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Os Sete Poderes (Cód: 2591419)

Celma,Alex Rovira

Sextante / Gmt

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Descrição

Quando éramos crianças, costumávamos ouvir histórias e aprender com elas importantes lições sobre valores nobres e virtudes importantes. Alex Rovira Celma nos ajuda a recuperar essa habilidade ao nos apresentar esta fábula sobre o autoconhecimento, a coragem e a superação.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
I.S.B.N. 9788575424193
Altura 0.00 cm
Largura 0.00 cm
Profundidade 0.00 cm
Número de Páginas 128
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788575424193
Número da edição 1
Ano da edição 2008
País de Origem Brasil
AutorCelma,Alex Rovira

Leia um trecho

PRIMEIRA PARTE O desafio I O reino de Albor Há muito tempo, quando alguns homens ainda compreendiam a linguagem dos pássaros, vivia no próspero reino de Albor um rei que era profundamente amado e respeitado por todos os seus súditos. Homem de grande força e extraordinária coragem, havia sido o único monarca capaz de defender suas belas terras dos ataques do exército liderado pelo perverso e invencível Nul, Senhor das Trevas. Centenas de reinos sucumbiram, um após o outro, ao demolidor avanço do mal, e apenas Albor, como uma ilha no oceano, escapava de seu domínio avassalador. O rei e seus soldados resistiam graças à mágica Albor, a reluzente espada que dava nome ao reino e que, mil anos antes, fora forjada com o fogo de Aur, o grande dragão branco. Ela fora concebida para armazenar e transformar em poder toda a força interior encerrada no coração de seus legítimos donos, transformando-se, assim, com o passar dos anos, na arma mais poderosa sobre a face da terra. Porém, o astucioso Nul soube esperar o momento certo para desferir o mais doloroso e demolidor dos golpes. Oculto sob uma capa negra que o tornava invisível e aproveitando-se dos festejos pelo nascimento de Jano, filho único do rei e herdeiro do trono, Nul raptou o menino na sua primeira noite de vida.Não só seqüestrou a criança, como conseguiu apoderar-se da espada mágica. O reino naufragou na tristeza e no desespero. Seu futuro anunciava-se sombrio, mais vulnerável que nunca, sem príncipe e sem a mágica Albor. Para Nul, espectro imune à ação do tempo, bastava esperar a morte do rei para tomar o último reduto que resistia à sua ambição desmedida. Mas quem adoeceu foi a rainha, que morreria anos depois, enquanto o rei envelhecia a olhos vistos. Esses tristes acontecimentos abateram tanto os homens e mulheres de Albor que eles já não percebiam a primavera nos brotos das árvores nem nas flores que cresciam nos jardins. Naturalmente, foram feitos muitos esforços vãos, desesperados, para encontrar o príncipe e recuperar a espada. Centenas de valentes cavaleiros partiram em seu encalço, até a Terra do Destino, nas fronteiras do reino com o mundo do além, pois acreditava-se que fora lá que o Senhor das Trevas havia escondido Jano e Albor. Ninguém jamais regressou. Passaram-se os anos, e os rumores tornaram-se lendas que contavam que Jano havia se transformado em escravo eterno de Nul. O rei, porém, nunca perdeu a esperança. Estava convencido de que um dia voltaria a abraçar seu filho e a brandir sua espada. Essa convicção, essa força interior, serviu para unir o reino diante do infortúnio. Os nobres e fiéis cavaleiros se empenharam para manter seu espírito firme e para proteger de novos ataques o reino e os ideais que o rei lhes havia transmitido com seu exemplo. Talvez por essa razão Nul tenha desistido da conquista. Com o passar do tempo, o rei, velho e cansado, compreendeu que lhe restavam poucas manhãs. Devia cumprir sua missão derradeira e mais importante: indicar um herdeiro, um sucessorcom a força física e moral necessárias para rechaçar o ataque devastador que Nul levaria a cabo após sua morte. Sem um líder reconhecido por todos, a derrota seria certa e o reino e toda a terra cairiam nas garras das trevas.