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Private - Suspeito Nº 1 - Jack Morgan É Um Assassino? Será o Fim de Sua Agência... (Cód: 4958872)

Patterson, James

Arqueiro

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Private - Suspeito Nº 1 - Jack Morgan É Um Assassino? Será o Fim de Sua Agência...

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Descrição

A melhor agência de investigações do mundo enfrenta uma grande crise



Jack Morgan é dono da Private, uma renomada agência de investigações que tem entre seus clientes algumas das pessoas mais ricas e poderosas do mundo. Ao voltar para casa de uma viagem de negócios, ele encontra a ex-namorada morta em sua cama, com um tiro à queima-roupa. Para a polícia, Jack é o principal suspeito.



Os agentes trabalham sem descanso


A equipe de investigadores, técnicos e cientistas da Private está às voltas com o caso de um jovem astro de cinema, acusado de estuprar uma menor de idade. Ao mesmo tempo é acionada pela dona de uma rede de hotéis para investigar um misterioso assassinato em um de seus estabelecimentos. Além disso, um mafioso de Los Angeles precisa de ajuda e decide que é hora de cobrar um favor de Jack.



Resta pouco tempo para salvar a Private

Depois que Jack é preso, fica ainda mais difícil provar sua inocência e logo vários clientes começam a desistir dos serviços da agência. Para evitar a ruína total, Jack precisa enfrentar um inimigo que parece conhecê-lo melhor do que ninguém. E o perigo pode estar mais perto do que ele imagina.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
Cód. Barras 9788580411782
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788580411782
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Fernanda Abreu
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 224
Peso 0.26 Kg
Largura 16.00 cm
AutorPatterson, James

Leia um trecho

Parte Um
Não Fui Eu

Capítulo 1
O carro estava à minha espera no aeroporto de Los Angeles. Aldo tinha descido e estava em pé junto ao meio-fio, segurando um cartaz que dizia: “Bem-vindo ao lar, Sr. Morgan.” Apertei a mão dele, joguei minha bagagem no porta-malas e me acomodei no acolhedor assento de couro do banco de trás. Tinha visitado seis cidades em três dias e a viagem de volta de Estocolmo havia se transformado em um périplo de 25 horas pelo inferno da aviação comercial até chegar em casa. Eu estava um caco. – Seu pacote, Jack – disse Aldo, estendendo uma pasta por cima da divisória. Na frente estava escrito “Private”, nome da minha empresa de investigação particular. Nossa sede ficava em Los Angeles e tínhamos filiais em seis países, com clientes espalhados pelo mundo todo. Nossa clientela era exigente e pagava bem por serviços que não estavam disponíveis nas instituições públicas de segurança. Ultimamente, eu andava preocupado, achando que crescíamos depressa demais e que, se ser grande era inimigo de ser bom, então estava muito longe de ser incrível. E eu queria acima de tudo que a Private fosse incrível. Guardei os documentos da contabilidade dentro da minha própria pasta e, enquanto o carro entrava na pista de alta velocidade, saquei meu BlackBerry. O número de mensagens não lidas chegava aos três dígitos, então fui seletivo ao descer pela lista com o polegar. O primeiro e-mail era de Viviana, a beldade que viajara ao meu lado de Londres até Nova York. Ela vendia equipamentos de conferência em 3D, não exatamente uma tecnologia indispensável, mas sem dúvida interessante. Havia um torpedo de Paolo, meu chefe de segurança em Roma, que dizia: “Nosso cliente peso morto agora está apenas morto. Mando detalhes em seguida.” Despedi-me mentalmente do pagamento de 200 mil euros e passei aos torpedos da equipe americana. Justine Smith, minha confidente e braço direito na Private, tinha escrito: “Amigo, a gente precisa fazer um update. Deixei a luz da entrada acesa.” Sorri e pensei que, por mais que desejasse vê-la, queria mais ainda tomar uma ducha e cair na cama. Mandei uma resposta para Justine, em seguida abri um torpedo de Rick Del Rio. “Aquele babaca do Noccia quer te ver o mais rápido possível.” O torpedo foi como um soco na barriga. Carmine Noccia era o herdeiro de uma importante família mafiosa, chefe do ramo de Las Vegas e meu amigo por acaso, em decorrência de um acordo que eu tivera de fazer com ele seis meses antes. Nem se soubesse que nunca mais veria Carmine Noccia eu ficaria tranquilo. Digitei uma resposta malcriada, enviei para Del Rio e tornei a guardar o telefone no bolso na mesma hora em que o carro entrava no acesso para a minha casa. Peguei minha bagagem e fiquei olhando Aldo dar ré para me certificar de que nenhum carro vindo pela Pacific Coast Highway bateria nele de lado. Passei minha chave eletrônica pela leitora, cruzei o portão, pressionei o dedo no painel biométrico e entrei em meu lar, doce lar. Por meio segundo, pensei ter sentido um cheiro de rosas, mas creditei isso ao prazer de estar novamente em casa. Comecei a tirar a roupa na sala e, ao chegar ao banheiro, já estava só de cueca, que joguei no chão em frente ao boxe do chuveiro. Fiquei em pé debaixo da água quente pelo máximo de tempo que pude aguentar, depois fui até o quarto e acionei o interruptor que acendia as luzes de cada lado da cama. Passei vários instantes petrificado na soleira da porta. Não conseguia entender o que estava vendo. Aquilo não fazia sentido. Como era possível Colleen estar deitada na minha cama? O suéter dela estava empapado de sangue. Que diabo era aquilo? Uma brincadeira de mau gosto? Gritei o nome dela, depois me ajoelhei junto à cama e pressionei a mão na lateral de seu pescoço. A pele estava morna como se ela estivesse viva, mas não havia pulsação. Colleen usava uma saia na altura dos joelhos e um suéter azul aberto na frente, roupas com as quais eu já a vira antes. Seus cabelos com perfume de rosas se espalhavam em leque ao redor dos ombros e seus olhos azul-violeta estavam fechados. Segurei-a pelos ombros e a sacudi com delicadeza, mas a cabeça dela apenas pendeu de um lado para o outro. Ah, meu Deus. Não. Colleen estava morta. Como aquilo tinha acontecido pelo amor de Deus?