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Psicopedagogia em Piaget - Uma Ponte para a Educação da Liberdade (Cód: 2605379)

Maria Marta Mazaro Balestra

Ibpex

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Psicopedagogia em Piaget - Uma Ponte para a Educação da Liberdade

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Descrição

'Psicopedagogia em Piaget: Uma Ponte para a Educação da Liberdade', de Maria Marta Mazaro Balestra, traz aos profissionais da educação algumas ideias dentro das teorias do da epistemólogoepistemologia, com o objetivo de melhorar o trabalho nas escolas. A obra retrata algo partes do trabalho de Piaget que já forami expostaso em mais de 70 publicações, para que os educadores de se familiarizem e compreendam a importância dos escritos para as práticas pedagógicas. Em sete capítulos, o livro apresenta uma rápida biografia de Piaget e a sua visão a respeito da inteligência, além de como suas ideias contribuem até hoje para a psicopedagogia. O leitor, no entanto, não deve encarar o presente trabalho como um manual fechado, com indicações precisas do que deve ser feito,. mMas sim como instrumento para ampliar conhecimentos e como inspiração para compreender e explicar fenômenos pedagógicos.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Ibpex
Cód. Barras 9788599583432
Altura 16.00 cm
I.S.B.N. 9788599583432
Profundidade 2.00 cm
Número da edição 1
Ano da edição 2007
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 127
Peso 0.35 Kg
Largura 22.00 cm
AutorMaria Marta Mazaro Balestra

Leia um trecho

Capítulo 1 Neste capítulo, abordaremos alguns aspectos relevantes da vida e da obra de Jean Piaget, pois, mesmo não se considerando educador, embora tivesse por essa profissão grande respeito e entusiasmo, Piaget sempre viu a educação como a condição indispensável para o alcance da liberdade humana. A citação abaixo, proferida durante uma conferência apresentada no 28º Congresso Suíço dos Professores, em 08/07/44, deixa clara essa convicção: “É óbvio que uma educação do pensamento, da razão e da própria lógica é necessária e que é a condição primeira da educação da liberdade. Não é suficiente preencher a memória de conhecimentos úteis para se fazer homens livres: é preciso formar inteligências ativas”. Assim, esse biólogo, nascido em Neuchâtel, Suíça, em 9 de agosto de 1896, desde muito cedo revelou suas qualidades de investigador da natureza, dedicando-se ao estudo de moluscos. Seguindo um itinerário rigorosamente coerente, a par de trabalhar na natureza, Piaget passou por quase todos os domínios do conhecimento até chegar à lógica formal e à teoria da ciência. Entretanto, foi como epistemólogo – teórico voltado para a questão do conhecimento ou, ainda, para os mecanismos que produzem conhecimento – que Piaget deixou sua maior contribuição para a educação. Ou seja, buscava conhecer o “sujeito epistêmico”, o que significa dizer, o indivíduo Em sEu PRoCEsso dE ConstRução do ConhECi mEnto. A história de Piaget mostra que ele jamais pretendeu escre ver um manual por meio do qual o professor aprendesse a ensinar; foram os profissionais da educação que buscaram em sua teoria subsídios epistemológicos para melhor entender o desenvolvimento da inteligência infantil. Entre eles, podemos mencionar Saltini, destacado psicólogo, que investiga a inteligência e a afetividade no desenvolvimento infantil, e grande entusiasta das idéias piagetianas aplicadas à educação. Saltini referencia Piaget diante das questões pedagógicas educacionais, através de um acontecimento ocorrido quando de uma viagem a Genebra, em 1979, com a finalidade de convidar Jean Piaget para participar de um congresso sobre educação que seria realizado no Brasil. Na ocasião, ao ser convidado, o pesquisador genebrino teria respondido com as seguintes palavras: Não posso ir por duas razões. Primeiro porque tenho ainda muito a escrever e sinto que a minha vida está acabando. Em segundo lugar, não sou educador. Portanto não vejo por que ser convidado para um congresso sobre educação. A educação está além daquilo que faço. Posso ajudar, contribuir com algumas idéias,mas não sou educador, não posso dizer como deve se conduzir a educação que me parece algo muito complexo. Só isso dá uma clara demonstração do caráter e da seriedade de propósitos do pesquisador suíço. Contudo foi na condição de epistemólogo que Piaget pesquisou a formação das estruturas intelectuais da criança. Investigou cientificamente a criação plástica, a linguagem e as atividades lúdicas infantis. Com os dados coletados nessas pesquisas, escreveu sua grande obra, não somente em volume como também em importância. Obra essa que é composta por inúmeros livros, trabalhos, pesquisas etc. A denominação “epistemologia genética” surgiu com o fato de Piaget afirmar sempre que “Não há gênese sem estrutura, nem estrutura sem gênese”. Daí porque esse conceito está centrado nos termos epistemologia (teoria do conhecimento) e gênese (ori gem, começo, base). Compreender a gênese do conhecimento infantil era, portanto, sua meta. Embora nunca tivesse procurado usar suas experiências para fins estritamente pedagógicos. Entre as suas inúmeras produções, podemos encontrar: A Lingua gem e o Pensamento da Criança (1923), O Juízo e o Raciocínio da Criança (1924), A Representação do Mundo na Criança (1924), A Causalidade Física na Criança (1927) e O Juízo Moral na Criança (1932). Num segundo momento da sua produção teórica, Piaget escreveu: O Nascimento da Inteligência (1936), A Construção do Real na Criança (1937), A Gênese da Noção do Número (1941), O Desenvolvimento das Quantidades Físicas na Criança (1941), Classes, Relações e Números (1942) e Formação do Símbolo na Criança (1945).Nesses trabalhos, Piaget abordou os problemas relativos à formação da inteligência infantil. Os resultados das suas investigações ressaltam aquilo que consiste na verdadeira essência da sua teoria: o dEsEnvolvimEnto da EstRutuRa do RaCioCínio lógi Co da CRi ança. É importante salientar que, ao longo de sua vida, Piaget cultivou um grande sonho: o de contribuir para a formação de uma sociedade justa e igualitária. Entretanto, a concretização desse sonho passaria, sem qualquer sombra de dúvida, pela educação escolar. Sua teoria é o caminho para a realização desse sonho. Suas pesquisas em torno da formação e do desenvolvimento das estruturas mentais da criança permitiram que a prática pedagógica se adequasse melhor às condições biopsíquicas e sociais do aluno. O desenvolvimento espontâneo da criança é possível de ser diagnosticado por meio das atividades deixadas por Piaget, que oportunizam ao professor conhecer as estruturas mentais do aluno nas suas diferentes faixas etárias e, de posse dessas informações, o professor pode promover, em sala de aula, situa ções desafiadoras que motivem o crescimento intelectual do educando, como adiante será melhor explicitado.