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O Zahir (Cód: 4265426)

Coelho, Paulo

Sextante / Gmt

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Descrição

Uma fascinante história sobre o significado e o poder do amor, e sobre a relação íntima entre a liberdade, a realização pessoal e a necessidade que cada um tem de alcançar seus objetivos.

O protagonista de 'O Zahir' é um autor de renome internacional, casado há 10 anos com Esther, uma jornalista bem-sucedida.

Um dia Esther desaparece e as autoridades decidem interrogar o marido. Todos se perguntam se ela teria sido sequestrada, assassinada, ou se simplesmente resolvera abandonar um casamento que a deixava insatisfeita. Ele não tem as respostas, mas, pouco a pouco, começa a questionar a própria existência.

Passado algum tempo, um amigo de Esther encontra o escritor e promete levá-lo até sua mulher. Os dois deixam para trás o glamour parisiense e embarcam numa viagem ao Cazaquistão.

É nesse lugar, marcado por uma história trágica e espiritualmente poderosa, que o escritor faz descobertas surpreendentes sobre si mesmo.

Mais uma vez, Paulo Coelho prova seu valor como contador de fábulas contemporâneas, mesclando histórias irresistíveis e a eterna busca por iluminação.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575428122
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788575428122
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 304
Peso 0.38 Kg
Largura 14.00 cm
AutorCoelho, Paulo

Leia um trecho

Eu sou um homem livre

Ela, Esther, correspondente de guerra recém-chegada do Iraque porque a invasão do país deve acontecer a qualquer momento, 30 anos, casada, sem filhos. Ele, um homem não identificado, aproximadamente 25 anos, moreno, traços mongóis. Os dois foram vistos pela última vez em um café na Rua Faubourg Saint-Honoré. A polícia foi informada de que já haviam se encontrado antes, embora ninguém soubesse quantas vezes: Esther sempre comentara que o homem – cuja identidade ocultava sob o nome de Mikhail – era alguém muito importante, embora jamais tenha explicado se era importante para sua carreira de jornalista ou para ela, como mulher. A polícia iniciou um inquérito formal. Foram aventadas as possibilidades de seqüestro, chantagem, seqüestro seguido de morte – o que não seria absolutamente de se estranhar, já que seu trabalho a obrigava a estar freqüentemente em contato com pessoas ligadas a células terroristas, em busca de informação. Descobriram que sua conta bancária indicava saques regulares nas semanas anteriores ao seu desaparecimento: os investigadores consideraram que isso poderia estar ligado a pagamento de informação. Não havia levado nenhuma roupa, mas, curiosamente, seu passaporte não foi encontrado. Ele, um desconhecido, muito jovem, sem nenhum registro na polícia, sem nenhuma pista que permitisse sua identificação. Ela, Esther, dois prêmios internacionais de jornalismo, 30 anos, casada.  Minha mulher

Sou colocado imediatamente sob suspeita e detido – já que me recusava a dizer meu paradeiro no dia do seu desaparecimento. Mas o carcereiro acaba de abrir a porta e dizer que sou um homem livre. Por que sou um homem livre? Porque hoje em dia todos sabem tudo de todo mundo, basta desejar a informação e ela está ali: onde o cartão de crédito foi usado, quais os lugares que frequentamos, com quem dormimos. No meu caso, foi mais fácil: uma mulher, também jornalista, amiga de minha mulher, mas divorciada – e, portanto, sem problemas em dizer que estava dormindo comigo –, se ofereceu para testemunhar a meu favor ao saber que eu tinha sido preso. Deu provas concretas de que eu estava com ela no dia e na noite do desaparecimento de Esther. Vou conversar com o inspetor-chefe, que devolve minhas coisas, pede desculpas, afirma que minha rápida detenção foi feita com base na lei, e que não poderei acusar ou processar o Estado. Explico que não tenho a menor intenção de fazer isso, sei que qualquer pessoa está sempre sob suspeita e sendo vigiadas 24 horas por dia, mesmo que não tenha cometido nenhum crime. – Você está livre – diz, repetindo as palavras do carcereiro. Pergunto: não é possível que algo realmente tenha ocorrido com minha mulher? Ela já havia comentado comigo que, por causa de sua enorme teia de contatos no submundo do terrorismo, vez por outra sentia que seus passos estavam sendo acompanhados de longe. O inspetor desconversa. Eu insisto, mas ele não me diz nada. Pergunto se ela pode viajar com seu passaporte, ele diz que sim, já que não cometeu nenhum crime: por que não poderia sair e entrar livremente no país? – Então existe a possibilidade de ela não estar mais na França? – Você acha que foi abandonado por causa da moça com quem anda dormindo? Não é da sua conta, respondo. O inspetor para um segundo, fica sério, diz que fui preso porque esse é o procedimento de rotina, mas sente muito pelo desaparecimento de minha mulher. Também é casado e, embora não goste dos meus livros (então ele sabe quem sou! Não é tão ignorante como parece!), consegue se colocar na minha situação sabe que é difícil o que estou passando. Pergunto o que devo fazer a partir de agora. Ele me dá seu cartão, pede que o informe se tenha alguma notícia – é uma cena que vejo em todo filme, não me convence, os inspetores sempre sabem mais do que contam. Pergunta-me se algum dia eu encontrara a outra pessoa que estava com Esther na última vez que foi vista. Respondo que sabia seu nome de código, mas que não o conhecera pessoalmente. Pergunta se temos problemas em casa. Digo que estamos juntos há mais de dez anos e temos todos os problemas normais de um casal – nem mais, nem menos. Pergunta, delicadamente, se conversáramos recentemente sobre divórcio, ou se minha mulher estava considerando separar-se. Respondo que esta hipótese jamais existiu, embora – e repito “como todos os casais” – tivessem algumas discussões de vez em quando. Com frequência ou de vez em quando? De vez em quando, insisto. Pergunta, mais delicadamente ainda, se ela desconfiava de meu caso com sua amiga. Digo que foi a primeira – e última vez – que dormimos juntos. Não era um caso, era na verdade uma falta deassunto, o dia estava aborrecido, não havia nada para fazer depois do almoço, o jogo da sedução é sempre algo que nos desperta para a vida e, por causa disso, terminamos na cama. – Você vai para a cama só porque o dia está aborrecido? Penso em dizer que não faz parte da investigação este tipo de pergunta, mas preciso da sua cumplicidade, talvez precise dele mais adiante – afinal, existe uma instituição invisível chamada Banco de Favores, que sempre me foi muito útil. – Às vezes isso acontece. Não há nada de interessante para fazer, a mulher está em busca de emoção, eu estou em busca de aventura e pronto. No dia seguinte, os dois fingem que não aconteceu nada e a vida segue adiante. Ele agradece, me estende a mão, diz que no seu mundo não é bem assim. Existe aborrecimento, tédio e até mesmo vontade de ir para a cama – mas as coisas são muito mais controladas, ninguém faz o que está pensando ou querendo. – Talvez com os artistas as coisas sejam mais livres – comenta. Respondo que conheço seu mundo, mas não quero agora entrar em comparações sobre as nossas diferentes opiniões a respeito da sociedade e dos seres humanos. Fico em silêncio, aguardando o próximo passo.

Avaliações

Avaliação geral: 5

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Eduardo Lima recomendou este produto.
03/08/2015

Muito bom!!!

Me identifiquei muito com esse livro. Ele conta com riquezas de detalhes o que passei um dia. Coincidência!
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