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O Livro das Virtudes da Mulher (Cód: 162341)

Jaynes, Sharon; Terkeurst, Lysa

Mundo Cristão

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Descrição

Com base no texto de Provérbios 31, passagem bíblica que também dá nome ao ministério que dirigem nos Estados Unidos, Sharon Jaynes e Lysa TerKeurst analisam o perfil apresentado na Escritura como característica da mulher virtuosa. As autoras mostram que este é o modelo bíblico de atitude para toda filha de Deus que deseja agradar não somente ao marido e aos filhos, mas também, e principalmente, ao Senhor.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Mundo Cristão
Cód. Barras 9788573253559
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 857325355X
Profundidade 1.50 cm
Acabamento Brochura
Ano da edição 2004
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 365
Peso 0.38 Kg
Largura 14.00 cm
AutorJaynes, Sharon; Terkeurst, Lysa

Leia um trecho

Virtude nº 1 Reverencie Jesus Cristo como Senhor 1 Sete Cascatas Sharon Para comemorarmos nosso vigésimo aniversário de casamento, meu marido e eu viajamos para Maui, uma ilha do arquipélago norte-americano do Havaí. Lá, decidimos explorar a beleza tropical do lugar. Quisemos conhecer uma estrada chamada “Estrada para Hana”. Os folhetos prometiam praias de areia escura, vista do maior vulcão do Havaí cercado por nuvens, magnólias africanas com flores vermelho-alaranjadas, plantas exóticas escondidas no meio de florestas de bambu e lugares de onde poderíamos contemplar o mar agitado batendo nos rochedos. Em vez de utilizarmos um ônibus de turismo confortável e com ar-condicionado, resolvemos alugar um carro e seguir viagem de acordo com nosso próprio ritmo, apesar de o guia turístico ter nos informado, na sala de espera do hotel, que levaríamos de três a quatro horas para percorrer os 80 quilômetros da estrada. Como moramos em uma cidade e estamos acostumados a andar em um ritmo razoavelmente rápido, imaginamos que o havaiano – que para nós era o sossego em pessoa – estava simplesmente tentando matar o tempo de outra forma. Tínhamos certeza de que poderíamos fazer a viagem em metade do tempo. O guia nos advertiu: “A estrada é muito sinuosa e é difícil dirigir nela”. “Isso é conversa de quem quer vender o próprio peixe”, sussurrei no pé do ouvido de Steve. “Não precisamos de guia. Além disso, se ele consegue dirigir aquele ônibus enorme na estrada, é lógico que podemos dirigir este pequeno carro”. Palavras mais sábias nunca foram ditas! Eu deveria ter reconsiderado a idéia assim que passei por uma loja de presentes e vi uma camiseta com a seguinte mensagem: “Sobrevivi à estrada para Hana”. O trecho de aproximadamente 80 quilômetros de estrada era qualquer coisa, menos uma estrada. Era como se uma criança de dois anos tivesse um belo giz de cera na mão gorducha e rabiscasse círculos em um pedaço de papel, e, em seguida, um agrimensor, confundindo as voltas e curvas com um mapa, refizesse o traçado. Um escritor observou que chamar aquele caminho de estrada era o mesmo que chamar um calhambeque de limusine. É verdade que a estrada oferecia vistas espetaculares. Eu, porém, perdi muitas delas, pois estava de olhos fechados devido às náuseas durante a viagem. Bem, depois de três horas e meia de extrema irritação, 54 pontes (muitas delas de mão única) e 617 curvas fechadas, conseguimos chegar ao cume da montanha e ao fim da “Estrada para Hana”. Será que valeram a pena as voltas e curvas, as manobras para subir o penhasco e as iminentes colisões frontais? A paisagem que se descortinava diante de mim ao chegarmos ao topo ficará gravada para sempre em minha mente. Uma série de sete poços interligados que caíam um por cima do outro, montanha abaixo, e formavam as espetaculares Cataratas Wiamoku. As chuvas do céu caem no primeiro poço, lá no topo da montanha. Quando fica cheio, ele transborda, formando uma queda d’água majestosa, que acaba no segundo poço, alguns metros abaixo. O segundo poço transborda e enche o terceiro que, por sua vez, enche o quarto, e assim segue até chegar no sétimo poço. Por fim, as sete cascatas afluíam ao Oceano Pacífico. Essas sete cascatas são muito parecidas com o nosso relacionamento com Deus. Quando chegamos até Cristo, Deus derrama suas bênçãos sobre nós, enche-nos com seu amor, poder e graça. Quanto mais tempo passamos com ele, mais nós nos enchemos de seu amor, que transborda sobre aqueles que estão à nossa volta. Na realidade, Provérbios 31 oferece-nos sete cascatas e poços. Lysa e eu tivemos essa percepção nas Escrituras quando começamos a trabalhar com uma extraordinária organização chamada Ministério Provérbios 31. Nosso desejo é ajudar as mulheres a edificar lares cristãos. Para isso, acreditamos que o ponto de partida seja ganhar o coração de uma mulher para Cristo. Assim, ela alcançará toda a sua família. Identificamos sete virtudes (ou cascatas, se preferir) na mulher mencionada em Provérbios 31. A ordem das virtudes é de grande importância, à medida que nos esforçamos por manter nossas prioridades em perspectiva. Na sociedade de hoje, de ritmo frenético e confuso, os limites não são claros, os papéis estão invertidos e as prioridades deixam-nos perplexas. Essas virtudes ajudam-nos a colocar nossa vida em foco e a dirigi-la melhor. Agora, enquanto compartilharmos as sete virtudes da mulher de Provérbios 31, gostaria que você se visse mergulhando, com entusiasmo, em cada um dos poços das cachoeiras. A mulher virtuosa de Provérbios 31: - Reverencia Jesus Cristo como Senhor de sua vida e busca um relacionamento constante e pessoal com ele. - Ama, honra e respeita seu marido como o chefe da casa. - Educa seus filhos e acredita que ser mãe é um importante chamado cuja responsabilidade é formar e moldar os filhos que, um dia, definirão quem somos como comunidade e nação. - É uma dona de casa disciplinada e diligente, capaz de criar um ambiente aconchegante e amoroso para sua família e seus amigos. - Contribui para a estabilidade financeira de sua família, sendo fiel ao administrar o tempo e o dinheiro que Deus lhe confiou. - Instrui com sabedoria e fidelidade, apóia e atua como mentora de outras mulheres e desenvolve amizades cristãs. - Compartilha o amor de Cristo ao estender a mão para ajudar a suprir as necessidades da comunidade. Como mulheres, nossa vida deve estar cheia, antes de tudo, de Jesus Cristo. Apenas dessa maneira o amor de Cristo poderá transbordar, primeiro, sobre nosso marido, depois sobre nossos filhos e, então, sobre nosso lar, nossos amigos, nossa comunidade e o mundo. Em alguns dias, a beleza das sete cataratas é maior do que em outros. Durante chuvas pesadas e tempestades freqüentes, Deus enche os poços até a boca, e água corre, de forma impressionante, de um poço para outro. Os resultados são verdadeiros espetáculos. Entretanto, ninguém gosta de ser surpreendido por um pé-d’água. O mesmo acontece com a nossa caminhada cristã. Ninguém gosta das tempestades da vida. Contudo, durante esses momentos, Deus nos enche até transbordarmos, e aqueles que nos rodeiam são inspirados e renovados pelos respingos de sua graça revelada em nossa vida. Mas, algumas vezes, os períodos de seca surgem, quando as cataratas são reduzidas a um mero filete e parecem não ter conseqüência, nem importância. Sabemos que não devemos ficar assistindo a esse triste espetáculo e percebemos que aqueles que estão próximos a nós não estão “espantados” nem “admirados” com a graça de Deus em nossas vidas. É nesse momento que precisamos orar para que Deus derrame sobre nós sua presença e nos encha mais uma vez. A mulher virtuosa de Provérbios 31 representa um ideal para as mulheres de várias gerações. Embora ela intimide algumas, todas concordamos que ela é um exemplo digno de ser imitado. A Bíblia a descreve como uma mulher esperta, habilidosa, próspera e forte. Ela cozinha bem, sabe administrar o dinheiro, contribui para a comunidade, é empreendedora, costureira, mãe abençoada, amiga fiel, esposa leal e dedicada a Deus. Como lemos em Provérbios 31:10: “Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias”. A Nova Versão Internacional a chama de “uma esposa exemplar”. Mas eu, pessoalmente, gosto da versão Amplified que a descreve como “uma mulher capaz, inteligente e virtuosa”. A palavra hebraica traduzida por “virtuosa” ou “exemplar”, também pode significar “rica, próspera, valorosa, ousadamente corajosa, forte e guerreira poderosa”. Porém, uma palavra que não consta da lista de Provérbios 31 é “perfeita”. Que alívio! Sim, a mulher virtuosa de Provérbios 31 é um ideal extraordinário. Ela é um modelo impressionante de excelência. Mas na Bíblia não está escrito que ela era perfeita. É bem provável que houve dias em que ela gritou com seus filhos por terem se comportado mal. Provavelmente, houve dias em que seu marido ficou em silêncio e não a elogiou nos portões da cidade. E, às vezes, penso que, em determinados dias, ela até colocou a mão na massa. Não por prazer, mas por obrigação. Por que imagino isso? Porque, embora fosse excelente e virtuosa, ela era uma mulher que precisava de um Salvador. E isso nos remete ao topo da cachoeira. É aqui que começa a nossa jornada neste livro. Lysa e eu gostaríamos de compartilhar com você nossos constantes esforços para tornar-nos mulheres virtuosas. Falaremos sobre nossas vitórias e fracassos, revelaremos alguns tesouros bíblicos e daremos sugestões práticas de como tornar-se uma mulher cheia de Cristo, uma mulher que “tem um efeito cascata” sobre as outras. Portanto, junte-se a Lysa e a mim para explorarmos as alegrias de tornar-se uma mulher virtuosa.

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