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O Momento da Sua Virada (Cód: 157857)

Souza,Cesar

Gente

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Descrição

Esta obra aponta estratégias vencedoras para pessoas, empresas e comunidades que desejam dar uma 'virada de vida'. Clássico na simplicidade de seu estilo e na força de suas provocações e do exemplo pessoal do autor, este livro vai inspirar o leitor atento a criar seu próximo ato, sua próxima chance. Vai provocá-lo também a moldar as circunstâncias favoráveis e as rupturas construtivas para mudar de patamar na vida pessoal, na carreira e nas decisões empresariais - em vez de ficar esperando que crises e fatores inesperados o forcem a mudar. O livro traz ainda ricos relatos daqueles que dão certo por acreditarem na capacidade de mudar. Por terem a coragem de transformar as próprias vidas. Como o funcionário que decidiu ser microempresário, o executivo inquieto que agora quer fazer carreira internacional, o aposentado que em vez de colocar o pijama virou guia turístico. Também é rico em exemplos de empresas que dão certo porque viraram uma página na sua história, abriu uma filial no exterior, mudou seu modelo de negócios e passou a prestar serviços em vez de vender produtos. Ou seja, criaram novas regras em vez de simplesmente seguir aquelas já conhecidas.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Gente
Cód. Barras 9788573124309
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 857312430X
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2004
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 176
Peso 0.30 Kg
Largura 16.00 cm
AutorSouza,Cesar

Leia um trecho

Sonhar é fundamental. Mas só isso não basta. É preciso também acreditar na capacidade de mudar e de criar uma próxima chance, como nos mostram os relatos de pessoas, empresas e comunidades que assumiram as rédeas de sua história. Em vez de confiar sua trajetória ao destino, souberam perceber o momento da virada. Tiveram a coragem de produzir as rupturas construtivas que viabilizaram seus sonhos e transformaram a própria realidade. Renasceram! O paulista Ivan Naves, de 32 anos, gozava as delícias da ascensão profissional como um bem-sucedido executivo. Formado em Advocacia e com especialização em Gestão de Pessoas, coordenou o time de vendas de uma empresa de equipamentos odontológicos. Logo depois trabalhou numa multinacional, a Xerox do Brasil, e em seguida foi para a área de negócios corporativos da Embratel. Gostava do clima da empresa, do contato com os clientes. Mas aos poucos foi percebendo não ser aquela a vida profissional que desejava. Analisou histórias de pessoas que montaram negócios próprios, tomou coragem e virou a mesa: deixou seu cobiçado cargo, sonho de muitos executivos, mais os benefícios – férias, salários adicionais, participação nos lucros, carro, celular – e se tornou um “desempregado” de sucesso. Ivan idealizou e montou a Auto Estima, oficina de funilaria e pintura que mais parece um salão de beleza para automóveis. As paredes são todas brancas e não se vê uma gota de óleo no chão. Atende apenas três carros por dia. “Cansei-me de viver correndo atrás da cenoura sem nunca alcançá-la e decidi plantar uma horta”, conta o jovem empreendedor ao explicar por que desistiu de seguir os sonhos dos outros e foi ao encontro do seu. O serviço é diferenciado: ele vai até a casa dos clientes, retira o carro com guincho e o devolve no mesmo endereço. Disponibiliza uma página na internet em que o dono do veículo pode acompanhar o trabalho em andamento. Tem um banco de dados sobre cada cliente e o respectivo automóvel e diariamente faz planejamento estratégico ao tomar o café da manhã com os colaboradores da oficina. “Agora sei onde estou investindo”, diz, satisfeito. “Tenho autonomia real: o sucesso depende de mim. Se trabalhar com dedicação, carinho e paixão, conseguirei ver o resultado do meu esforço.” Ivan teve muita coragem. Não ficou sentado à beira do caminho saboreando o sucesso do momento. Mudou de profissão e viveu uma grande transformação: deixou de ser executivo para tornar-se dono de oficina mecânica. Criou sua próxima chance e mudou de patamar. Iniciou um novo estágio de sua vida. Rita Drummond reinventou sua vida aos 87 anos. Bibliotecária santista radicada no Rio de Janeiro, ela trabalhou num curso de Inglês, no consulado americano e na Fundação Getúlio Vargas. Ao se aposentar, passou a dar assistência à biblioteca de uma comunidade carente e a fazer pães e biscoitos para consumo próprio e para atender as encomendas de um restaurante. Sempre que ia ao banco, observava a dificuldade dos idosos para operar os caixas eletrônicos, o que ela tirava de letra. A habilidade seria fruto de um curso para aprimorar a memória que freqüentou na Universidade da Terceira Idade, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Certo dia tomou uma iniciativa inusitada. Em 15 de dezembro de 2003 Rita Drummond virou estagiária de uma agência do Banco do Brasil no Posto 6, em Copacabana. Trabalha sete horas por dia ao lado de outros atendentes bem mais jovens do que ela. Além dos idosos, auxilia turistas que procuram o banco para sacar dinheiro porque fala inglês e francês. Ganha um pequeno salário, que complementa os rendimentos de sua aposentadoria, mais valerefeição. O gerente da agência, Carlos Alberto Neves, está satisfeito com sua funcionária. Descobriu que 95% dos clientes são idosos e está fazendo adaptações no prédio, como instalação de elevador, rampas e bancos, para melhorar o atendimento. Rita também demonstra entusiasmo com o emprego, que é perto de sua casa e oferece segurança. “Dizem que as pessoas vão envelhecendo, envelhecendo até virar criança de novo. Deve ser mesmo. Agora sou estagiária”, disse, com invejável bom humor, em entrevista a um jornal carioca. Sonhos não envelhecem nunca. Essa jovem senhora de 87 anos resolveu dar nova chance a si mesma e viver pelo menos mais um ato na vida. A disposição para enfrentar desafios e recomeçar do zero, se necessário, sempre foi um traço marcante na carreira de Carlos Ghosn, de 49 anos, brasileiro conhecido mundialmente por ter recuperado a montadora japonesa Nissan numa reviravolta que lembra a de Lee Iacocca, o salvador da Chrysler, nos Estados Unidos, na década de 1980. O jornal The Economist descreveu Ghosn como uma síntese do mercador árabe, da energia latina, da estratégia gaulesa e da diplomacia oriental, “um cidadão do mundo talhado para viabilizar o renascimento da Nissan com os instrumentos que aprendeu a manusear no Ocidente”. A descrição resume a trajetória do executivo, descendente de libaneses nascido no Brasil e criado como cidadão francês. Promoveu reviravoltas nas operações da Michelin, nos Estados Unidos, depois de passar pela filial da empresa no Brasil, e salvou a Renault da bancarrota. Mas nada se compara ao que fez na Nissan. A montadora estava afundada em dívidas em 1999, quando Ghosn assumiu seu comando em virtude de uma aliança entre a companhia japonesa e a Renault. Seu projeto era ambicioso. Se a Nissan não voltasse a ser lucrativa em 2000, ele sedemitiria com toda a sua equipe. Ghosn quebrou barreiras culturais entre os empregados, desenvolveu processos de comunicação interna e implementou reformas agressivas. O presidente da Daimler Chrysler, Jurgen E. Schrempp, apelidou-o de Icebreaker (Quebra-gelo) por sua capacidade de reinventar as práticas comerciais vigentes no país. Ghosn tornou-se o inimigo número 1 dos japoneses tradicionalistas. Foi censurado publicamente pela influente Japan Auto Parts Industries Association por não comparecer a uma festa de fim de ano organizada pelos fornecedores da Nissan. Mas os resultados de suas ações não tardaram a aparecer. Em dois anos, a empresa saiu da beira da falência e alcançou lucros jamais registrados em sua história. Estava de volta ao topo do clube das montadoras. Essa reviravolta é contada em detalhes pelo jornalista David Magee no livro Turbinado: a história de Carlos Ghosn, o brasileiro que salvou a Nissan (Record, 2003). Pessoas muito jovens também podem viver um novo começo. Com idade já considerada avançada para iniciar a carreira de ginasta, aos 11 anos, a gaúcha Daiane Garcia dos Santos fazia piruetas num trepa-trepa, brinquedo instalado numa praça do bairro Menino Deus, em Porto Alegre. Foi vista por Cleuza de Paula, professora do Centro Estadual de Esporte e Lazer. Ela ficou encantada com a agilidade daquela menina que tinha calos nas mãos desde os 3 anos, segundo a mãe, porque adorava dar “estrelas” no chão. Com o apoio da professora, Daiane começou a treinar no Grêmio Náutico União. O público que assistiu a sua competição de estréia, em Caxias do Sul, na serra gaúcha, ficou entusiasmado com aquela atleta que parecia “ter molas nos pés”. Dois anos depois, em 1997, já integrava a seleção brasileira de sua especialidade, a ginástica olímpica. O treinamento intensivo (sete horas por dia) provocou lesões no joelho que lhe causaram dores fortes. Suportou até não poder mais, depois teve de fazer uma cirurgia. Muitos jovens desistiriam aí. Mas Daiane outorgou-se o direito de uma próxima chance e percebeu seu momento da virada. Tamanha foi sua persistência que, um mês depois, participava do Campeonato Mundial de Ginástica, na Califórnia, Estados Unidos. Era domingo, 24 de agosto de 2003. Durante a prova de solo, ao som de uma vibrante salsa, Daiane projetou seu corpo numa decolagem que não durou mais que um segundo para realizar um salto mortal inédito, o “duplo twist carpado”, criado em parceria com o técnico da Seleção Brasileira de Ginástica Olímpica, o ucraniano Oleg Ostapenko. Aplaudida de pé por cerca de 20 mil pessoas que lotavam o estádio de Anaheim, ela desbancou as favoritas Catalina Ponor, da Romênia, e Elena Gomez, da Espanha, campeã mundial de 2002, e conquistou a medalha de ouro. Era a consagração da jovem de 20 anos, 1,45 metro de altura, negra, filha de uma cozinheira e de um monitor da Fundação de Proteção Especial, uma espécie de Febem gaúcha, que vivia com o dinheiro contado. “Foram anos de sacrifício. Um tempo sem fim de treinamento, muitas dores pelo corpo. Mas tudo foi recompensado com aquele salto”, afirmou Daiane após a vitória histórica. Seja qual for o resultado alcançado nas Olimpíadas de Atenas, Daiane já conseguiu a medalha mais difícil: ser reconhecida mundialmente numa modalidade na qual o Brasil não tinha a menor tradição. Ela explica a razão de seu sucesso: “Primeiro você tem de querer. Não adianta as pessoas quererem por você (...) nunca é tarde para começar alguma coisa quando se tem dedicação e vontade”. O que faz a diferença O que têm em comum personagens tão diferentes quanto um empreendedor nato, uma senhora de 87 anos, um grande executivo internacional e uma jovem atleta? A coragem de recriar sua realidade. Eles sobressaíram por ser realizadores, e não apenas colecionadores de sonhos. Souberam fazer a hora em vez de esperar acontecer. Não se limitaram a dar novo rumo à vida quando atingidos por rupturas inesperadas. Perceberam o momento da virada e criaram sua próxima chance. Tiveram a coragem de moldar circunstâncias e as rupturas construtivas, ou seja, tomaram decisões e partiram para ações que alavancaram uma nova realidade, necessária para atingir o próximo patamar e viver um novo ato. Muita gente sonha. E ponto. Asfixiadas pela rotina, pelas contas a pagar e por outras tantas dificuldades cotidianas, essas pessoas não dão o primeiro passo e ficam cada dia mais angustiadas pela frustração diante do enorme fosso que separa seus sonhos da realidade. Nesse caso, o maior desafio não é o sonho em si, mas as ações necessárias para concretizá-lo. O que faz um sonho “acontecer”? Como criar nossa próxima chance e sair de um patamar para outro? Qual é o momento da virada?

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