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O Visconde Que Me Amava - Col. Os Bridgertons - Vol. 2 (Cód: 5022469)

Quinn, Julia; Quinn, Julia

Arqueiro

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Descrição

A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva.


Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.


Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele.


Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.


Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
Cód. Barras 9788580411973
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788580411973
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Ana Resende
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 304
Peso 0.36 Kg
Largura 16.00 cm
AutorQuinn, Julia; Quinn, Julia

Leia um trecho

CAPÍTULO 1
É claro que a questão dos libertinos já foi assunto discutido antes nesta coluna, e a autora chegou à conclusão de que há libertinos e Libertinos. Anthony Bridgerton é um Libertino. Um libertino com l minúsculo é jovem e imaturo. Ele se gaba das próprias proezas, comporta-se feito um idiota e se considera um perigo para as mulheres. Um Libertino com l maiúsculo sabe que é um perigo para as mulheres. Não se gaba das próprias proezas, pois não precisa. Sabe que homens e mulheres cochicharão a seu respeito e, na verdade, preferiria que não fizessem isso. Ele sabe quem é e o que fez. Relatos detalhados são, em sua opinião, redundantes. Não se comporta como um idiota pela simples razão de não ser um (não mais do que se espera entre os membros do sexo masculino). Tem pouca paciência para as fraquezas da sociedade e, para ser sincera, na maior parte das vezes esta autora não pode culpá-lo. E, se isso não descreve à perfeição o visconde Bridgerton, sem dúvida o solteiro mais cobiçado da temporada, esta autora aposentará a pena imediatamente. A única pergunta é: será o ano de 1814 aquele no qual ele enfim sucumbirá à encantadora felicidade do matrimônio? Esta autora acredita que... Não. Crônicas da sociedade de Lady Whistledown, 20 de abril de 1814 – Não me diga – falou Kate Sheffield, dirigindo-se a todo o aposento – que ela está escrevendo mais uma vez sobre o visconde Bridgerton. Edwina, sua meia-irmã, quatro anos mais jovem, ergueu os olhos por trás do jornal. – Como você sabe? – Você está rindo feito uma louca. Edwina gargalhou, balançando o sofá de damasco azul em que ambas se sentavam. – Viu? – falou Kate, cutucando-a no braço. – Você sempre ri quando ela escreve sobre algum solteirão censurável. Kate, porém, estava sorrindo. Não havia nada de que gostasse mais do que provocar a irmã. Com delicadeza, é claro. Mary Sheffield, mãe de Edwina e madrasta de Kate havia quase dezoito anos, ergueu os olhos do bordado e ajeitou os óculos. – De que as duas estão rindo? – Kate ficou agitada porque Lady Whistledown escreveu sobre aquele visconde libertino de novo – explicou Edwina. – Não fiquei agitada – respondeu Kate, embora ninguém estivesse prestando atenção. – Bridgerton? – perguntou Mary, distraída. Edwina assentiu. – Sim. – Ela sempre escreve sobre ele. – Acho que ela apenas gosta de escrever sobre libertinos – comentou Edwina. – É claro – retrucou Kate. – Se escrevesse sobre pessoas chatas, ninguém iria comprar o jornal. – Isso não é verdade – replicou Edwina. – Na semana passada, ela escreveu sobre nós, e Deus sabe que não somos as pessoas mais interessantes de Londres. Kate sorriu da ingenuidade da irmã. Kate e Mary podiam não ser as pessoas mais interessantes de Londres, mas Edwina, com os cabelos louros e os olhos de um azul-claro impactante, já estava sendo chamada de a Incomparável de 1814. Kate, por outro lado, com cabelos e olhos castanhos e comuns, era conhecida como “a irmã mais velha da Incomparável”. Kate imaginava que podia haver apelidos piores. Pelo menos, ninguém ainda se referira a ela como “a irmã solteirona da Incomparável”, o que estava mais próximo da verdade do que qualquer membro da família Sheffield gosta- ria de admitir. Aos 20 anos (quase 21, na verdade), Kate estava um pouquinho velha demais para aproveitar sua primeira temporada em Londres. Mas não havia opção. Os Sheffields não tinham sido ricos nem quando o pai de Kate era vivo e, desde que ele falecera, cinco anos antes, a família fora forçada a economizar com mais afinco ainda. Sem dúvida, não havia motivo para irem para um abrigo, mas deviam se preocupar com cada pennye contar cada libra. Com as dificuldades financeiras, os Sheffields só podiam arcar com uma ida a Londres. Alugar uma casa – e uma carruagem – e contratar o número mínimo de criados para a temporada era dispendioso. Não poderiam gastar tamanha quantia duas vezes. Na verdade, foi preciso economizar durante cinco anos inteiros para pagar a viagem. E se as garotas não conseguissem bons casamentos... bem, ninguém iria mandá-las para a prisão, mas elas seriam obrigadas a levar uma vidinha tranquila, de pobreza digna, em alguma encantadora casinha em Somerset. Portanto, as duas jovens se viram forçadas a debutar na sociedade no mesmo ano. Ficara decidido que a época mais sensata seria assim que Edwina completasse 17 anos e Katie estivesse para fazer 21. Mary preferiria ter esperado até que a mais nova chegasse aos 18 anos e estivesse um pouco mais madura, mas aí a mais velha teria quase 22 e, céus, quem iria querer se casar com ela? Kate deu um sorriso sem graça. Ela nem mesmo queria participar da temporada. Sempre soubera que não era o tipo que chamava a atenção da alta sociedade. Não era bonita o suficiente para superar a ausência de dote e nunca aprendera a dar sorrisos falsos, fingir delicadeza ou andar com passos suaves, e as outras garotas pareciam saber todas essas coisas desde o berço. Mesmo Edwina, que não tinha um único centímetro fora do lugar em todo o corpo, de alguma maneira sabia como se posicionar, caminhar e suspirar de modo que os homens trocassem socos apenas para ter a honra de ajudá-la a atravessar a rua. Kate, por outro lado, sempre parava bastante ereta, mas não conseguia sentar-se imóvel nem que sua vida dependesse disso e andava como se estivesse participando de uma corrida. E por que não?, era o que sempre se perguntava. Se estamos indo a algum lugar, qual seria o propósito de não chegar lá rápido? Quanto à sua estadia em Londres, ela nem gostava tanto assim da cidade. Ah, ela estava se divertindo bastante e conhecera algumas pessoas agradáveis, mas uma temporada inteira ali parecia um grande desperdício de dinheiro para uma garota que teria ficado satisfeita em permanecer no campo e encontrar um homem responsável com quem se casar. Mary, porém, jamais aceitaria isso. – Quando me casei com seu pai – dissera –, prometi amá-la e educá-la com todo o cuidado e toda a afeição que dedicaria a um filho do meu próprio sangue. Kate começara a responder com um simples “Mas...”, porém Mary continuara: – Eu tenho responsabilidade para com sua pobre mãe, que sua alma descanse em paz, e parte dessa responsabilidade é ver você casada, feliz e com uma vida tranquila. – Eu poderia ser feliz e viver com tranquilidade no campo – respondera Kate. – Existem mais homens solteiros em Londres – retrucara Mary. Depois que Edwina se juntara à conversa, insistindo que ficaria muito infeliz sem ela – e como Kate não podia suportar a ideia de ver a irmã triste –, seu destino fora selado. E ali estava, sentada em uma sala de estar meio velha, em uma casa alugada num bairro quase proeminente de Londres, e.... Estava prestes a arrancar o jornal das mãos da irmã. – Kate! – gritou Edwina, desviando os olhos do minúsculo triângulo de papel que restara entre o polegar e o indicador direito. – Eu ainda não tinha terminado! – Você estava lendo há séculos – disse Kate com um sorriso arrogante. – Além disso, quero ver o que ela tem a dizer sobre o visconde Bridgerton hoje. Os olhos de Edwina, que costumavam ser comparados a tranquilos lagos escoceses, brilharam diabolicamente. – Você está muito interessada no visconde, Kate. Há alguma coisa que não tenha nos contado? – Não seja ridícula. Eu nem conheço esse homem. E, se conhecesse, talvez corresse na direção oposta. Ele é o tipo de homem que nós duas deveríamos evitar a qualquer custo. Deve ser capaz de seduzir até um iceberg.