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Paraíba Memoria Cultural (Cód: 4045635)

Pereira,Chico

Editora Grafset

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Descrição

Um livro de amor à Paraíba
Estado da Paraíba, desde os primórdios da colonização, marca presença na formação da história nacional. É capítulo importante na História de Frei Vicente do Salvador, a primeira escrita por um brasileiro. Importância estratégica na guerra de conquista, na resistência à ocupação, como partícipe na fundação da nacionalidade e, já no século 19, nas revoluções republicanas de Pernambuco e, no século 20, na sua própria revolução, a de 30.
Economicamente, chegou a se destacar logo no primeiro século pela qualidade do pau-brasil e do açúcar de seus engenhos, pelo algodão internacionalmente ambicionado, entrando na crônica como a terceira em importância, depois das capitanias da Bahia e de Pernambuco. Essa prosperidade, decantada no livro de Ambrósio Fernandes Brandão, justifica o esplendor dos seus veios de calcário convertidos na arte monumental de suas igrejas, ainda hoje fornecendo o cimento para a cidade vertical do século 21.
Por impulso peculiar, naturalmente explicado pela vizinhança cultural com o seminário de Olinda de frades pensadores e revolucionários, convizinhada com as ideias republicanas do Aerópago de Itambé, de Arruda da Câmara, ou no século 19, pelo convívio comum dos Castro Alves, Tobias Barreto com os Maciel Pinheiro, a Paraíba ingressou no voo alto das ideias políticas, literárias e filosóficas.
A referência remota ao melhor pau de tinta e a terras de cana mais doce foi enriquecida, na luta da nacionalidade, pelo voluntarismo da espada de Vidal de Negreiros, culminando no tempo e na formação dos seus homens, com a integração às lutas libertárias de 1817, 1824 e 1848. O sonho republicano, fermentado nas vizinhanças dos dois Estados, saiu atraindo cidades do interior como Areia, Pilar, Itabaiana, onde se assentavam as lideranças do engenho, casa e capela.
Esse sonho republicano chega aos extremos da ousadia com a ação panfletária de Borges da Fonseca, que fez do seu jornal, O Repúblico, uma arma revolucionária e também seu próprio nome. O jornal o acompanhava em todas as lutas, na Paraíba, onde respondeu ao primeiro júri de imprensa, em Pernambuco, pregando a insurreição à Corte e na Capital do País, pregando a queda do Imperador Pedro I. “É incrível como um mestre-escola da Paraíba transformou-se do dia para a noite no maior panfletário do Rio” – escreve Olívio Montenegro, outro paraibano que atuou na crítica literária moderna.
Nas ideias políticas, no jornalismo, na literatura e nas artes a Paraíba contrasta com o empobrecimento que veio caracterizar, depois, a sua economia. Contraste que começa pela espontaneidade dos seus Cantadores e Violeiros, consagrados a partir de Inácio da Catingueira e que nunca terminou, como Pedro Américo na pintura, Augusto dos Anjos na poesia, Zé Lins e Zé Américo no romance, muitos que vêm se suceder com os expoentes das novas gerações, os Ariano Suassuna, os Antônio Dias, os Paulo Pontes, os Linduarte, os Zé Ramalho, valores do seu tempo e de todos os tempos.
Esta obra é um painel bem-intencionado dessas manifestações, entrando na conta desde o patrimônio paisagístico e o construído aos seus atores, incluindo aí a cultura popular.
Não é uma produção acadêmica e sim um roteiro que tem como fio condutor a própria evolução histórica da Paraíba, impondo-se como fonte o acompanhamento e a leitura de extensa bibliografia e do muito que se produziu nos últimos anos, via jornais e revistas, entre outras informações, buscando interpretar e escolher o que se impôs como registro marcante tanto do ponto de vista popular quanto do crítico.
É um livro, sobretudo, de amor à Paraíba e ao gênio ou à riqueza de talento dos seus filhos.
Gonzaga Rodrigues
Presidente da Academia Paraibana de Letras

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Editora Grafset
Cód. Barras 9788579510472
Altura 27.50 cm
I.S.B.N. 9788579510472
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Idioma Português
Número de Páginas 304
Peso 1.70 Kg
Largura 20.50 cm
AutorPereira,Chico