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O Poder Transformador da Oração (Cód: 176738)

Omartian, Stormie

Mundo Cristão

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O Poder Transformador da Oração

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Descrição

O louvor é a oração que transforma tudo. Uma das coisas mais maravilhosas sobre Deus é que Ele habita no nosso louvor. Ele é um Deus amoroso que deseja estar conosco. E quando nós o adoramos, é isso que acontece. Não é maravilhoso? Quando louvamos e adoramos a Deus, Sua presença vem habitar em nosso meio. As coisas que precisam ser mudadas mudam. Sempre! Você pode contar com isso. Corações se transformam. Situações mudam. Vidas são transformadas. Mentes mudam. Atitudes mudam.Toda vez que você louva a Deus, algo muda em seu íntimo, em suas circunstâncias ou nas pessoas ou situações à sua volta. Você não pode ver tudo o que está sendo atingido, mas pode confiar que é o que está acontecendo. É impossível entrar em contato com tudo o que Deus é sem que haja mudança.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Mundo Cristão
Cód. Barras 9788573254082
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 8573254084
Profundidade 1.50 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2005
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 345
Peso 0.36 Kg
Largura 14.00 cm
AutorOmartian, Stormie

Leia um trecho

Qual é a oração que transforma tudo? Se você é como eu, não quer viver uma vida indiferente, medíocre, "sem muito sucesso", triste, solitária, sem esperança, miserável, aterrorizada, frustrada, insatisfeita, sem sentido, ineficiente ou improdutiva. Você não quer que suas circunstâncias o prendam nem quer prender às suas limitações. Você deseja levar uma vida extraordinária. Uma vida de paz, alegria, realização, esperança e propósito. Uma vida em que todas as coisas são possíveis. O tipo de vida que acabei de descrever só pode acontecer quando você passa a ter um relacionamento íntimo com Deus. Quero dizer um relacionamento realmente próximo. Há muitas pessoas que acreditam em Deus. Algumas levam a vida com uma percepção de Deus no subconsciente. Outras fazem coisas religiosas para Deus. Há ainda outras que amam a Deus e lhe servem com toda a sua capacidade, mas elas desejam algo mais em seu relacionamento com ele. Mas não são muitas as pessoas que realmente são próximas dele. Você talvez esteja pensando: Como é ser exata e verdadeiramente próximo dele? É ser próximo o bastante para conhecê-lo profundamente, para abrir-lhe sempre o coração, para poder desviar toda a atenção de si mesmo e colocá-la totalmente nele. É ser próximo o bastante para entender quem ele é de fato e então deixar que o conhecimento de Deus defina quem você é realmente. É amá-lo de todo seu coração e deixar que ele o ame da mesma forma. Você sabe o que é isso quando está apaixonado. Aquela pessoa especial ocupa todos os seus pensamentos, e é difícil concentrar-se em outras coisas. Você experimenta uma constante fonte de alegria fervendo em seu íntimo que é como se jamais pudesse secar. Você deseja aquela pessoa quando não está com ela e mal pode esperar para estar em sua presença outra vez. Estar perto dela é algo que tira seu fôlego. Você a ama tanto que às vezes isso faz seu coração doer. Você se fascina com tudo o que vê nela e procura saber tudo o que há para saber sobre ela. Você tem vontade de envolvê-la em seus braços o mais apertado possível e nunca mais soltá-la. Você deseja que sua alma e a da pessoa se entrelacem até não poder mais dizer onde termina a pessoa e começa você. E toda vez que vocês se abraçam, uma nova força e satisfação fluem para seu ser. Você se sente como se tivesse finalmente se amarrado para valer a alguém com quem sempre sonhou. Vocês se completam. Seu coração encontrou um lar. O mundo é cor-de-rosa. E tudo é maravilhoso. É maravilhoso sentir-se desse modo. É assim também que Deus quer que nos sintamos com relação a ele. O tempo todo. Quando você está apaixonado, sua vontade é de se sentir assim para sempre. Mas se fosse assim, seu coração ficaria ferido todos os dias e você nunca conseguiria fazer nada. Para que a grande intensidade de seu amor desfaleça - o que deveria acontecer ou jamais sobreviveríamos a ele -, sua profundidade deve aumentar. Ele deve ser regado, alimentado e cultivado, e tornar-se como um lindo carvalho que não pode ser abalado porque criou raízes profundas. É o que Deus quer que aconteça em seu relacionamento com ele. Não estou dizendo que seu primeiro amor por Deus precisa desaparecer. Estou dizendo que ele precisa crescer. Após essa agitação inicial - aquele fervor espiritual do início -, seu relacionamento com Deus precisa ser cultivado e aprofundado. Mas como tudo isso acontece? Como você desenvolve este tipo de amor por Deus? O que você deve fazer para que seu relacionamento cresça cada vez mais? Como você passa a ser de fato próximo dele? Uma das maneiras é ler a história de Deus. A Bíblia. Ela revela quem ele é. Mostra como ele trabalha. Fala-nos de seus desejos e planos para nossa vida. Fala de seu grande amor por nós. Outra maneira é receber seu Filho, Jesus. E então passar todos os dias, pelo resto de sua vida, tentando entender o amor tão grande que o levou, de bom grado, a entregar sua vida, padecendo uma tortura brutal e uma crucificação em uma cruz simplesmente para que você pudesse sempre ser próximo de Deus. Outra maneira é orar. Minha definição de oração é simplesmente comunicar-se com Deus. Em primeiro lugar, é um relacionamento de amor. Orar é abrir sua alma para aquele que o amou antes mesmo de você o conhecer e deixar que ele lhe fale ao coração. Quase sempre a oração torna-se uma questão complexa para as pessoas. Na realidade, parece haver tantos aspectos nela que muitas pessoas ficam intimidadas. Elas receiam não poder orar o suficiente ou de maneira suficientemente adequada, ou pelo tempo suficiente ou de modo suficientemente eloqüente. Temem que suas orações não sejam ouvidas porque elas mesmas não são boas, santas nem inteligentes o bastante. Em todos os livros que escrevi, procurei afastar esse tipo de temor e intimidação e mostrar que a oração é acessível a todos. Neste livro, eu gostaria de concentrar-me em uma forma muito importante de oração - ou comunicação com Deus - e que se resume em adoração e louvor. (Eu sei que se podem considerar adoração e louvor duas formas distintas de honrar a Deus, mas ambos estão tão interligados que vou referir-me a eles como uma única expressão.) Adorar e louvar é a forma mais pura de oração, uma vez que afasta por completo a mente e a alma de nós mesmos e as concentra em Deus. O que essa expressão comunica é puro amor, devoção, reverência, apreciação e gratidão a Deus. É exaltar a Deus pela pessoa que ele é. É comunicar nosso anseio por ele. É aproximar-se dele simplesmente pelo fato de amar estar a seu lado. Quando adoramos a Deus, estamos mais próximos dele do que jamais estaremos. Essa é a razão por que o louvor acolhe sua presença em nosso meio. Uma das coisas mais maravilhosas sobre Deus é que ele habita em nosso louvor. Ele habita nos louvores de seu povo. "Contudo, tu és santo, entronizado entre os louvores de Israel", diz a Bíblia (Sl 22:3). Quando adoramos a Deus, não é como se adorássemos a uma divindade fria e distante. Ele é um Deus amoroso que deseja estar conosco. E quando nós o adoramos, é isso que acontece. Não é maravilhoso? Que presente impressionante! Quando louvamos e adoramos a Deus, sua presença vem habitar em nosso meio. E o mais surpreendente é que, quando isso acontece, as coisas mudam. Sempre! Você pode contar com isso. Corações se transformam, situações mudam, vidas são transformadas, mentes e atitudes mudam. Toda vez que você louva a Deus, algo muda em seu íntimo, em suas circunstâncias ou nas pessoas ou situações a sua volta. Não podemos ver tudo o que está sendo atingido, mas podemos confiar que é o que está acontecendo, pois é impossível entrar na presença de Deus sem que haja mudança. A razão para isso é que você está entrando em contato com tudo o que Deus é, e isso afetará tudo o que você é. O louvor é a oração que transforma tudo. Chega de falar de você. Vamos falar de mim Quando vim para o Senhor, eu não entendia o poder que havia no louvor a Deus. Pensava que o louvor fosse algo que fazíamos em uma manhã de domingo na igreja enquanto esperávamos pelas pessoas atrasadas. Era um prelúdio para o principal evento - a pregação. Para isso estávamos ali, não? Era um pouco como servir aperitivos em um jantar enquanto esperamos por todos os convidados para servir o jantar. Depois de aceitar Jesus em minha vida, entretanto, comecei a freqüentar um novo tipo de igreja. Uma igreja onde a adoração e o louvor eram prioridades. Eu nunca havia visto nada do tipo. Quando criança, eu não era muito de ir à igreja. Só ia em ocasiões como Natal, Páscoa, funerais e em uma visita prolongada à casa de um parente, quando minha mãe deixou meu pai, em que a família ia à igreja todas as semanas! Sem dúvida, eles tinham de ir, já que o chefe da casa era o pastor. Afinal, era a atividade da família. Contudo, mesmo indo à igreja todas as semanas, nunca vi muita graça nisso. Não me lembro de nenhum momento real de adoração, exceto de um ou dois hinos. O coral cantava as músicas que haviam ali. Era bonito, mas eu sempre estava com os adultos e não entendia muito o que estava acontecendo ou sendo dito. Além disso, eu ficava com minha mãe, e ela tinha uma visão totalmente distorcida sobre Deus, igreja ou a Bíblia. Foi por isso que eu nunca quis ir além disso. Minha mãe tinha problemas mentais. Ninguém entendia na época ou sabia o que fazer sobre o assunto. E associado a esses problemas havia um estigma social, de modo que, se alguém descobrisse que você tinha um parente com uma doença mental - principalmente o pai ou a mãe -, você era suspeito a partir daquele momento e socialmente excluído. Não que todos fôssemos socialmente aceitos, em primeiro lugar. Levávamos uma vida isolada. Entretanto, as poucas pessoas que tinham algo a ver conosco teriam sido reduzidas a nada ao primeiro sinal de algo do tipo. Por isso o problema de minha mãe era encoberto. Meu pai sempre amou minha mãe, a despeito do quanto ela era mesquinha com ele. Ele não a teria internado em uma clínica, mesmo cedendo ao incentivo da própria família dela, pois sempre teve esperança de que ela "algum dia se recuperasse". Ele disse que a primeira vez que percebeu algo de errado foi em sua lua-de-mel, quando ela pensou que havia pessoas que os estavam seguindo e tentando matá-la. Por causa disso, eles não puderam ir para o hotel em que deveriam ficar. Tiveram de ir para três hotéis diferentes até que meu pai bateu o pé e disse: "É este. Vamos ficar aqui!". Sem tratamento, a doença mental de minha mãe piorou ao longo dos anos. O modo como ela me tratava quando criança era com violência e abuso, e me deixava trancada em um armário por muitas horas seguidas. Eu nunca sabia exatamente por que era colocada ali, mas achava que devia ter feito algo de fato ruim. Então, em outras vezes, ela parecia tão distante em seu próprio mundo que nem tinha consciência de que existia. Assim a vida oscilava, sem previsibilidade, de abuso físico a abandono. Conseqüentemente, cresci com sérios sentimentos de rejeição, medo, depressão, ansiedade, desesperança, dolorosa solidão e tristeza que sempre me deixavam com um nó na garganta. Era o tipo de nó que se sente quando você tem uma constante dor no coração e sempre tem de sufocar uma vida inteira de lágrimas contidas. Você as reprimiu por tanto tempo que elas se transformaram em uma torrente represada por uma barragem. Você aprende a impedir, a qualquer preço, que essa barragem se rompa porque, se isso acontecer, pode destruir tudo o que está em seu caminho. O tipo de lágrimas de que estou falando só pode ser liberado na presença do amor incondicional e da aceitação. E onde no mundo é possível encontrar isso? Que eu me lembre, meu pai nunca foi à igreja, exceto no dia de seu funeral. Minha família e eu fizemos um culto simples para ele e o sepultamos como ele havia pedido. Ele sempre dizia que seu pai nunca havia ido à igreja, mas sua mãe o obrigava a ir duas vezes no domingo e uma vez no meio da semana e ficar sentado por quatro horas seguidas em bancos duros enquanto o pregador, aos gritos, falava sobre ir para o inferno. Ele dizia que sabia que existia um Deus e que acreditava em Jesus, mas que nunca mais colocaria os pés em uma igreja enquanto vivesse. Que eu saiba, ele cumpriu sua promessa. Uma vez adulta e fora de casa, tentei de tudo para conseguir me ver livre da dor emocional que tinha no íntimo. A dor era insuportável. Peço desculpas àqueles que estão lendo este livro que me conheceram durante aqueles anos, pois é bem provável que tenha ocorrido momentos em que se perguntaram o que havia de errado comigo. Eu podia parecer normal por um tempo, mas não conseguia sustentar essa aparência. E então eu tinha um surto, me retirava de repente, me calava ou ficava distante. Tudo isso era para esconder quem eu realmente era. Tudo isso era para conter as lágrimas. Uma das maneiras que adotei para lidar com a situação foi consumir muita bebida alcoólica. Eu bebia até ficar tonta, mas não parava por aí. Precisava beber até ficar bêbada e desmaiar no sofá de alguém. Consumi drogas a ponto de quase me matar por muitas vezes. Parti para o ocultismo determinada a fazer contato com algum tipo de ser espiritual que pudesse me ajudar, pois sabia que nenhum ser humano poderia fazê-lo. Fiz contato com um ser espiritual e, seja lá o que era, morri de medo. Meu medo e depressão aumentavam cada vez mais. Explorei as religiões orientais, mas seus deuses eram cruéis, distantes e frios. Se quisesse algo cruel, distante e frio, eu poderia voltar a morar com minha mãe. Pelo menos, ela era familiar e, naquele momento, eu sabia de onde ela vinha. Aos vinte e poucos anos, eu já havia tido vários relacionamentos com homens. Entretanto, aquele velho espírito de rejeição era quem sempre dominava. Conseqüentemente, eu tratava de dispensá-los antes que eles me dispensassem. Havia vários rapazes maravilhosos, mas eles não conheciam meu verdadeiro "eu". O "eu" destroçado, ferido, triste, ansioso, desesperado, suicida. E eu jamais poderia correr o risco de deixá-los ver esse lado. Se eu quisesse lhes contar a verdade sobre minha vida e meu estado emocional, a rejeição seria certa. Por isso eu rompia o relacionamento enquanto tudo ainda estava bem. Os rapazes ficavam confusos e se perguntavam por que eu os largava sem dar nenhuma explicação. Era porque minha situação não tinha explicação. Pelo menos eu não podia explicá-la. Por causa de todos esses relacionamentos acabei por fazer dois abortos. Um nos fundos de uma casa velha e em estado precário, em Tijuana, onde o médico que o praticou me disse que, se eu morresse durante a cirurgia, ele teria de jogar meu corpo no deserto. Ele já se desculpou antes, caso isso acontecesse. O outro aborto foi no quarto de um hotel em Las Vegas, sem anestesia. Eu estava vedada e amordaçada, e outro homem, o "assistente" do médico, se deitou sobre meu corpo com todo o seu peso e pôs a mão em minha boca para que eu não me mexesse ou gritasse. Foi pior que um pesadelo, pois não havia esperança de que eu acordaria dele. Durante aqueles dois momentos, a idéia de matar uma criança nunca havia passado em minha mente. Continuar viva por mais uma semana era sempre meu único objetivo. Por fim, aos 28 anos, eu não podia mais manter essa fachada. Nada em minha vida dava certo. Eu tinha uma carreira como cantora, dançarina e atriz de televisão, mas todos os espetáculos que vinha fazendo haviam sido cancelados. Houve uma grande mudança nesse ramo em termos de diversidade musical e comédias. Isso não me causou nenhum problema, pois eu já não tinha mais vontade de cantar e nada mais tinha graça para mim. Tive um breve casamento que, segundo minhas próprias expectativas, não daria certo. E foi o que aconteceu. Minha saúde, mente e emoções definharam junto com ele. Eu não podia mais manter as aparências. Todas as minhas tentativas de encontrar uma saída para a dor não davam em nada, e eu não podia mais lutar contra os pensamentos suicidas que pugnavam todos os dias, até onde posso me lembrar. Planejei meu suicídio. Comecei a juntar soníferos e várias drogas que pegava de amigos para fazer a coisa bem-feita. Não queria acordar em um hospital, em algum lugar, depois de ter passado por uma lavagem estomacal. Não queria mais acordar. Queria me livrar da dor para sempre. Sabia que havia me tornado aquilo que minha mãe muitas vezes havia dito - um verdadeiro fracasso que nunca serviria para nada. Todas as imprecações degradantes que ela usava para me descrever resumiam o modo como eu me sentia com relação a mim mesma e à minha vida. E eu não podia mais suportar isso. Nessa época crítica, minha amiga Terry aproximou-se de mim e me falou de Jesus. Ela já havia falado de Jesus antes de um modo delicado, mas eu não ouvia. Ela foi mais insistente dessa vez porque podia ver que eu não estava bem. Estávamos cantando juntas em uma sessão de gravação quando ela me chamou durante um intervalo e falou comigo do modo mais direto possível. Ela disse que vinha orando por mim durante os últimos quatro anos em que trabalhávamos juntas na televisão. Ela me ofereceu o amor de Deus como o único meio de salvação e implorou para que eu fosse com ela conhecer seu pastor. Não foi tanto o que ela me disse, mas o amor e a preocupação que ela demonstrou enquanto falava que me convenceram a aceitar seu convite. Nós nos encontramos com o pastor Jack Hayford em um conhecido restaurante que ficava ali perto, e ele passou duas horas conversando comigo de um modo que me permitiu entender quem realmente era Jesus. Suas palavras foram convincentes. E se o que ele dizia era verdadeiro, eu queria a vida que Jesus havia prometido. Ele me deu alguns livros para ler, dentre eles o Evangelho de João, e pediu que voltássemos a nos encontrar com ele na semana seguinte. Enquanto eu lia os livros durante aquela semana, meus olhos se abriram para a verdade e a realidade do Senhor. Quando nós nos encontramos com o pastor Jack novamente, ele me perguntou se eu gostaria de receber Jesus e descobrir a vida que Deus tinha para mim. Eu disse sim, cancelei meus planos de suicídio, e ele e Terry oraram por mim. Eu não sabia ao certo em que estava me metendo, mas podia sentir a paz de Deus nessas duas pessoas, e queria o que elas tinham. Imediatamente, minha vida começou a mudar. Comecei a freqüentar a igreja do pastor Jack e, no momento em que entrei na igreja, o amor de Deus foi tão forte que me levou às lágrimas. A barragem começava a se romper. E isso não acontecia só comigo. Todos sentiam o mesmo. Os comentários que circulavam naquela época eram que você não deveria ir àquela igreja sem uma caixa de lenços de papel e um rímel à prova de água. A primeira coisa que aprendi na igreja foi a importância e o poder da adoração e do louvor. O pastor Jack conduzia a adoração, mas ele não só conduzia a música. Ele também nos ensinava a adorar a Deus e por que Deus merecia todo o louvor que lhe rendíamos. Ele nos falava sobre o quanto Deus nos amava, e de que modo poderíamos retribuir esse amor por meio de nosso louvor e adoração. A cada culto de que eu participava, a adoração transformava minha vida. Ainda que nós todos estivéssemos ali para louvar a Deus, nós éramos os únicos a ser abençoados, fortalecidos, enriquecidos, supridos e transformados. Toda vez que participava de um culto de adoração, eu era transformada. Eu ia para adorar a Deus, mas, durante o processo, Deus me transformava. Isso aconteceu há anos, mas eu me lembro como se fosse ontem. Essa é razão por que isso mudou completamente minha vida. Freqüentei aquela igreja por vinte e três anos até minha família e eu nos mudarmos para outro estado. Desde então, toda vez que visito uma igreja, a primeira coisa que procuro é aquele tipo de adoração que transforma a vida. O tipo de adoração que transforma tudo todas as vezes que você adora. O tipo de adoração que o transforma, muda sua perspectiva. Transforma sua mente, sua vida e suas condições. Que poder se esconde no louvor a Deus? Quer admitamos, quer não, ou até o reconheçamos em nós mesmos, todos seguimos, procuramos, idolatramos ou adoramos algo ou alguém. E, seja o que for, o objeto de nossa adoração vai tornar-se a principal motivação de nossa vida. Algumas pessoas adoram celebridades. Outras adoram dinheiro ou bens materiais. Algumas adoram seu emprego ou posição. Outras ainda adoram coisas como natureza, beleza, comida, hobbies, sexo, música, amigos ou diversão. Seja o que for, aquilo que adoramos influenciará nossa vida. A verdade é que nos tornamos o que ou quem adoramos (Sl 115.4-8). Quando adoramos algo, isso afeta quem nos tornamos como pessoa. Isso não significa que, se você adorar um astro do rock, vai desenvolver uma voz estridente. Significa que você está adorando algo que não tem o poder de salvá-lo de nada. Quando idolatramos e procuramos outros deuses, eles não podem nos mudar, nos transformar ou nos ajudar a encontrar nosso destino. Entretanto, quando adoramos a Deus, ele pode fazer todas essas coisas e mais. Quanto mais adoramos a Deus, mais semelhantes a ele nos tornamos. Quem ou o que você adora afeta aquilo que flui de sua vida. Quando buscamos o Senhor e o adoramos, então nós nos tornamos tudo aquilo para o qual fomos criados. Descobri que nós - a maioria das pessoas - não louvamos a Deus como deveríamos ou poderíamos. E a razão disso é que realmente não sabemos o suficiente acerca da pessoa de Deus. Não entendemos as muitas razões por que deveríamos adorá-lo. Além disso, não podemos compreender o forte impacto que o louvor que rendemos a ele tem sobre nossa própria vida. Não reconhecemos a dádiva que o louvor é para nós e, portanto, não entendemos plenamente o poder que podemos encontrar nele. É como receber Jesus. Se as pessoas entendessem quem ele realmente é e tudo o que ele fez por elas, somente o coração mais insensível hesitaria em recebê-lo em sua vida. Contudo, tantas mentiras são ditas sobre ele, e há tantos conceitos errados sobre o que ele fez e está fazendo hoje que as pessoas têm uma visão distorcida de Deus. Se verdadeiramente entendêssemos quem é Deus, nosso louvor não teria fim. Ele não poderia ser contido. De fato não sabemos adorar a Deus a menos que passemos a conhecê-lo. Podemos apreciar sua criação, mas isso não é a mesma coisa que apreciá-lo. Na realidade, quando apreciamos mais sua criação do que o próprio Deus, isso mostra que não o conhecemos. Toda vez que louvamos e adoramos a Deus, recebemos uma nova revelação de seu caráter. Entendemos mais sobre quem ele é. E quando mais sabemos quem ele é, mais queremos demonstrar nosso amor e adoração. Assim como Deus criou o homem e a mulher à sua imagem, os deuses que escolhemos adorar manifestam seus atributos no adorador. Por isso, ao decidir o que ou quem adorar, você está tomando decisões na vida acerca de seus valores, suas prioridades e o modo como levará a vida. Jack Hayford Nascemos para adorar a Deus. Mas Deus não nos criou para que fôssemos seres robóticos que lhe dizem quão maravilhoso ele é. Ele nos criou para que estivéssemos em comunhão e parceria com ele. Toda vez que louvamos a Deus pelo que ele é e por tudo o que ele tem feito, nosso louvor libera seu poder capaz de transformar nossa vida. Sua presença se manifesta para acalmar nosso coração para que ele possa ser moldado como ele bem entender. O louvor é o meio pelo qual Deus transforma nossa vida e nos capacita para fazer sua vontade e glorificá-lo. Isso é o que há de mais surpreendente no louvor a Deus. Há um dom oculto no louvor que parece fazer com que ele e a adoração a Deus sejam tão grandes para nós quanto para ele. Duvido que Deus precise ser lembrado de quem ele é, mas ele sabe que nós certamente precisamos. Deus está seguro no conhecimento de sua grandeza, perfeição e poder. Somos nós que esquecemos. Somos nós que precisamos mostrar-lhe que sabemos quem ele é. E quando estamos louvando a Deus, demonstramos tudo isso para ele. Adorar a Deus é o modo pelo qual ele pode desprender-nos de nós mesmos e impedir-nos de apegar-nos ao mundo e, com isso, começarmos a apegar-nos a ele. A intenção de Deus na adoração é restaurar-nos, encher-nos, motivar-nos, abençoar-nos e satisfazer-nos do modo que nunca imaginamos ser possível. Há certas bênçãos que ele quer nos dar que só surgem em nossa vida quando nós o adoramos. Eu nunca soube o sentido da alegria até descobri-la na adoração. Lembro-me de determinado dia em que muitas pessoas estavam adorando juntas e pudemos sentir o poder do Espírito Santo enchendo o salão. De repente, Deus rompeu a dureza de meu coração. Eu não imaginava que ele era duro até que a dureza se foi. E então senti o maravilhoso amor de Deus e a alegria do Senhor. Nunca havia conhecido isso antes. Esse sentimento existia plenamente sem depender de circunstâncias, bens materiais ou aceitação do homem. Estava ali simplesmente por causa da presença de Deus. Aquele foi o dia de minha liberdade. O dia de minha independência pessoal. A alegria não dependia de outra coisa senão de estar na presença de Deus e permitir que sua presença me inundasse com seu amor. Recebi tudo isso enquanto adorava a Deus. Nossa maior bênção vem quando tiramos o foco de nós mesmos e o colocamos inteiramente em Deus nos momentos de adoração e louvor. Não é como se nosso maravilhoso Senhor fizesse algo que tivesse tudo a ver com ele ser a coisa que mais nos abençoa quando a fazemos? O louvor torna-se o meio pelo qual Deus derrama de si mesmo sobre nossa vida. Não é algo pelo qual podemos manipular Deus para que faça. É um dom que ele dá àqueles que têm um verdadeiro coração de amor e reverência por ele. Somente aqueles que colocam Deus em primeiro lugar descobrem o poder secreto do louvor. Fazendo do louvor uma prioridade Recentemente passei pelos dois meses mais vazios, paralisantes e deprimentes. Aparentemente, era como se eu não tivesse nada com que me preocupar. Mas, por dentro, eu me sentia paralisada a ponto de não poder fazer muita coisa. E eu tinha tanta coisa para fazer. Coisas boas. Coisas que sempre quis fazer. Contudo, não conseguia fazer nada. Nunca me senti assim desde que me converti. Orava incessantemente sobre esse problema, mas não conseguia vencê-lo. Havia perdido a visão do futuro e tinha a impressão de que não a recuperaria, independentemente do quanto me esforçasse. Eu me sentia inútil, disparatada e sozinha, e, às vezes, até sem esperança. Não conseguia enxergar outro dia e era uma batalha vencer o dia-a-dia. Tinha problemas de concentração. Era impossível ter um foco. Era como se eu estivesse sendo espremida em um tornilho e então torcida como um trapo que se seca ao calor do dia. Eu me sentia presa por minhas próprias bênçãos - pelas respostas às minhas próprias orações. Queria estar em qualquer lugar menos no lugar onde estava, se, com isso, conseguisse escapar do sofrimento. E era difícil para mim estar neste lugar, pois eu tinha tantas responsabilidades e prazos que o fato de ir a algum lugar que não fosse para meu laptop teria sido um crime. Para alguns mais rígidos, certamente seria passível de punição. Quanto mais eu tentava, menos era capaz de fazer as coisas. É claro que eu orava a respeito com meus parceiros de oração e alguns amigos e familiares, mas era em vão. Nada mudava. Certa noite, fiquei tão desesperada para pôr fim a essa dolorosa indisposição que busquei a Deus mais uma vez do fundo do meu ser e clamei: "Senhor, o que há de errado comigo? O que significa isso? Estou fazendo alguma coisa errada? Dize-me o que eu deveria fazer diferente. Não consigo fazer nada. Estou simplesmente acabada? Será que trabalhei demais por muito tempo? Pensei que tu me havias instruído a fazer as coisas que estava fazendo; mas eu me sinto incapaz de fazer qualquer coisa neste exato momento. Será que me enganei com relação à tua direção? Se foi isso que aconteceu, o que devo fazer? Por favor, dize-me, Senhor. Ajuda-me a entender. Leva este fardo para que eu possa respirar livremente e voltar a pensar com clareza". Por fim, tive uma nítida impressão em meu coração que, a meu ver, era do Senhor. Era como o sol rompendo pelas nuvens após um furacão. Tudo estava calmo e tranqüilo em contraste direto com a intensidade dos momentos anteriores. Ele disse: "Simplesmente me adore". Entendi que isso não deveria servir de prelúdio para qualquer outra coisa, mas como um fim inteiramente em si mesmo. Não deveria ser só para aquele momento ou até a manhã seguinte. Eu deveria adorá-lo até que ele me dissesse o contrário. Isso era muito difícil para alguém que gostava de orar por tudo, cobrindo todas as bases e possíveis cenários. Contudo, Deus não estava dizendo que eu não poderia orar por outras pessoas e situações, mas só que eu não deveria pedir nada para mim mesma naquele momento. Minha postura em meio à minha lamentável condição deveria ser a de adoração e louvor na presença de Deus. Só isso. "Simplesmente me adore", ele disse. Não que eu não soubesse adorar a Deus em meio às difíceis situações ou jamais tivesse feito isso. Eu já havia aprendido este poderoso princípio muitos anos antes e havia feito do louvor e adoração a Deus uma prioridade em minha vida. Eu sabia como fazê-lo. Sabia por que eu o estava fazendo. Mas, desta vez, eu deveria fazê-lo como o principal fim em si mesmo. Como se nada mais viesse em seguida. "Deus, tu me estás preparando para a eternidade?", perguntei. "Esta sempre é uma verdade", ele falou ao meu espírito outra vez. "Mas não é chegada sua hora de morrer. Estou preparando seu coração para realizar a obra que tenho para você, e preciso de toda a sua atenção. Não me venha com suas listas neste momento, ainda que as coisas de que você precisa sejam importantes para mim e eu deseje que você supra em mim todas as suas necessidades. Logo haverá novamente um momento para este tipo de oração, mas, neste exato momento, você deve confiar que eu sei do que precisa. Neste momento, quero que você simplesmente me adore. Exalte o meu nome e louve-me por tudo o que eu sou. Deixe-me encher seu coração com os meus pensamentos, e não com os seus." Foi o que fiz. Eu simplesmente o adorei. Não foi fácil. Era como se eu estivesse no meio de uma terrível tempestade e os ventos da tentação, da depressão, da dor e da tormenta me dilacerassem. Às vezes eu tinha a impressão de que não sobreviveria. Temia que pudesse desabar e olhar para outro lugar, e não para Deus, em busca de alívio. Não que eu não pudesse recorrer a alguém para obter um aconselhamento pastoral ou um apoio de oração. Eu estava bem cercada de tudo isso, e havia me valido dessas opções muito mais do que, a meu ver, o tempo disponível da maioria dessas pessoas generosas em sua agenda cheia. Mas eu sabia que isso era entre mim e Deus. Ele estava fazendo algo que eu não poderia entender ou explicar para outra pessoa no momento. E eu tinha de passar por aquilo somente com ele. Eu clamava a cada dia. Muitas vezes ao longo do dia. Na verdade, clamar não é uma palavra forte o bastante. O que mais descrevia meu estado eram os gemidos inexprimíveis. Eu era continuamente ofuscada por rios de lágrimas sem fim. Mesmo quando não eram visíveis no exterior, as lágrimas fluíam no interior. Sem nenhum aviso, elas se apoderavam de mim em um instante e vinham à tona tão copiosamente que eu tinha de me desculpar no lugar onde estava ou ir para o acostamento da rua. Às vezes os soluços sufocavam tanto meu íntimo que ficava difícil respirar. Não era simplesmente algo emocional; era algo profundamente espiritual. E eu me sentia como se estivesse em uma batalha. Uma batalha por minha alma. Uma batalha por minha vida. Por minha existência. Uma batalha por meu futuro. Não era uma batalha contra Deus, mas contra o inimigo de minha alma. O inimigo que queria destruir-me e que já havia tentado isso tantas vezes e com tanto esforço em meu passado. Eu mantinha tudo isso em segredo. Não podia explicá-lo nem queria tentar. Mais uma vez eu tinha de renunciar a todos os sonhos que tinha. Havia feito isso no passado. Inúmeras vezes, na verdade. Entregava meus sonhos para Deus e os deixava morrer. Então, ele levava os sonhos que não eram dele e fazia reaparecer os que eram. A diferença agora era que esses eram os sonhos que, em minha opinião, Deus havia trazido de volta. Eram os sonhos que ele me dera, e que eu achava que cabia a mim guardá-los. Era minha alegria pensar nesses sonhos. E agora eu sofria terrivelmente para abrir mão deles. Isso dilacerava a estrutura de meu ser. Mas eu tinha de entregar tudo àquele que, por fim, determinaria se eu veria esses sonhos concretizados ou não. Resistir era inútil. Em meio a tudo isso permaneci com meu coração prostrado aos pés de meu Pai celestial, humilhada diante de seu trono e agarrada à orla de suas vestes. Eu clamava toda vez que pensava nele. Na verdade, eu clamava a cada momento que pensava em qualquer coisa, mas principalmente nele. E, sobretudo, quando pensava em tudo o que ele havia feito por mim. No modo como ele havia enviado Jesus à terra por mim. E enviado outras inúmeras pessoas também, sem dúvida, mas esta não era a questão no momento. A questão era que Deus queria que eu levasse nosso relacionamento de forma pessoal. Eu pensava que estava fazendo isso, mas ele queria mais. O que ele havia feito em minha vida até aquele momento iria ofuscar-se se comparado ao que ele queria fazer em meu coração. Deus queria reinar com tanta liberdade em meu coração a ponto de eu o deixar quebrantá-lo, surrá-lo, esfregá-lo na areia e, então, fazer algo novo. Essa é a razão por que ele queria fazer algo novo. Enfim, não só para mim e para meu bem, mas para os outros também. E eu estava disposta. Eu estava disposta! Quando Deus toma você em suas mãos, é melhor não resistir. É melhor aceitar o plano e levá-lo até o fim. A vida jamais será a mesma se você agir assim. Algo maravilhoso sempre estará faltando se você fizer o contrário. Em meio a tudo isso, passei a ver muito mais como nosso Senhor é tremendo e maravilhoso. Quão grande é a profundidade de seu amor. Quão digno de nosso louvor e adoração ele é. Vemos tão pouco de sua grandeza com nossa mente finita. Somos praticamente ingênuos em nossa abordagem com relação a Deus. Ele deseja muito mais de nós porque ele tem muito mais para nós. E quando nós o deixarmos agir, ele revelará mais de si mesmo para nós, até onde pudermos agüentar. Foram meses de todos os tipos de teste e tentação que você possa imaginar para que, um dia, a tempestade cessasse. O tornilho partiu-se. Os grilhões que estavam sobre minha vida finalmente se romperam. Recuperei minha visão. Pude pensar no futuro outra vez. E eu sabia que ele me estava preparando para algo. Quem sabe, para escrever este livro. Isso ainda está para ser visto. Mas Deus definitivamente queria que eu fizesse da adoração e do louvor uma prioridade maior em minha vida do que haviam sido antes. Durante esse tempo, aprendi muito mais sobre o poder da adoração e do louvor. Vejo que às vezes é isso tudo o que Deus quer. Às vezes a adoração precisa ser nossa única arma, junto com a Palavra de Deus, sem dúvida, pois ela lhe permite lutar o combate por nós. Deus sonda o coração de cada adorador. Ele sabe se ele é sincero, verdadeiro, honesto e puro em sua motivação. Você sabe dizer sempre quando alguém se aproxima de você agindo de modo agradável, mas será que essa pessoa tem motivos ocultos? Talvez faça meses que ela tenha telefonado para você, mas agora ela quer algo de você e tenta convencê-lo de que ela tem afeição por você para que possa conseguir o que quer. Muitos pais já viram isso em seus filhos. "Mãe, você está tão bonita. Posso comprar um videogame novo?" "Pai, você é o melhor pai do mundo. Você me empresta o carro?" Talvez seja assim que Deus se sente. Como um velhote rico ou um caça-níqueis de sorte. Certamente ele deseja que seus filhos às vezes simplesmente expressem sua afeição por ele e nada mais. Não estou dizendo que não devemos orar pedindo coisas. Isso não é bíblico, e certamente não é algo em que creio. Estou dizendo que, em nossa oração, não podemos nos esquecer de fazer do louvor e da adoração uma prioridade. Isso deveria fazer parte de toda oração. Fomos criados para adorar a Deus. Trata-se de um estado em que nossa alma encontra a verdadeira paz, descanso e propósito. No entanto, esse estado deve tornar-se uma condição do coração, um modo de vida, um padrão entrelaçado na estrutura do nosso ser. A adoração deve passar a ser algo tão constante a ponto de não mais ser uma decisão a ser tomada, pois a decisão já foi tomada. A adoração deve tornar-se um estilo de vida. Quando você fizer da adoração um estilo de vida, ela determinará a imagem na qual você será formado e em que você se tornará. Às vezes a única coisa que você fará em uma situação será louvar e adorar. Você ficará em pé e louvará a Deus enquanto os furacões da vida passam à sua volta, e verá Deus se mover em seu favor. E então você entenderá o poder oculto do louvor. Quando você entender esse conceito, ele transformará sua vida. Não é que você dirá: "Entregarei tudo o que tenho e o Senhor irá abençoá-lo", mas, em vez disso, é o Senhor que dirá: "Bendiga o meu nome, e eu irei dar-lhe tudo o que tenho". Esse é o poder que se esconde no louvor! Jack Hayford A adoração é uma escolha que fazemos. Quer adoremos, a Deus ou não, sempre é um ato de nossa própria vontade. Nossa vontade determina se fazemos de nossa adoração nossa primeira reação para com as coisas que nos acontecem - ou não nos acontecem - ou um último recurso. Se não fazemos de nossa adoração nossa primeira reação, então não podemos fazer dela um estilo de vida. E se não fizermos do louvor um estilo de vida, jamais experimentaremos tudo o que Deus tem para nós. Levando de forma pessoal Uma das coisas mais importantes que você pode fazer em sua vida é adorar com outros cristãos. Não posso enfatizar isso o bastante. Esse tipo de louvor coletivo pode conduzi-lo e levá-lo a um lugar onde você não poderia chegar sem ele. Algo acontece quando adoramos a Deus junto com outros cristãos que não acontece com a mesma intensidade quando estamos sozinhos. O louvor torna-se uma força que incendeia a mudança no mundo à sua volta. Há uma renovação, um reavivamento e um refrigério de nossa própria alma. É surpreendentemente uma transformação de vida, e quando você se deixar ser conduzido ao louvor, ele irá comover e transformar seu coração. Mas se você sempre precisa recorrer a um grupo para ser motivado, está lhe faltando um elemento importante em sua caminhada pessoal com Deus. Seu próprio espírito e alma precisam conectar-se com Deus de um modo que só é possível por meio de um louvor e adoração freqüentes e constantes. Não basta ler coisas sobre adoração, ouvir louvores de adoração ou ouvir a adoração de outras pessoas; é você quem precisa de fato adorar a Deus. É nos seus momentos pessoais de adoração que você desenvolverá um relacionamento íntimo com ele. Se você já está adorando a Deus sozinho e não sente sua presença íntima, continue a louvá-lo e a adorá-lo até que isso aconteça. Não é que você tem de se esforçar para fazer com que Deus esteja perto de você. Ele escolheu habitar em seu louvor. Mas você precisa dar-lhe tempo para derrubar as barreiras em sua alma e adentrar as paredes de seu coração para que ele possa derramar de si mesmo sobre sua vida. Deus sempre deve ser o único foco de sua adoração. Mas quando você o adorar, dons e bênçãos serão derramados por ele sobre você. Na adoração você perceberá por que foi criado. Você ouvirá Deus falar a seu coração porque ele o abrandou e o fez menos resistente. Na adoração você experimentará o amor de Deus. Ele transformará suas emoções, atitudes e padrões de pensamento. Ele derramará seu Espírito sobre você e deixará seu coração aberto para receber tudo o que ele tem para você. Ele limpará sua mente para que você possa entender melhor a Palavra dele. Ele o revigorará, renovará, enriquecerá, iluminará, curará, libertará e satisfará. Ele dará vida às áreas mortas de sua existência. Ele o envolverá com seu poder e sua alegria. Ele redimirá e transformará você e sua situação. Ele preencherá seus vazios, irá libertá-lo da escravidão, levará seus medos e dúvidas, aumentará sua fé e lhe dará paz. Ele quebrará as correntes que o prendem e irá restaurá-lo por completo. Ele o colocará acima de suas circunstâncias e limitações, e irá motivá-lo a ajudar os outros para que encontrem vida nele. Preciso falar mais alguma coisa? Nenhuma religião já foi maior do que a idéia que ela faz de Deus. A adoração é pura ou abjeta à medida que acolhe pensamentos bons ou ruins acerca de Deus... Temos a tendência, por uma lei secreta da alma, de seguir a imagem mental que fazemos de Deus Jim May A adoração é de fato uma dádiva que Deus nos dá. É o meio pelo qual encontramos nosso propósito na vida e então o vemos se cumprir de acordo com sua vontade. Na adoração não só reconhecemos Deus e quem ele é, mas começamos a entender quem somos em relação a ele. É um modo de expressar nossa total dependência de Deus e nossa submissão a ele. Contudo, para ver a concretização de tudo isso, o louvor deve passar a ser um modo de vida. Como o ar que respiramos. O rei Davi sempre falava do louvor a Deus. Ele disse: "Bendirei o Senhor em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios" (Sl 34:1). O modo pelo qual sempre mantemos o louvor em nossos lábios é permitindo que ele sempre esteja vivo em nosso coração por meio de uma contínua atitude de adoração. Deus procura verdadeiros adoradores pois, por meio deles, ele pode realizar seus propósitos aqui na terra. "Vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores" (Jo 4:23). Ele quer revelar-se a si mesmo, sua glória e seu poder para aqueles que olham para ele. "De lá, buscarás ao Senhor, teu Deus, e o acharás, quando o buscares de todo o teu coração e de toda a tua alma" (Dt 4:29). Somente quando buscarmos a Deus na adoração é que encontraremos nosso verdadeiro propósito na vida e começaremos a entender por que estamos aqui. E somente então poderemos de fato começar a ver o cumprimento desse propósito. Quando aprendi a fazer do louvor e da adoração uma prioridade, isso transformou meu ser e minha situação. Quero que isso aconteça com você também. Quero que você realmente entenda o poder oculto do louvor pois, quando você o fizer, ele se tornará a oração que transformará tudo em sua vida. O restante do livro O restante do livro está dividido em duas seções principais: o A primeira parte oferece quinze razões para louvar a Deus agora. Essas são as coisas que sempre são verdadeiras acerca de Deus. Elas nos lembram de quem ele é, independentemente do que esteja acontecendo em nossa vida. Sem dúvida, há muitas outras razões, além dessas, para louvarmos a Deus, mas essas são as razões importantes que temos a tendência de esquecer. o A segunda parte oferece quinze momentos em que o louvor é importante. Essas são as situações em nossa vida durante as quais muitas vezes nos esquecemos de louvar a Deus. Mais uma vez, há muito mais do que quinze momentos, e estou certa de que você pensará em alguns à medida que estiver lendo este livro. Quando esses exemplos tiverem um lugar de pleno entendimento em seu coração, eles mudarão seu modo de relacionar-se com Deus, dia a dia, pelo resto de sua vida.

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