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Os Homens São Necessários ? (Cód: 1566199)

Dowd, Maureen

Nova Fronteira

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Descrição

Apesar do espaço que as mulheres conquistaram no mercado de trabalho, ainda parecem se comportar como os homens querem. Sem medo da reação que podem causar esta e outras visões polêmicas, a colunista de política no The New York Times Maureen Dowd trata dos rumos atuais da chamada guerra dos sexos no livro Os homens são necessários? Quando os sexos entram em choque. A influente jornalista, vencedora do prêmio Pulitzer pela cobertura do impeachment do presidente Bill Clinton, trata do retorno aos hábitos femininos dos anos 1950 e de como o mundo masculino incorporou as artimanhas do sexo oposto para manter o poder. Argumentando que as mulheres têm os melhores instrumentos para conquistar o mundo, Maureen defende uma nova visãdo feminismo. Em vez de se parecerem com os homens, elas devem buscar sua identidade. O conselho da jornalista não é cair na submissão para arrumar um bom casamento, mas equilibrar dedicação à vida pessoal e profissional. 'E nós governaremos o mundo. De uma forma bem masculina, claro', conclui.

Características

Peso 0.40 Kg
Produto sob encomenda Não
Editora Nova Fronteira
I.S.B.N. 8520919367
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 1.50 cm
Número de Páginas 268
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788520919361
Número da edição 1
Ano da edição 2006
País de Origem Brasil
AutorDowd, Maureen

Leia um trecho

Capítulo Um - Como colocar sia armadilha de urso de setor de casacos de vison? Minha mãe, que considerava os homens realmente necessários, me deu três livros essenciais sobre o assunto. O primeiro, quando eu tinha 13 anos, Tornando-se mulher. O segundo, quando fiz 21, 365 maneiras de preparar um hambúrguer e outras receitas com carne. O terceiro, quando eu completei 25, Como agarrar e manter um homem. Como ganhei o último numa época em que entrávamos na Era da Igualdade, deixei-o de lado, achando-o anacrônico. Afinal de contas, em algum momento da década de 1960, paquerar saiu de moda, assim como tábuas de passar, maquiagem e a idéia de que se precisava “agarrar” ou “manter” um homem. A maneira de abordar um homem, pensávamos, devia ser direta, sem jogos, artifícios ou subterfúgios. Infelizmente, a história provou que essa era uma noção equivocada. Soube disso antes mesmo da publicação de As 35 regras para conquistar o homem perfeito, em 1996, a bíblia de uma época, que encorajava a mulher a voltar aos jogos do pré-feminismo, bancando a difícil (“Limite o tempo das ligações telefônicas a dez minutos; mesmo que você seja a diretora de sua empresa, quando você estiver com o homem que ama, seja discreta e misteriosa, aja como uma dama, cruze as pernas e sorria; use meias-calças pretas e suspenda ligeiramente a saia para atiçar o sexo oposto!”). Soube disso antes que as revistas de moda ficassem repletas de anáguas, guirlandas, frufrus, echarpes de oncinha, vestidos de festa tipo anos 1950, aventaizinhos provocantes e outros recursos de sedução da mesma linha, e artigos como “O retorno da garota difícil” (“Acho muito importante que paremos de nos atirar mutuamente essas pérolas do feminismo, e que abandonemos frases como ‘Mas, então, por que não liga para ele?’”, escreveu uma colunista em Mademoiselle. “Certos homens precisam do frisson da caça.”) Soube que as coisas estavam mudando porque várias amigas solteiras me ligaram, parecendo carneirinhos, pedindo que eu emprestasse o meu exemplar do esgotado Como agarrar e manter um homem. Com uma séria e ascendente falta de machos no mercado, um fato desagradável brilhou como um farol na década de 1980: as mulheres teriam que voltar a ser gentis com os homens. Décadas depois do movimento feminista haver prometido um mundo idílico de irmandade e igualdade com os homens, tornou-se cada vez mais óbvio que muitas mulheres teriam que espanar a poeira dos velhos manuais de truques e artimanhas. Nunca chegamos a esquecer completamente como ser encantadoramente enganosas, nem como arrancarmos os olhos umas das outras na luta pelos homens. Como observou Oscar Wilde, “em assuntos de importância capital, estilo, e não sinceridade, é essencial”. A leitura obrigatória incluía o avassalador livro de Zsa Zsa Gabor, Como agarrar um homem, como manter um homem, como se livrar de um homem (“A melhor maneira de atacar um homem imediatamente é ter peitos grandes e cérebro pequeno, e deixar ambos bem à mostra.”). E o guia da Zsa Zsa de hoje, Paris Hilton: Tudo se resume a bancar a difícil. Ninguém gostaria de caviar se ele fosse barato.” É possível aprender com os grandes flertes da literatura. Scarlett O’Hara, de E o vento levou... por exemplo: “Fiquei acordada a noite toda tentando resolver qual de vocês é o mais bonito.” E Becky Sharp, de Feira das vaidades: “Mas que criatura esquisita! Como se eu ligasse para você.” E Gwendolyn Fairfax, de A importância de ser prudente: “Que olhos maravilhosamente azuis você tem! Espero que você olhe para mim assim, sempre, sobretudo quando outras pessoas estiverem por perto.” Ou, simplesmente, sigam o conselho que Alfred Hitchcock deu a Eva Marie Saint antes de ela filmar as cenas quentes no trem, em Intriga internacional: “Fale baixo. Não mexa as mãos. E olhe o tempo todo bem nos olhos de Cary Grant.” As sedutoras dos tempos modernos teriam que resgatar técnicas básicas: um risinho absurdamente adorável, uma mexida estratégica da cabeça, um ar maroto de triunfo, olhos lânguidos e um sólido conhecimento de música, desenho, caligrafia e geografia. Seria, mais uma vez, considerado sedutor sentar-se numa chaise longue, passar um lenço rendado sobre os olhos e reclamar de uma crise de vertigem primaveril. Muitas profissionais com importantes carreiras estão, secretamente, entusiasmadas com o retorno da Era dos Estratagemas Amorosos. Por mais baixo que você fale, é difícil seduzir quando se está discutindo a cotação do dólar, as taxas de juros e as flutuações do NASDA Q. Miados calorosos como os proferidos por Marilyn Monroe — “Isso soa delicioso” e “Você é tããão engraçado” — voltaram a ser réplicas perfeitas para recepções sociais. A título de serviço de utilidade pública, vou revelar seis axiomaschaves de Como agarrar e manter um homem, para mulheres que gostariam de se tornar esposas: Não faça gestos abruptos. Os homens são fascinados por objetos brilhantes e luminosos, muitos cachos, muito cabelo (na cabeça), arquinhos, laços, rendas e cores vivas. Se ele tiver uma namorada, torne-se amiga dela. O sarcasmo é perigoso. Evite-o por completo. Ele destrói a aura de doçura, feminilidade e gentileza que você deveria estar tentando cultivar ao redor de si. Evite dizer logo um não. Ao invés disso, procure posicionar-se em lugares de difícil acesso para ele. Sente-se em uma cadeira sem braços e estreita, ou mantenha um cigarro aceso entre vocês. Pense sempre em si mesma como num gato suave e misterioso. Para obter o “jeitinho felino” você tem que “ficar relaxada, dobrar levemente os joelhos, apertar o bumbum, encolher a barriga e soltar os ombros. Para a posição em pé, assuma a postura descrita acima, coloque um pé à frente e apóie o resto do seu peso sobre o outro pé. Quando começar a ficar cansada, troque a posição dos pés, mantendo o peso, sempre, sobre o pé de trás”.