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Santa Maria do Circo (Cód: 1414071)

Toscana, David

Casa Da Palavra

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Descrição

Uma sátira que narra a construção de uma nova sociedade por artistas de circo. O deserto do México é o cenário, mas esta história poderia perfeitamente se passar em qualquer lugar onde se pretenda uma crítica social com humor impiedoso e referências ao mesmo tempo satíricas e eruditas. Nada melhor que o circo, com suas criaturas humanas e animalescas para fazer brotar a catarse do homem em analisar o essencial e o não-essencial em uma nova ordem (ou caos) social.
Santa Maria do Circo, segundo romance de Toscana lançado no Brasil, por vezes classificado como melodrama sobre anões e mulheres barbadas, é geralmente associado a novelas tipicamente latino-americanas, uma literatura no melhor estilo do 'realismo mágico'. Porém, estes rótulos são dispensados pelo autor, que adotou o que intitula de 'realismo descarado'.
Rico em referências da cultura circense no mundo - como os empresários de circo Phineas Taylor Barnum e Pablo Fanque -, Santa Maria do Circo é embebido numa espécie de 'globalização subversiva', que questiona a naturalização da ordem mundial.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Casa Da Palavra
I.S.B.N. 8577340066
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 0.00 cm
Número de Páginas 224
Idioma Português
Cód. Barras 9788577340064
Número da edição 1
Ano da edição 2006
País de Origem Brasil
AutorToscana, David

Leia um trecho

Mandrake concordou e assegurou que a única forma de tomar posse legítima do lugar era refundando-o, nomeando de novo o vilarejo, suas ruas, o olho d'água, e reiniciando sua história. Barbarela sugeriu conjecturar nomes, a maioria apelando para seus locais de origem para propor coisas como Novo Mazapil ou Nova Acaponeta […]. Finalmente, entre outros nomes pronunciados ao mesmo tempo, um deles silenciou todos numa meditação que acabou por se transformar em aprovação: Santa Maria do Circo. *** - Temos responsabilidades. Nós acabamos de fundar uma cidade e você já está pensando em se enfiar dentro de uma casa. - O que tem de mal? - protestou Natanael. - Agora mesmo eu vou me apropriar de um teto. - Todos vamos fazer isso - disse Mandrake -, depois de que saibamos quem somos. Barbarela bocejou. […] não estava com humor para as filosofias do Mandrake sobre questões de identidade depois de andar dez anos perambulando de lugar em lugar, com um apresentador sempre preparado para lembrá-la em cada número de que não era mais Angélica, como a chamaram seus pais, mas Barbarela, a mulher-barbada. - Sei perfeitamente quem sou - disse alisando a barba. - Eu também - acrescentou Mágala para não ficar calada. - Sabemos quem somos no picadeiro - disse Mandrake -, não em Santa Maria do Circo.