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Salomé - o Encanto Das Mulheres Que Surgem do Céu (Cód: 7275935)

Carneiro, Sandra

Vivaluz

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Descrição

Entre o velho e o novo mundo, surge uma mulher diferente. São chegados os tempos de regeneração da Terra. Com uma narrativa intensa e contagiante, Salomé entrelaça a história de vários personagens na trama que se desdobra a partir do encontro casual entre Laila – uma adolescente do Afeganistão – e Rafaela – uma bem-sucedida jornalista brasileira. Nasce entre elas uma amizade que mudará muitas vidas. A Terra enfrenta a escassez do amor que se expressa em indiferença, violência e desatinos por toda parte. Angústia indecifrável assola em especial as mulheres, que, a despeito de tantas conquistas importantes, ainda sentem que algo lhes falta. A vida, por vezes, parece sem encanto. O romance envolve o leitor do princípio ao fim, ampliando o entendimento sobre o feminino e seu papel na edificação da nova era à luz do Espiritismo. Com o mundo novo, uma nova humanidade. Surge uma mulher diferente, que encanta pela maneira como transforma a realidade. Uma força que deixa rastros de suavidade e ternura. Uma história de mulheres em busca da felicidade.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Vivaluz
Cód. Barras 9788589202381
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788589202381
Profundidade 2.70 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2014
Idioma Português
Número de Páginas 576
Peso 0.75 Kg
Largura 16.00 cm
AutorCarneiro, Sandra

Leia um trecho

A agitação era intensa no mosteiro. Os padres iam e vinham num frenesi incontido. O jovem René limpava as escadarias com calma, tentando não se envolver no tumulto, mas sabia que algo tenebroso se aproximava da aldeia. Ele podia sentir. Apesar do esforço para se dominar, sua ansiedade crescia. As histórias que ali escutara sobre a onda de perseguições que se alastrava por toda a Europa o apavoravam. Quando o padre Erick passou apressado com papéis nas mãos, René deu um passo tímido em sua direção. – Senhor, posso lhe falar um instante? – Agora estou muito ocupado. – É bem rápido, senhor. – Está pálido, rapaz. – Pois é não me sinto bem... Será que somente hoje... poderia... – Vá logo embora, ou é capaz de desmaiar aqui e hoje não temos tempo a perder. René se ajoelhou e beijou o anel do monsenhor Erick, seu superior imediato. – Obrigado, muito obrigado. Com ar de desdém e pouco interessado no estado do rapaz, o Monsenhor respondeu com enfado: – Vá, vá logo. René ergueu-se e, ainda que temesse profundamente aquele homem, ousou perguntar: – O que está ocorrendo, senhor? Fitando-o de alto a baixo, o outro ignorou a pergunta e ordenou: – Vá embora, servo insolente, ou mandarei trancafiá-lo! O garoto engoliu em seco e saiu repetindo: – Sim senhor, sim senhor. Foi até a gigantesca cozinha do mosteiro, pegou seu casaco cheio de remendos e saiu pelo portão principal. Ficou ainda mais assustado ao constatar a presença de inúmeros homens a cavalo, certamente vindos de outras regiões; nunca os vira por aquelas paragens. Muitos eram religiosos: padres, bispos; outros eram autoridades militares, cavaleiros do rei – ele reconhecia pelas vestimentas. Todos estavam alvoroçados, inclusive os animais. Correu o mais que pôde para a vila. Correu sem olhar para trás, porém sentia que aquele bando de homens agitados, irritados, brutalizados vinha na sua direção. Chegou em casa sôfrego, arfando, sem conseguir falar. A mãe, sentada junto à janela, costurava algumas roupas e espantou-se ao vê-lo. – O que foi, René? O que houve? – Onde estão Melissa e Alice? E o pai? – Calma, filho... Venha, tome um pouco de água para se acalmar. Pressentindo o mal que se avizinhava, ele recusou: – Não dá mãe. Onde está o pai? – insistiu. – Na lavoura. – Não vai dar tempo de chamá-lo. – Por Deus, o que está acontecendo? – Onde estão as duas? – Melissa foi ao mercado, comprar algumas coisas para mim. – E Alice? – Sua irmã foi até a beira do rio buscar ervas... – Mãe, já disse que ela não pode sair por aí sozinha; menos ainda para colher ervas... – Ela já volta René. Pare com esse ciúme de sua irmã. Segurando-a pelos ombros com as duas mãos, ele a chacoalhava, a gritar descontrolado: – Eu já disse que ela não pode mais fazer isso! Aquele padre está atrás dela, você sabe! A mulher se desvencilhou e deu-lhe um tapa no rosto. – O que é? Isso são modos de tratar... Sem se importar com a ardência que o tapa lhe provocara na face, deixando a bochecha vermelha, René dirigiu-se à porta. – Eu avisei que não devia sair por aí sozinha... Vou atrás dela. Antes que pudesse abrir, fez-se ensurdecedor alarido e um tropel de cavalos adentrou o vilarejo em enorme arruaça. Fitando a mãe com desespero no olhar, René balbuciou: – Tarde demais... A porta se abriu pela força do pontapé de um dos cavaleiros, e em seguida surgiu o bispo, com ampla capa negra, segurando uma folha de papel. Sem olhar diretamente para mãe e filho, sentenciou: – Tenho ordem de sua majestade o rei Henrique para prendê-la e às suas filhas. Onde estão elas? – Mas por quê? Sem responder, ele se virou para dois cavaleiros que aguardavam à entrada e ordenou: – Prendam-na e não conversem com ela. Bruxas são ardilosas e dominadas pelo demônio; são capazes de nos enfeitiçar... – O que é isso? Sou católica, servidora de Nosso Senhor... – Cale-se ou a mato aqui mesmo! Não lhe dei permissão para falar! Está presa por ordem do rei e da Santa Madre Igreja pela prática de bruxaria. Eleonora respirou profundamente, buscando forças no âmago de seu ser. – Onde estão as suas filhas? – Não estão aqui. – Vasculhem a casa. Rapidamente os cavaleiros voltaram. – A casa está vazia. – Então levem-na e vamos à procura das outras duas. Nesta vila, são ao todo quinze. Eleonora empalideceu e olhou para o filho, que se mantinha de cabeça baixa. René se aproximou do religioso e fez menção de falar, no que foi logo interrompido. – Caso deseje destino igual ao delas, abra sua boca. Se quiser viver, fique calado e salve-se. Tomado por uma força desconhecida, René agarrou o braço do clérigo e gritou impetuoso: – Não podem agir assim! Elas não fizeram nada! Malditos! Não podem fazer isso! – Você as defende, então? Prendam-no também. Afinal, é irmão, deve entender de magia negra... Ódio e pavor transpareciam nos olhos do rapaz, que em vão tentava se desvencilhar. Foi arrastado e carregado junto com a mãe para uma grande carroça de madeira, fechada com um engradado também de madeira. Ambos foram enjaulados. Melissa apontou no final da rua. Caminhava depressa, atordoada com a movimentação dos militares e dos religiosos, que passavam por ela com rapidez e violência. Ao avistar a distância a mãe e o irmão enjaulados, escutou a voz exaltada de René. – Corra, Melissa! Fuja! A jovem, com não mais de dezesseis anos, cabelos negros e longos, arregalou os olhos e hesitou, sem saber o que fazer; antes de correr em socorro dos dois, ouviu outra vez: – Fuja agora! Salve sua vida! Largando as frutas que trazia a pedido da mãe, ela saiu correndo e se embrenhou por entre as estreitas vielas que formavam a vila.

Avaliações

Avaliação geral: 5

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Lais recomendou este produto.
17/03/2015

Romance atual e emocionante

Lindo romance, histórias de mulheres, entre o Brasil e o Afeganistão; reflexão sobre o papel das mulheres no mundo atual. Recomendo, adorei.
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