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Paulo Emílio no Paraíso (Cód: 111388)

Souza,José Inácio de Mello

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Descrição

PAULO EMíLIO NO PARAíSO é a biografia definitiva de Paulo Emílio Salles Gomes, o maior crítico de cinema brasileiro, cuja trajetória intelectual é uma das mais respeitadas do país. Integrante de uma memorável e culta geração, Paulo Emílio marcou de forma notável todos os que o conheceram, por sua escrita extraordinária — que encanta e esclarece ao mesmo tempo — e por sua presença. A biografia escrita por José Inácio de Mello Souza começa pela análise do Paulo Emílio adulto nas atividades políticas e intelectuais. Numa primeira parte, o autor revela como a política conduziu o jovem Paulo Emílio à prisão e, dela, para um auto-exílio na França. Com o início da II Guerra Mundial, retornou ao país, fazendo parte da geração que em 1941 fundou a revista de cultura Clima. Paulo Emílio, ao lado de jovens intelectuais como Décio de Almeida Prado e Antonio Candido, foi peça chave na concepção da revista assim como, anteriormente, na fundação do Clube de Cinema, levando para a faculdade de filosofia a melhor tradição do cineclubismo. Através da Clima, fez valer seu maior empenho e experiência no debate político, orientando pontos de vista, além de escrever seus artigos sobre cinema, contribuindo para ampliar o leque de intervenções e estudos que deu especial relevo à Clima dentro da crítica brasileira, na literatura, no teatro, nas artes plásticas e no cinema. A partir de 1946, passou dez anos na Europa, sobretudo na França, ligando-se a intelectuais de esquerda, aprofundando seus estudos de cinema e tornando-se a ponte entre uma cultura cinematográfica nacional em formação e as fontes européias. Em 1956, Paulo Emílio volta ao Brasil consciente de que a presença de um arquivo de filmes era primordial para levar os estudos do cinema no Brasil a um novo patamar, viabilizando pesquisas e a constituição de uma memória nacional. Assim, juntamente com amigos militantes na crítica, como Almeida Salles e Antonio Candido, funda a Cinemateca Brasileira. Na mesma época, publica, ainda, um livro sobre Jean Vigo, fruto de suas pesquisas na Europa. O esforço de Paulo Emílio para a valorização do cinema nacional se consolida definitivamente quando seu trabalho ganha lugar na universidade e com isso, o que se esboçara no Clube de Cinema se torna realidade. Em 1964 participa da criação do curso de cinema da Universidade de Brasília e em 1966, Antonio Candido o convida para orientar teses na USP, onde começa a lecionar história do cinema em 1968, demonstrando claro apoio aos diretores do Cinema Novo. A elevação do cinema a uma condição intelectual evidente nos ensaios publicados na época, primeiro em Clima, depois no jornal O Estado de São Paulo; a pesquisa sobre o cineasta francês Jean Vigo; a organização de manifestações cinematográficas e a sustentação da idéia da necessidade de conservação dos filmes pelos arquivos, trouxe um novo padrão de ação e pensamento, igualando o país ao que se fazia nos países ditos de primeiro mundo. Entre outras coisas, em PAULO EMíLIO NO PARAíSO, o autor procurou esclarecer uma faceta há muito soterrada e desprezada nos anos finais de Paulo Emílio, quando a figura do professor de cinema brasileiro negava, com um certo charme, o engajamento político real e permanente, desprezando o passado pioneiro de crítica ao stalinismo. Dentre os integrantes da Clima certamente Paulo Emílio era o mais capacitado a enfrentar uma carreira política. No entanto, abandonou tal vocação, alterando um destino que seria quase natural diante de seu potencial intelectual, de seu carisma puro e simples, voz poderosa, pensamentos claros e presença física marcante. Paulo Emílio morreu em 1977, deixando uma obra central sobre o cinema brasileiro: Cinema: Trajetória no subdesenvolvimento e um livro de ficção As três mulheres de três PPP’s. Desde sempre, era evidente em Paulo Emílio sua perspicácia, sua visão totalizante que lhe permitiu pensar o cinema dentro da cultura e inserir a reflexão sobre a imagem nas questões maiores do século. A pesquisa cinematográfica no Brasil e o próprio cinema nacional devem muito a Paulo Emílio e ao seu conhecimento, sensibilidade política e rara personalidade, capazes de transformar sonhos em realidades. José Inácio de Mello Souza é bacharel e História e doutor em Cinema pela ECA/USP. Desde 1987 é pesquisador da Cinemateca Brasileira.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Record
Cód. Barras 9788501064325
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 8501064327
Profundidade 2.80 cm
Acabamento Brochura
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 504
Peso 0.11 Kg
Largura 16.00 cm
AutorSouza,José Inácio de Mello