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O Ônibus da Energia (Cód: 2637400)

Gordon, Jon

Sextante / Gmt

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O Ônibus da Energia

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Descrição

'O objetivo da vida é manter o espírito jovem,
se divertir e chegar ao destino final o mais tarde possível,
com um belo sorriso no rosto,
sinal de que você realmente aproveitou a viagem.'

Jon Gordon

É manhã de segunda-feira e George precisa chegar cedo ao trabalho. Mas, quando vai pegar o carro, vê que um dos pneus está furado. Embora esse seja o menor de seus problemas, para ele parece a gota d´água. George tem a sensação de que uma nuvenzinha negra o persegue, fazendo tudo dar errado em sua vida.

Sem ninguém que lhe dê uma carona, George não tem outra opção a não ser ir trabalhar de ônibus. Então ele conhece Joy, uma motorista muito especial. Ela e os outros passageiros compartilham suas experiências com George e o ajudam a dar a volta por cima.

Ele aprende que, quando você se abastece de visão, propósito e entusiasmo, tudo fica mais simples e as pessoas têm vontade de subir e permanecer em seu ônibus. O segredo é se concentrar na energia positiva e saber tirar o melhor de si mesmo e de todos à sua volta.

Em O Ônibus da Energia, Jon Gordon nos convida a fazer uma viagem inspiradora rumo à verdadeira realização. As 10 regras simples apresentadas neste livro ajudarão você a superar as adversidades e alcançar o sucesso pessoal e profissional.

Embarque no Ônibus da Energia e prepare-se para a melhor viagem da sua vida.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575424629
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788575424629
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2009
MÊS ABRIL
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 153
Peso 0.44 Kg
Largura 14.00 cm
AutorGordon, Jon

Leia um trecho

Introdução Energia positiva... esta é uma expressão cada vez mais ouvida nas salas de aula, nos auditórios, nos vestiários e até mesmo nas salas de estar. Talvez por causa da enorme quantidade de novas pesquisas que demonstram que pessoas, comunicações, interações, equipes e culturas de trabalho positivas produzem ótimos resultados. Ou, quem sabe, porque, em um nível mais profundo, nós percebamos que todas as pessoas, carreiras, empresas, organizações, famílias e equipes precisam superar a negatividade, a adversidade e os desafios para definirem a si mesmas e alcançar o sucesso. Ninguém passa pela vida sem enfrentar algum tipo de dificuldade e, nesses momentos, a solução é a energia positiva – não aquele tipo que envolve gritinhos de “u-hu”, embora em algumas ocasiões isso também seja válido. Estou me referindo ao otimismo, ao entusiasmo, ao amor, à firmeza, à confiança, à alegria, à paixão e à vontade de viver, trabalhar e atingir melhores resultados. Falo de formar e liderar equipes bem-sucedidas, de superar as adversidades na vida e no trabalho, de dividir a energia com colaboradores, colegas e clientes, de tirar o melhor de nós mesmos e dos outros, de enfrentar as situações e as pessoas negativas (às quais chamo de vampiros da energia) que ameaçam sabotar nossa saúde, família, equipe e sucesso. A energia positiva é algo bastante real e no meu trabalho com milhares de organizações, equipes, líderes, profissionais de vendas, professores, atletas, técnicos, pais, mães e até crianças pude testemunhar o extraordinário poder que ela tem. Vi diretores de escola mudarem completamente o rumo de suas instituições ao aumentarem o ânimo dos alunos. Ouvi líderes dizerem como minhas estratégias os ajudaram a promover o sucesso de colaboradores e equipes. Sobreviventes de câncer falaram sobre a importância da atitude positiva no seu restabelecimento. Atletas relataram como conseguiram superar obstáculos para alcançar seus objetivos. Um sem-número de e-mails de executivos diligentes relataram histórias de promoções e vitórias profissionais. Houve até o testemunho de uma mulher que contou que seu filho, Joshua, ao saber do divórcio dos pais, disse que tentaria enfrentar a situação com coragem e otimismo, pois as pessoas positivas têm vidas mais longas, felizes e saudáveis. Joshua se lembrava do que eu tinha dito um ano antes, numa palestra em sua escola sobre a importância da energia. Essa história não só me comoveu, mas também me motivou bastante. Pessoas como Joshua me inspiram a escrever sobre a energia positiva e a espalhá-la, pois comprovam não só a importância do assunto como também sua eficácia. Espero que você use este livro para cultivar esta energia na sua vida pessoal e profissional e depois divida sua experiência com colegas, clientes, amigos e familiares. Estou certo de que, ao aplicar os conceitos aqui propostos, você será mais feliz, obterá resultados mais satisfatórios, trabalhará melhor com equipes e alcançará o sucesso desejado. Embora nossa fábula se passe num ambiente empresarial, ela foi escrita para todas as pessoas. Todos nós fazemos parte de uma equipe, cujos membros – sejam nossos colegas de trabalho, esporte, família, igreja ou escola – podem se beneficiar das 10 regras simples e eficazes apresentadas neste livro. Afinal, pessoas e equipes positivas produzem excelentes resultados e o ingrediente fundamental é a energia positiva. Capítulo 1 Pneu furado Era segunda-feira, dia que nunca era bom para George. Ele estava de pé na porta da garagem olhando para o carro e balançando a cabeça. Não era nenhuma surpresa. Nos últimos anos, a má sorte o vinha perseguindo como uma nuvenzinha negra pairando sobre ele e hoje não era diferente. O pneu do carro estava completamente vazio e George, prestes a explodir. – Hoje não! – exclamou ao abrir o porta-malas e constatar que o estepe também estava vazio. Ouviu a voz de sua mulher na cabeça: – Você devia consertar isso, George. Qualquer dia desses um pneu vai furar e você vai precisar do estepe. Por que tinha de estar sempre certa?, pensou. Então se lembrou de seu vizinho Dave e correu para ver se ele já tinha saído. Dave também trabalhava no centro e George esperava poder pegar uma carona com ele. George tinha uma reunião importante com sua equipe e não podia chegar atrasado. Não naquele dia. Constatando que o vizinho já havia partido, deu um murro no ar. Claro que Dave já tinha ido. Por que ainda estaria em casa? Seria fácil demais. Com a testa ensopada de suor, George correu de volta para casa, parou diante da garagem e, encarando o celular, tentou se lembrar de alguém do trabalho para quem pudesse ligar. Pense, George, pense. Logo percebeu que não havia ninguém que pudesse lhe dar uma carona. A única alternativa era sua mulher, a última pessoa a quem ele queria pedir ajuda. Entrando em casa, George ouviu a costumeira algazarra vindo da cozinha: o cachorro pulando de um lado para outro e a mulher tentando fazer as crianças ficarem quietas e tomarem o café da manhã antes de saírem para a escola. Assim que viram o pai espiando perto da porta, elas se agitaram novamente. – Oi, papai! – gritaram. A menina correu e o abraçou pela cintura. – Eu te amo, papai – disse. George mal prestava atenção à filha. – Pai, a gente pode jogar um pouco de basquete agora? – berrou o menino. George era uma espécie de celebridade arredia em sua própria casa. Todos queriam um pedaço dele e tudo o que ele queria era um pouco de silêncio. – Não – berrou ele de volta. – Não é fim de semana. Papai precisa ir trabalhar. Vocês dois, fiquem quietinhos enquanto converso com a mamãe. Querida, o pneu do carro furou e hoje tenho uma reunião muito importante. Preciso pegar seu carro emprestado – George disse afoito. – E o estepe? – retrucou ela. – Você tinha de tocar nesse assunto, claro. Não consertei o estepe. – Bem, dessa vez não vou poder ajudar você, George. Tenho de deixar as crianças na escola, marquei hora no dentista, preciso levar o cachorro ao veterinário, tenho uma reunião de pais... Quer que eu continue? Você não é o único que tem coisas a fazer. Você age como se fosse a única pessoa importante desta família, mas sou responsável por esta casa e, se eu ficar sem carro hoje, não poderei fazer o meu trabalho. – Ela já havia adquirido um talento especial para armar uma bela defesa antes que George pudesse atacar. – Certo, mas, se eu chegar atrasado a essa reunião, é bem provável que eu fique sem emprego – devolveu ele. Enquanto o casal continuava discutindo, o cachorrinho de cinco meses resolveu cumprimentar George, pulando e babando nele, até ele decidir puxá-lo pela coleira e trancafiá-lo no canil. – Por que diabos compramos um cachorro? – perguntou. – Com tudo o que está acontecendo, será que precisamos mesmo de um cachorro? – Ah, só faltava essa – disse a mulher, diante da filhinha que se desmanchava em lágrimas dizendo: – O papai não gosta do Sammy. – Não posso lidar com isso agora – disse George. – Parece que você não pode lidar com nada em hora nenhuma – argumentou a mulher. – Será que você não pode me dar uma carona depois de deixar as crianças na escola? Talvez eu chegue a tempo para a reunião. – Não dá, George. Não ouviu tudo o que tenho para fazer hoje? O trânsito vai estar um inferno no caminho de volta e vou perder o dia. Por que você não vai de ônibus? – sugeriu ela. – O ponto não fica longe daqui. – Ônibus? Você só pode estar brincando. Não sei nem há quanto tempo não pego um ônibus. Quem anda de ônibus? – George perguntou contrafeito. – Você – respondeu a mulher secamente. – Pelo menos hoje. – Muito bem, então – disse George, pegando a pasta e disparando porta afora, para sua caminhada de um quilômetro e meio rumo ao ponto. O ônibus 11 parou diante de um ofegante George, que resmungava em voz baixa. Estranho, ele pensou. Consegui chegar a tempo. Com minha sorte, achei que fosse perder a condução. Ao subir, George encarou a motorista, que tinha os olhos mais brilhantes e o sorriso mais largo que ele jamais tinha visto. – Um bom dia para você, coração – disse ela, animada. Ele simplesmente resmungou alguma coisa e foi se sentar, perguntando-se o que aquele dia tinha de bom. Porém, pelo retrovisor, a motorista continuou olhando para George enquanto ele caminhava até o banco. Ele podia sentir seu olhar. Por que ela está olhando para mim? Paguei a passagem, não paguei? Vendo no espelho o sorriso escancarado da motorista, ele se perguntou: será que ela nunca pára de sorrir? Por acaso não sabe que hoje é segunda-feira? Quem sorri numa segunda-feira? – Para onde você está indo? – perguntou ela. – Eu? – disse George, apontando para si mesmo. – É, você, coração. Nunca o vi no meu ônibus antes e conheço todo mundo que freqüenta esta linha. – Para o trabalho – respondeu ele. – Na NRG Company. – Aquele prédio no centro com a lâmpada gigante em cima? – Esse mesmo. Nós fabricamos lâmpadas – disse George, desejando ter um jornal atrás do qual pudesse se esconder. – Então, a que devemos a honra de ter o senhor no nosso ônibus hoje? – indagou a motorista. – Pneu furado. Detesto andar de ônibus, mas tenho uma reunião com minha equipe e não me restou outra opção. – Bem, então relaxe e não se preocupe. Você pode não gostar de andar de ônibus, mas vou lhe dizer uma coisa: este não é um ônibus qualquer. É o meu ônibus e aposto que você vai gostar da viagem. Aliás, meu nome é Joy. E o seu? George resmungou seu nome, ansioso para ser deixado em paz. Era um homem de poucas palavras e de pavio curto. Mesmo em seus melhores dias não gostava de bater papo e com certeza não estava disposto a conversar com uma motorista de ônibus que aparentemente havia exagerado na dose de café e que ainda por cima tinha um nome que significava alegria. Típico, pensou. Alegria era algo que certamente estava faltando em sua vida. George não conseguia se lembrar da última vez que se sentira feliz. Aposto que ela não tem preocupação nenhuma, pensou. Só o que precisa fazer é dirigir um ônibus o dia inteiro, sorrir e ser simpática com os passageiros. Ela pode me cobrir de sorrisos e gentilezas, mas não sabe nada a meu respeito. Nem imagina o estresse por que passo todos os dias. Não sabe das responsabilidades que enfrento no trabalho e em casa. Mulher, filhos, chefe, prazos, hipoteca, prestações do carro, uma mãe com câncer. Ela não sabe como estou exausto. Mas Joy sabia. Todos os dias ela os via entrar e sair de seu ônibus, era capaz de identificá-los imediatamente. Eles vinham em todas as formas, idades, cores e tamanhos: homens, mulheres, brancos, negros, chineses, ricos e pobres. No entanto, todos tinham uma aura semelhante que ela identificava assim que os via. Eram apáticos. Faltava-lhes ânimo, como se uma luz tivesse se apagado dentro deles. Ela podia distinguir as pessoas que brilhavam das que emitiam apenas uma luz pálida. Chamava-os de “pilhas-fracas”. Andavam feito zumbis, tentando apenas chegar ao fim do dia. Nenhuma determinação, nenhum entusiasmo. Era como se sua energia tivesse sido sugada pela rotina. Ela era capaz de identificar os homens que haviam desistido de seus sonhos, as mulheres que trabalhavam durante o dia e cuidavam da família à noite. Ouvia reclamações o tempo todo. Muita gente estressada, exausta, sobrecarregada de trabalho. Por isso decidiu que seria Embaixadora da Energia e recarregaria todos os passageiros de seu ônibus, que desde então passou a se chamar “Ônibus da Energia”. E, se havia alguém precisando disso, esse alguém era George. – Você sabe que não foi à toa que tomou este ônibus, George – disse ela com firmeza. – Todos sabem. – Não. Tomei este ônibus porque o pneu do meu carro furou – cuspiu ele de volta. – Você pode ver as coisas por esse ângulo, mas também pode ampliar seus horizontes. Tudo acontece por um motivo. Não se esqueça disso. As pessoas que conhecemos, os eventos da nossa vida. Todo pneu furado tem sua razão de ser. Você pode optar por ignorar esses motivos ou tentar conhecê-los e aprender alguma coisa. Cada problema nos traz um presente, como já disse meu amigo Richard Bach. Você pode olhar para o problema ou para o presente, a escolha é sua. E é isso que vai determinar se sua vida é uma história de sucesso ou uma grande novela. Apesar de eu adorar novelas, George, não gosto de ver as pessoas da vida real vivendo assim. Só de olhar para você, sei que não fez a escolha certa. Então, escolha melhor, George. Escolha melhor! 24 Nesse instante o ônibus parou e George desceu o mais rápido que pôde. Tinha a impressão de ter sido atropelado por um ônibus e não de ter desembarcado de um. “Escolha melhor”, “novela”, essas palavras ecoavam em sua cabeça. Esqueça, pensou, dando de ombros. Sua equipe estava à espera e ele detestava se atrasar. Joy nem sempre era assim tão dura com seus passageiros, jogando a verdade na cara deles dessa forma, mas com os teimosos feito George não havia outro jeito. Eram esses que costumavam ter o maior potencial. Joy sabia disso porque muitos anos antes ela havia sido exatamente igual. Negativa, cansada, para baixo, alheia às coisas. Tinha raiva do mundo e jamais aceitava a ajuda que lhe ofereciam, pois achava que não merecia. É irônico como as pessoas que mais precisam de auxílio quase sempre são as que mais relutam em recebê-lo. Joy costumava se esconder dentro de uma armadura, do mesmo modo que George fazia agora, e às vezes somente a verdade nua e crua era capaz de transpor essa defesa. Supondo que jamais veria George outra vez, ela esperava que suas palavras contundentes surtissem algum efeito.

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