria popular diz que se nos empenharmos teremos sucesso, e se tivermos sucesso, então poderemos ser felizes. Se pudéssemos encontrar aquele emprego dos sonhos, ter mais uma promoção, perder aqueles três quilos, a felicidade viria. Mas descobertas recentes no campo da psicologia positiva têm demonstrado que essa fórmula funciona na verdade de maneira inversa: é a felicidade que impulsiona o sucesso, e não o contrário. Quando somos positivos, o nosso cérebro se envolve mais, torna-se mais criativo, motivado, energizado, resiliente e produtivo no trabalho. Este não é um simples mantra vazio. A descoberta foi repetidamente comprovada por rigorosas pesquisas nos campos da psicologia e da neurociência, estudos de gestão e resultados financeiros de organizações ao redor do mundo. Este livro não discute apenas como ser mais feliz, trata de nos ensinar a colher os frutos de uma atitude mental mais positiva que proporcione efeitos extraordinários no nosso trabalho e na nossa vida, sendo leitura obrigatória para todos aqueles que buscam a excelência em um mundo onde a carga de trabalho, o estresse e o negativismo estão cada vez maiores.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Saraiva
Cód. Barras 9788502180260
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788502180260
Profundidade 1.20 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 216
Peso 0.31 Kg
Largura 16.00 cm
AutorAchor,Shawn

Leia um trecho

introdução Se você começar a observar as pessoas ao seu redor, perceberá que a maioria segue uma fórmula que foi sutilmente – ou não tão sutilmente – ensinada nas escolas, nas empresas, pelos pais ou pela sociedade. Ou seja: se você se empenhar, terá sucesso e só depois de ter sucesso é que poderá ser feliz. Essa crença explica o que costuma nos motivar na vida. Pensamos: se ao menos eu conseguisse aquele aumento de salário ou atingisse a próxima meta de vendas, finalmente seria feliz. Se ao menos eu conseguisse mais uma boa nota, seria feliz. Se perdesse mais três quilos, seria feliz. E assim por diante. Sucesso antes, felicidade depois. O único problema é que essa fórmula é incorreta. Se o sucesso levasse à felicidade, todo trabalhador que conseguisse uma promoção, todo estudante que passasse no vestibular ou qualquer pessoa que já tenha atingido uma meta de qualquer natureza seria feliz. Porém, a cada vitória, a nossa meta é empurrada para frente, de forma que acabamos perdendo a felicidade de vista. E, ainda mais importante, a fórmula é incorreta por ser invertida. Mais de uma década de pesquisas revolucionárias nos campos da psicologia positiva e da neurociência comprovaram, sem sombra de dúvida, que a relação entre sucesso e felicidade é, na verdade, o contrário do que se costuma acreditar. Graças a essa ciência de vanguarda, agora sabemos que a felicidade precede o sucesso, e não resulta dele. E que a felicidade e o otimismo na verdade promovem o desempenho e a realização – proporcionando-nos a vantagem competitiva que chamo de Benefício da Felicidade. Esperar a felicidade restringe o potencial do cérebro para o sucesso, ao passo que cultivar a positividade estimula a nossa motivação, eficiência, resiliência, criatividade e produtividade, o que, por sua vez, melhora o desempenho. Essa descoberta foi confirmada por milhares de estudos científicos, pelas minhas pesquisas com 1.600 alunos de Harvard e dezenas de empresas da lista Fortune 500 ao redor do mundo. Neste livro, você descobrirá não apenas por que o Benefício da Felicidade é tão poderoso, mas também como você pode aplicá-lo diariamente para aumentar seu sucesso no trabalho. Mas estou me empolgando e me adiantando. Começarei este livro pelo ponto em que iniciei minhas pesquisas, em Harvard, onde esse conceito se originou. Parte 1 A psicologia positiva na prática Descubra o benefício da felicidade O benefício da felicidade no trabalho Muda r é possível Descubra o benefício da felicidade Foi um ato de grande ousadia da minha parte me inscrever em Harvard. Cresci na pequena cidade de Waco, Texas, e nunca me imaginei saindo de lá. Ao mesmo tempo que me matriculava em Harvard, fincava raízes na minha cidade natal e treinava para ser um bombeiro voluntário da região. Para mim, Harvard era um lugar saído das telas de cinema, um lugar ao qual as mães se referem brincando, dizendo que seus filhos estudarão lá quando crescerem. As chances de eu ser aceito de fato eram infinitamente pequenas. Dizia a mim mesmo que já me daria por satisfeito se um dia pudesse dizer aos meus filhos, casualmenteno jantar, que um dia cheguei a me inscrever em Harvard. (Imaginava--me pai, com meus filhos bastante impressionados ao saberem disso.) Quando, para a minha surpresa, fui aceito naquela instituição, senti-me empolgado e diminuído diante do privilégio. Eu queria fazer justiça à oportunidade que me fora dada. Então fui a Harvard e lá fiquei nos 12 anos seguintes. Quando deixei Waco, eu só tinha saído quatro vezes do estado do Texas e nunca saíra do país (apesar de os texanos considerarem qualquer coisa fora do Texas uma viagem ao exterior). Mas, assim que pus os pés no campus de Harvard, me apaixonei. Então, depois de me formar, encontrei um jeito de ficar. Fui para a pós-graduação, ajudei a dar aulas em 16 disciplinas diferentes e comecei a proferir palestras. Enquanto fazia a pós, também me tornei um proctor, um funcionário de Harvard contratado para viver com os estudantes de graduação e ajudá-los a percorrer o tortuoso caminho do sucesso acadêmico e da felicidade na Torre de Marfim. Na prática, isso significou que passei um total de 12 anos da minha vida morando em um quarto universitário (algo que eu omitia nos primeiros encontros românticos). Conto isso por dois motivos. Em primeiro lugar, porque eu considerava Harvard um privilégio tão grande que isso alterou fundamentalmente o modo como meu cérebro processou a experiência. Eu me sentia grato por cada instante, mesmo em meio ao estresse, provas finais e nevascas (outra coisa que só tinha visto em filmes). Em segundo lugar, os 12 anos que passei lecionando em sala de aula e morando em dormitórios me proporcionaram uma visão abrangente de como milhares de outros alunos de Harvard lidavam com o estresse e os desafios da vida universitária. Foi quando comecei a notar os padrões. O PARAÍSO PERDIDO E ENCONTRADO Mais ou menos na época em que Harvard foi fundada, John Milton escreveu em Paraíso perdido: “A mente é um lugar em si mesma, e em si mesma pode fazer do céu um inferno, e do inferno, um céu”. Após 300 anos, acompanhei a materialização desse princípio. Muitos dos meus alunos percebiam Harvard como um privilégio, mas outros rapidamente perdiam essa realidade de vista e se concentravam na carga de trabalho, na competição, no estresse. Eles se afligiam com o futuro, apesar de estarem subindo um degrau que lhes abriria com certeza muitas portas. Eles se sentiam sobrecarregados com cada pequeno contratempo em vez de energizados pelas possibilidades que se abriam para eles. E, depois de observar um número suficiente desses alunos se debatendo tanto diante das adversidades, algo ficou claro para mim. Esses alunos não eram apenas os que pareciam mais suscetíveis ao estresse e à depressão como também suas notas e desempenho acadêmico eram mais prejudicados. Anos mais tarde, no outono de 2009, fui convidado para realizar uma turnê de palestras pela África, com duração de um mês. Durante a viagem, o CEO de uma empresa da África do Sul de nome Salim me levou a Soweto, um pequeno distrito pouco distante de Joanesburgo que muitas pessoas inspiradoras, inclusive Nelson Mandela e o arcebispo Desmond Tutu, haviam chamado de minha casa. Visitamos uma escola ao lado de uma favela que não tinha eletricidade e a água encanada era precária. Foi só quando me vi diante das crianças daquela escola que percebi que nenhuma das histórias que normalmente apresento nas minhas palestras seria eficaz. Pareceu-me inapropriado falar sobre as pesquisas e experiências de estudantes universitários americanos privilegiados e homens de negócios saudáveis e poderosos. Em vista disso, tentei estabelecer um diálogo. Num esforço para encontrar pontos em comum, perguntei em um tom claramente irônico: “Quem aqui gosta de fazer tarefa de casa?”. Eu acreditava que a aversão aparentemente universal pela lição de casa criaria um vínculo entre nós. Mas, para o meu espanto, 95% das crianças levantaram as mãos e abriram um sorriso sincero e entusiasmado. Mais tarde, perguntei de brincadeira a Salim por que as crianças de Soweto eram tão estranhas. “Elas consideram um privilégio fazer a lição de casa”, ele respondeu, “um dos muitos privilégios que seus pais não tiveram.” Quando voltei a Harvard duas semanas mais tarde, vi alunos reclamando exatamente da mesma coisa que os alunos de Soweto consideravam um privilégio. Comecei a perceber o quanto a nossa interpretação da realidade altera a nossa experiência dessa realidade. Os alunos que estavam tão focados no estresse e na pressão – aqueles que viam o aprendizado como um fardo – estavam deixando passar as oportunidades que se apresentavam debaixo do nariz deles. Mas aqueles que consideravam um privilégio chegar a Harvard pareciam brilhar ainda mais. No início quase inconscientemente e depois com um interesse cada vez maior, senti-me fascinado em relação ao que levava essas pessoas com grande potencial a desenvolverem uma atitude mental positiva para se distinguir, especialmente em um ambiente tão competitivo. E, da mesma forma, pelo que levava ao fracasso aqueles que sucumbiam à pressão de falhar – ou se mantinham vinculados a uma posição negativa ou neutra.