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O Poder de Orar a Vontade de Deus (Cód: 165347)

Omartian, Stormie

Mundo Cristão

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O Poder de Orar a Vontade de Deus

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Descrição

Nos últimos anos, a escritora ensinou maridos e esposas a orar uns pelos outros e pelos filhos. Seus livros levaram milhões de famílias, em vários países, a experimentar os efeitos poderosos da intercessão. Desta vez, a escritora quer ajudar seus leitores a orar pelas próprias vidas e trilhar o caminho da plenitude espiritual - que passa, necessariamente, pela realização dos planos de Deus para seus filhos. No livro, a escritora propõe vários alvos de oração com os quais qualquer cristão se identifica, orienta como apresentar essas questões a Deus e indica passagens bíblicas que reforçam cada petição. O livro é repleto de revelações pessoais das quais a escritora se vale para mostrar como superou os graves problemas familiares e a depressão na juventude a partir da descoberta da força da comunhão com o Pai celestial, até se tornar uma escritora de grande prestígio na área de aconselhamento.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Mundo Cristão
Cód. Barras 9788573253887
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 8573253886
Profundidade 0.80 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2004
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 161
Peso 0.20 Kg
Largura 13.70 cm
AutorOmartian, Stormie

Leia um trecho

Parte I: O relacionamento íntimo Capítulo 1 Orar para conhecer a vontade de Deus para sua vida Durante anos de minha vida, eu acordava toda manhã com uma tremenda sensação de pavor. É o mesmo sentimento que você tem quando acorda pela primeira vez após a morte trágica e repentina de alguém que você ama. A realidade do que aconteceu ressurge forte como uma inundação, e você se dá conta de que não foi apenas um pesadelo. Você anseia com todo o seu ser que nada daquilo fosse verdade, mas é, e você tem de encará-la. O simples pensamento de ter de enfrentar mais um longo dia traz consigo uma depressão tão forte que é necessário um enorme esforço até para sair da cama. Era exatamente assim que eu sempre me sentia, apesar de ninguém haver morrido. Ninguém, isto é, além de mim. Eu morria dia a dia. Eu podia sentir que estava morrendo, mas não sabia o que fazer. Ninguém nunca percebia minha luta, então eu fingia que estava tudo bem. E comecei a ficar boa nisso. Eu me mantinha o tempo todo ocupada, com o máximo de pessoas possível a meu redor a fim de me distrair e não ter de sentir a terrível falta de propósito de minha vida. Mas sempre havia aqueles momentos de extrema solidão, em meio ao silêncio, na transição do sono profundo à consciência. Nesses primeiros momentos ao acordar, o silêncio ensurdecedor expunha a futilidade de minha vida, e isso era insuportável. Eu freqüentemente pensava no suicídio como meio de fuga, pois não queria acordar novamente com aquele sentimento de pavor e ter de encarar mais um dia. Do jeito que as coisas estavam, eu jamais conseguia imaginar que elas pudessem melhorar. Eu havia passado a vida toda tentando me mudar e mudar as circunstâncias a minha volta, e descobri que não tinha poder algum para poder fazer isso. Minha maneira de ser e o rumo que minha vida estava tomando havia muito tempo eram completamente inaceitáveis para mim. E eu não conseguia enxergar uma saída. É claro que eu havia percorrido uma extenuante jornada em busca de um significado para minha vida. Mas o deus que eu buscava em minhas práticas ocultas era um deus fraco e distante que de fato não podia fazer muito por mim, a menos que eu fosse boa o suficiente, iluminada o suficiente, religiosa o suficiente ou inteligente o suficiente para que, de alguma forma, eu pudesse chegar até ele e provar que eu era digna. Eu tinha plena certeza de que ele tinha coisas mais importantes para fazer do que me ajudar. Quando cheguei à conclusão de que nem deus nem ninguém me ajudaria, percebi que eu teria de me virar sozinha. Era eu quem estava no controle de meu destino. Era eu quem tinha de fazer com que os outros me aceitassem. Era eu quem tinha de transformar minha vida no que ela deveria ser. O problema era que eu sabia que não conseguiria fazê-lo. Eu fora cantora e atriz de tv por cerca de oito anos e achava cada vez mais difícil me esconder por detrás de qualquer uma dessas duas ocupações por muito tempo. O vazio dentro de mim crescia num ritmo assustador, e eu me sentia extremamente fraca. Eu sabia que não levaria muito tempo até que eu rachasse como uma frágil casca de ovo. Em determinada ocasião, fui convidada para diversas sessões numa gravação para um musical de Natal. Eu estava contente com o trabalho, e cantar numa gravação era bem mais fácil do que o árduo trabalho de apresentar um programa de tv. Naquela época, as apresentações de tv eram ao vivo, então os ensaios eram bastante puxados. Era preciso ensaiar as danças, falas e músicas com perfeição para não cometer nenhum erro quando as câmaras estivessem filmando e milhões de pessoas estivessem assistindo ao programa. Quando cheguei ao estúdio para a gravação da primeira sessão, o local estava cheio de pessoas. A maioria eu não conhecia. Havia uma sensação de paz e tranqüilidade, e todos eram amigáveis, calorosos e gentis _ bem diferente do que eu estava acostumada na televisão. Comecei a me sentir bem imediatamente. Isso era incrível, pois ainda era bem cedo, o que significava que eu não tinha tido tempo o suficiente para conseguir sair de minha depressão matinal. Durante o primeiro intervalo da manhã, eu conheci outros cantores, músicos e o pessoal da equipe de gravação. Todos tinham características em comum que me chamavam muito a atenção: um senso de simplicidade, completude e propósito. Talvez alguém pergunte como eu podia identificar um senso de completude, e a única coisa que eu posso dizer é que contrastava muito com meu próprio vazio. Podia-se também perceber que eles não estavam metidos em drogas, álcool e promiscuidade. Esse era outro contraste. Minha amiga Terry era a responsável pela contratação dos cantores daquela sessão. Em trabalhos de estúdio, ela era uma das melhores cantoras de Los Angeles, e eu já havia trabalhado com ela muitas vezes. Ela sempre fazia a primeira voz; e eu, a segunda. Eu acho que ela gostava de trabalhar comigo porque eu não tentava competir com ela. Pelo contrário, eu reconhecia quanto ela era boa e tentava me adaptar o melhor possível com o que ela estava fazendo. Ela ficou ao meu lado o tempo todo durante aquela primeira sessão, pois sabia que eu não conhecia muita gente lá. Estávamos três cantando num mesmo microfone. Terry estava no meio e eu e a outra garota estávamos uma de cada lado, utilizando a mesma estante de metal para ver a música. Depois que havia terminado o primeiro intervalo e havíamos reiniciado a gravação, eu levantei os braços para ajustar o fone de ouvido. Ao descer o braço, o anel dourado que estava em minha mão bateu contra o metal da estante e fez um barulhão. Com isso, todos imediatamente pararam a gravação. Isso foi na época em que não existiam esses truques tecnológicos que os estúdios dispõem hoje em dia. Um erro desse tipo significava que teríamos de recomeçar aquela parte da música todinha novamente _ o que não era nada bom, pois havia saído perfeito até aquele instante. Eu temia que minha carreira de gravações estivesse arruinada. Normalmente, algo assim teria sido o suficiente para não me chamarem novamente para trabalhar. Não era simplesmente um erro que eu havia cometido, era o dinheiro que isso custaria aos produtores pelo tempo que tomaria ter de gravar tudo novamente. Eu me senti mal pelo acontecido e pedi mil desculpas. Eu imaginava que me olhariam torto, que me rejeitariam na hora do almoço e que telefonariam pedindo que eu não retornasse às demais sessões. Pelo contrário, as pessoas agiram como se o que havia acontecido não fosse grande coisa, como se eles ainda me valorizassem como pessoa. A única coisa que aconteceu foi que o regente educadamente pediu que, se alguém mais estivesse usando brincos ou pulseiras, os tirasse _ e todos o fizeram. Senti vontade de chorar naquele instante, não somente pelo erro que havia cometido, mas pelo amor e pela misericórdia que eles haviam demonstrado para comigo. Isso não era normal nas experiências que eu havia tido. Foi quando saímos para almoçar com um grande grupo de pessoas que eu descobri que todos ali eram cristãos, menos eu. Todos falavam de seus futuros, alguns dos quais eu julguei ser ainda mais precários que o meu. Nenhum deles, contudo, temia o futuro como eu temia. Eu temia não ter futuro. Eles sabiam que tinham futuro, pois eles entendiam que Deus tinha um plano para a vida deles. Eles diziam que, conquanto andassem segundo a vontade de Deus, o futuro estava em mãos seguras. Eu nunca havia ouvido coisa semelhante. O Deus deles era obviamente diferente dos deuses que eu estava buscando. Ele era pessoal. Ele era acolhedor. Ele tinha um plano para a vida de cada pessoa. Eu não disse nada a respeito de minha situação, pois eu não queria expor que não era cristã e possivelmente envergonhar Terry. Ela já sabia que eu não era cristã, mas eu não achava que os outros também soubessem. Agora, ao olhar para trás, eu tenho certeza de que todos sabiam. Eles provavelmente estavam tão cientes de meu sentimento de vazio quanto eu estava do sentimento de completude deles. A cada sessão eu me interessava mais pelo senso de propósito de vida que essas pessoas tinham. Eu queria tanto ter isso em minha vida, mas eu não sabia nem ao menos como começar. Para alcançar isso, eu achava que a pessoa tinha de ter nascido sob outra estrela. Contudo, eu não conseguia tirar da cabeça a idéia de que Deus tinha um plano. Será que Deus tem um plano para minha vida? Eu ficava me perguntando. Isso significaria que eu não teria de fazer as coisas acontecerem em minha vida. Mas e se o plano dele for que eu seja missionária na Sibéria? Seria melhor morrer. Como descubro o plano de Deus para minha vida? Eu pensei sobre isso no decorrer das sessões. A cada horário de almoço eu buscava conhecer mais a respeito dos cantores sem os deixar perceber o motivo de meu interesse. Eu não queria que ninguém me pressionasse a ter uma vida com propósito. Além disso, eu já estava acostumada a me sentir amargurada e me sentia mais à vontade assim. Após o último dia da última sessão, eu estava em meu carro a caminho de casa e orei a esse Deus deles sem saber se ele ao menos me escutaria: "Deus, se você tem um plano para minha vida, eu quero saber que plano é esse e o que eu preciso fazer para vivê-lo". Eu não ouvi resposta alguma. Como eu havia suspeitado, provavelmente Deus jamais ouviria alguém como eu. Prossegui com minha vida do jeito que ela estava, descendo ladeira abaixo cada vez com maior velocidade. Durante os meses que se seguiram muitas coisas aconteceram comigo, e uma delas mudou minha vida para sempre: eu conheci o Deus de que a Terry e seus amigos falavam. A simples oração que eu havia feito no carro, a um Deus que eu nem conhecia, foi respondida. Isso aconteceu trinta e um anos atrás, e agora eu sei que a vontade de Deus não é algo misterioso que apenas algumas pessoas escolhidas têm a capacidade de entender. Ela está acessível a cada um de nós, mas nós precisamos dar os passos necessários para encontrá-la. Os passos são simples, e é por esse mesmo motivo que muitas vezes não achamos necessários segui-los. Contudo, nós temos de segui-los, pois jamais seremos felizes até que entendamos e vivamos a vontade de Deus para nossa vida. Até que vivamos a vontade de Deus, nosso destino será uma vida vazia e incompleta. Saber que Deus tem um plano para você enche sua vida com propósito, de uma forma que nada mais é capaz. Tudo fica mais simples, pois não é você que precisa estar com todas as coisas sob controle e ter de fazê-las dar certo. A única coisa que precisa fazer é olhar para o Senhor, confiante de que ele está com tudo sob controle e fará dar certo. A partir dali, eu orava continuamente: "Deus, diga-me o que fazer. Mostre-me que passos dar. Guie-me ao lugar aonde preciso ir". E Deus respondeu a essas orações. Ele falou a meu coração, dizendo: "Apenas busque a minha presença. Eu farei as coisas acontecerem do jeito certo". Nos meses e anos seguintes, aprendi que a vida podia ser muito mais simples do que eu jamais havia sonhado. Não importava qual fosse minha situação no momento, bastava que eu desse os passos seguindo o que o Senhor estava me mostrando. À medida que eu fazia isso, comecei a enxergar um estilo de vida coerente, que podia compartilhar com outras pessoas. Eu podia dizer: "Dê esses passos. Se você caminhar com Deus e viver da maneira dele, não se desviará do caminho. E se acaso isso acontecer, ele o conduzirá de volta. Isso porque você está ouvindo a voz de Deus e discernirá em seu coração quando violar alguma de suas instruções". Os capítulos seguintes deste livro são os passos básicos para estabelecer um relacionamento íntimo com Deus, para construir um alicerce firme nas verdades que há nele e para aprender os princípios básicos de obediência. Todos esses são a vontade de Deus para sua vida, como está revelada em sua Palavra, e você deve segui-los, se desejar estar na vontade de Deus. Ao fim de cada capítulo estão orações curtas e uma seção chamada Ferramentas da Verdade. São versículos das Escrituras que mostram verdades de Deus para sua vida. Você pode declará-las como vontade de Deus para sua vida, e elas lhe darão segurança e confiança. Eu sugiro que você ore por si mesmo todos os dias por um mês, utilizando cada uma das vinte áreas de foco de oração que eu incluí neste livro. Ore um capítulo por dia para ter vinte dias de oração rumo ao bem-estar espiritual. Agora eu vou falar sobre cada um desses passos e como descobri sua importância para nossa vida.

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