Artboard 33atençãoArtboard 18atualizarconectividadeArtboard 42boletocarrinhocartãoArtboard 45cartão SaraivacelularArtboard 42Artboard 23checkArtboard 28Artboard 17?compararcompartilharcompartilhar ativoArtboard 28Artboard 43Artboard 49Artboard 47Artboard 15Artboard 32ebookArtboard 22Artboard 5Artboard 25Artboard 1Artboard 42Artboard 11fecharfilmesArtboard 23gamesArtboard 4Artboard 9Artboard 6hqimportadosinformáticaArtboard 7Artboard 3Artboard 12Artboard 25Artboard 34Artboard 43Artboard 44curtirArtboard 24Artboard 13livrosArtboard 24Artboard 31menumúsicaArtboard 27Artboard 30Artboard 36Artboard 44outrospapelariaArtboard 17Artboard 6Artboard 27Artboard 30Artboard 29Artboard 26Artboard 2Artboard 20Artboard 35estrelaestrela ativorelógiobuscaArtboard 50Artboard 26toda saraivaArtboard 40Artboard 21Artboard 10Artboard 37usuárioArtboard 46Artboard 33Artboard 8seta

Perdão, Leonard Peacock (Cód: 5189510)

Quick, Matthew

Intrinseca

Vendido e entregue por Saraiva

Este produto está temporariamente indisponível no site, mas não se preocupe, você pode reservá-lo para retirada em uma loja física!

Reserve seu produto na loja para retirada em até 1 hora.
Ops! Este produto está temporariamente indisponível. Mas não se preocupe, nós avisamos quando ele chegar.
Ops! Este produto está temporariamente indisponível. Mas não se preocupe, nós avisamos quando ele chegar.

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

De: R$ 34,90

Por: R$ 22,90

em até 1x de R$ 22,90 sem juros
Cartão Saraiva: 1x de R$ 21,76 (-5%)

Total:

Em até 1x sem juros de


Crédito:
Boleto:
Cartão Saraiva:

Total:

Em até 1x sem juros de


Perdão, Leonard Peacock

R$22,90

Descrição

Hoje é o aniversário de Leonard Peacock. Também é o dia em que ele saiu de casa com uma arma na mochila. Porque é hoje que ele vai matar o ex-melhor amigo e depois se suicidar com a P-38 que foi do avô, a pistola do Reich. Mas antes ele quer encontrar e se despedir das quatro pessoas mais importantes de sua vida: Walt, o vizinho obcecado por filmes de Humphrey Bogart; Baback, que estuda na mesma escola que ele e é um virtuose do violino; Lauren, a garota cristã de quem ele gosta, e Herr Silverman, o professor que está agora ensinando à turma sobre o Holocausto. Encontro após encontro, conversando com cada uma dessas pessoas, o jovem ao poucos revela seus segredos, mas o relógio não para: até o fim do dia Leonard estará morto.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Intrinseca
Cód. Barras 9788580573954
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788580573954
Profundidade 1.00 cm
Tradutor Alexandre Raposo
Número da edição 1
Ano da edição 2013
País de Origem Brasil
Número de Páginas 224
Peso 0.26 Kg
Largura 16.00 cm
AutorQuick, Matthew

Leia um trecho

É engraçado ver a pistola nazista P-38 da Segunda Guerra Mundial sobre a mesa de café da manhã junto a uma tigela de mingau de aveia. É como um estranho anacronismo de utensílios steampunk. Mas, se você observar bem de perto, pouco acima da coronha, verá estampada a pequena suástica com a águia pousada no topo, o que é real pra caramba. Tiro uma foto do meu lugar à mesa com o iPhone, pensando que pode ser tanto um testemunho quanto arte moderna. Então eu rio pra cacete olhando a imagem na minitela, porque arte moderna é uma tremenda babaquice. Quer dizer, uma tigela de mingau de aveia com uma P-38 ao lado, como se fosse uma colher — esse arranjo, fotografado, pode ser arte moderna, certo? Babaquice. Mas também é engraçado. Já vi coisas piores expostas em museus de arte de verdade, como uma tela toda branca atravessada por uma única listra vermelha e fina. Certa vez contei a Herr Silverman sobre a pintura com a listra vermelha, dizendo que eu mesmo poderia ter feito aquilo, e ele respondeu com uma voz superconfiante: “Mas não fez.” Devo admitir que foi uma resposta legal e engenhosa, porque era verdade. Fez com que eu calasse a boca. Então, aqui estou eu, fazendo arte moderna antes de morrer. Talvez pendurem o meu iPhone no Museu de Arte da Filadélfia com a foto da tigela de mingau de aveia e a pistola nazista expostas. Podem chamar de Desjejum Para um Assassinato Adolescente ou algo tão ridículo e chocante quanto isso. O mundo das artes e das notícias vai adorar, aposto. Tornarão a minha obra de arte moderna instantaneamente famosa. Especialmente depois que eu matar Asher Beal e me suicidar. O valor das obras de arte sempre sobe quando o artista é associado a coisas ruins, do tipo cortar a própria orelha, como Van Gogh, ou se casar com a prima adolescente, como Poe, ou fazer seus seguidores matarem uma celebridade, como Manson, ou mandar atirarem as suas cinzas pós-suicídio de um imenso canhão, como Hunter S. Thompson, ou ser vestido de menina pela mãe, como Hemingway, ou usar um vestido feito de carne crua, como Lady Gaga, ou sofrer coisas inomináveis ao ponto de matar um colega de classe e meter uma bala na própria cabeça, como farei hoje, mais tarde. Li em Livestrong.com que “a cada 100 minutos um adolescente cometerá suicídio”. Não acredito de jeito nenhum que isso seja verdade. Por que nunca ouvimos falar desses suicídios no noticiário? Será que todos ocorrem em segredo ou em outros países? O suicídio não pode ser assim tão comum, certo? E se for... aqui estou eu imaginando estar sendo ousado e precursor em meus planos. Rá! Seguem mais provas contrárias à minha originalidade: de acordo com a Wikipédia — que certamente não é a fonte mais confiável e, neste caso, está totalmente Desatualizada.