Artboard 33 Artboard 16 Artboard 18 Artboard 15 Artboard 21 Artboard 1 Artboard 2 Artboard 5 Artboard 45 Artboard 45 Artboard 22 Artboard 9 Artboard 23 Artboard 17? Artboard 28 Artboard 43 Artboard 49 Artboard 47 Artboard 38 Artboard 32 Artboard 8 Artboard 22 Artboard 5 Artboard 25 Artboard 1 Artboard 42 Artboard 11 Artboard 41 Artboard 13 Artboard 23 Artboard 10 Artboard 4 Artboard 9 Artboard 20 Artboard 6 Artboard 11 Artboard 7 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 12 Artboard 25 Artboard 34 Artboard 39 Artboard 24 Artboard 13 Artboard 19 Artboard 7 Artboard 24 Artboard 31 Artboard 4 Artboard 14 Artboard 27 Artboard 30 Artboard 36 Artboard 44 Artboard 12 Artboard 17 Artboard 17 Artboard 6 Artboard 27 Artboard 19 Artboard 30 Artboard 29 Artboard 29 Artboard 26 Artboard 18 Artboard 2 Artboard 20 Artboard 35 Artboard 15 Artboard 14 Artboard 48 Artboard 50 Artboard 26 Artboard 16 Artboard 40 Artboard 21 Artboard 29 Artboard 10 Artboard 37 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 46 Artboard 8
e-book

POESIAS, DEVANEIOS E OUTRAS ALUCUNAÇÕES (Cód: 8847551)

Jonas R. Sanches

publique-se!

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

R$ 6,99 R$ 4,89 (-30%)
Cartão Saraiva R$ 4,89

Crédito:
Boleto:
Cartão Saraiva:

Total: R$0,00

Em até 1x sem juros de R$ 0,00


POESIAS, DEVANEIOS E OUTRAS ALUCUNAÇÕES

R$4,89

Descrição

O livro de Jonas Rogério Sanches, Poesias, devaneios e outras alucinações, reúne poemas com temas variados e prefaciá-lo foi um convite que muito me encantou. O estilo do autor é vibrante, forte, caracteriza por intertextualidade e metalinguagem. A todo o momento veem-se definições e mais definições de poesia, transportando-nos a uma outra existência, a um mundo além do Eu.

Escrever tornou-se uma tarefa prazerosa para o autor que, faz versos a todo o momento. São poemas provocantes que incitam a curiosidade do leitor e o levam à descontração e ao deleite. Navegando em mares revoltos, nas linhas da poesia do menino-verso, do poeta energético, o olhar se perde, a alma cria laços com o eterno. A alma ensolarada que nasceu com a madrugada, entre antíteses e paradoxos, apresenta-nos a dança da vida. Ouve-se a música do cosmos, as pupilas dilatam-se, nas entranhas do amor que é via incerta.

Poemas gritam no papel-texto. Ora, tais poemas fomentam constantes questionamentos, causam estranhamento como carícias insanas: delícias que brotam, sem malícias e o poeta busca o tempo em outro tempo. Trata-se do Eu para além de suas limitações.

Em busca de uma poesia pura e autêntica, a vida se entrelaça ao amor. Poesia e alegria se enredam e como ondas ferem a praia num vai e vem frenético. O corpo – casa da alma – traz novas inspirações. O olhar esquálido jaz no negrume que restou. Na imensidade das metáforas os poemas fluem e dão origem à poesia de um novo tempo.

Nos versos do poema “A só com a noite” expõe sua paixão: Solitária e nostalgicamente à noite/ adentra meus poros e minhas aspirações/ deixando um vestígio vívido de um poema/ que escorrerá dos dedos pela folha do caderno.

Em “Versos reversos de uma obra” homenageia narcisicamente o próprio trabalho com os versos: De mim, sinceros respeitos/ e meus versos em agradecimento/ pelo translúcido reconhecimento/ do trabalho ávido das minhas mãos.

“Às mães” dedicou versos de um filho apaixonado: O que seriam os filhos sem as mães?/ O que seriam as mães sem os filhos?/ Poeto então às sagradas progenitoras /que parem às dores e às alegrias; / únicas e insubstituíveis melodias/ maternas, são como o lume dos dias... A realidade, os sonhos e os devaneios de como treliça se tecem num labirinto de sentimentos.

Ao se deparar com a crônica “Pipoca” de Rubem Alves não teve dúvidas, os versos saíram automaticamente, de forma impressionante: Não vou ser como os piruás/ que se internam em cascas duras, / vou é mais ser como a pipoca/ que se transforma em flor candura.

Num mundo marcado pela cultura da imagem e pela cultura das comunicações rápidas, expor aos leitores o presente livro é um convite para adentrar no universo do homem que vivia dentro do espelho, do homem que vive em busca de si mesmo, afinal como afirmara Jean-Jacques Rousseau em Os devaneios do caminhante solitário (1782): “o conhecer-te a ti mesmo do Templo de Delfos não era uma máxima tão fácil de ser seguida”. Sendo assim, a presente obra nos conduz à transcendência imagética das palavras e o próprio poeta desenha em nossas mentes o universo de suas poesias. Carregando questionamentos sobre a condição humana, a poesia eleva o homem e o liberta de todas as paixões terrenas. Cabe ao leitor entregar-se aos devaneios do nosso poeta e desfrutar o êxtase de suas poesias eufóricas.

Características

Peso 0.00 Kg
Produto sob encomenda Sim
Marca publique-se!
Idioma 333
Acabamento e-book
Territorialidade Internacional
Formato Livro Digital Pdf
Início da Venda 19/03/2015
Código do Formato Pdf
Cód. Barras 9788591408863
Número da edição 1
Ano da edição 2015
Ano da Publicação 115
AutorJonas R. Sanches