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Sombra e Ossos - Trilogia Grisha (Cód: 4926992)

Bardugo,Leigh

Gutenberg - Brasil

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Descrição

Alina Starkov nunca esperou muito da vida. Órfã de guerra, ela tem uma única certeza: o apoio de seu melhor amigo, Maly, e sua inconveniente paixão por ele. Cartógrafa de seu regimento militar, em uma das expedições que precisa fazer à Dobra das Sombras – uma faixa anômala de escuridão repleta dos temíveis predadores volcras –, Alina vê Maly ser atacado pelos monstros e ficar brutalmente ferido. Seu instinto a leva a protegê-lo, quando inesperadamente ela vê revelado um poder latente que nunca suspeitou ter.
A partir disso, é arrancada de seu mundo conhecido e levada da corte real para ser treinada como um dos Grishas, a elite mágica liderada pelo misterioso Darkling. Com o extraordinário poder de Alina em seu arsenal, ele acredita que poderá finalmente destruir a Dobra das Sombras.
Agora, ela terá de dominar e aprimorar seu dom especial e de algum modo adaptar-se
à sua nova vida sem Maly. Mas nesse extravagante mundo nada é o que parece. As sombrias ameaças ao reino crescem cada vez mais, assim como a atração de Alina pelo Darkling, e ela acabará descobrindo um segredo que poderá dividir seu coração – e seu mundo – em dois. E isso pode determinar sua ruína ou seu triunfo.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Gutenberg - Brasil
Cód. Barras 9788582350638
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788582350638
Profundidade 2.30 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Novello, Eric
Número da edição 2
Ano da edição 2013
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 288
Peso 0.35 Kg
Largura 14.00 cm
AutorBardugo,Leigh

Leia um trecho

Antes

Os criadores o chamavam de malenchki, fantasminhas, porque eles eram os menores e mais jovens, e porque assombravam a casa do Duque como fantasmas risonhos, entrando e saindo dos quartos, escondendo-se em armários para espiar, esgueirando-se pela cozinha para roubar o último dos pêssegos do verão. O menino e a menina tinham chegado com um intervalo de semanas entre um e outro, mais dois órfãos das guerras na fronteira, refugiados de cara suja, arrancados dos escombros de cidades distantes e trazidos para a propriedade do Duque para aprender a ler e escrever, e para aprender uma profissão. O menino era baixinho e atarracado. Tímido, mas sempre sorridente. A menina era diferente e sabia disso. Encolhida no armário da cozinha, ouvindo os adultos fofocarem, ela ouviu Ana Kuya, a governanta do Duque, dizer: “Ela é uma coisinha feiosa. Nenhuma criança deveria ter aquela aparência. Pálida e azeda como um copo de leite que fermentou”. “E tão magra!”, a cozinheira respondeu. “Nunca termina de jantar.” Agachado ao lado da menina, o menino se virou para ela e sussurrou: “Por que você não come?”. “Porque tudo o que ela faz tem gosto de lama.” “Eu acho gostoso.” “Você comeria qualquer coisa.” Eles curvaram as cabeças, encostando de novo as orelhas na fresta das portas do armário. Um momento depois, o menino sussurrou: “Eu não acho você feia”. “Shhh!”, a menina chiou. Mas oculta pelas sombras densas do armário, ela sorriu. No verão, eles aguentaram longas horas de tarefas seguidas de horas ainda mais longas de aulas em salas sufocantes. Quando o calor atingia seu pior nível, eles escapavam para as florestas para caçar ninhos de passarinhos ou nadar no riacho lamacento, ou se deitavam por horas no prado, vendo o sol passar vagaroso sobre suas cabeças, especulando onde construiriam suas fazendas leiteiras e se teriam duas ou três vacas brancas. No inverno, o Duque partiu para sua casa na cidade, em Os Alta. Conforme os dias ficaram mais curtos e mais frios, os professores foram se tornando negligentes com suas obrigações, preferindo sentar perto do fogo para jogar cartas e beber kvas. Entediadas e presas do lado de dentro, as crianças mais velhas distribuíam pancadas com mais frequência. Então o menino e a menina se escondiam nos quartos abandonados da propriedade, atuando para os ratos e tentando se manter aquecidos. No dia em que os Examinadores Grishas vieram, o menino e a menina estavam empoleirados no batente da janela de um quarto empoeirado no andar de cima, na esperança de ver a carruagem de correspondências. Em vez disso, viram um trenó, uma troica puxada por três cavalos negros, entrar na propriedade passando pelos portões de pedra branca. Eles acompanharam seu progresso silencioso pela neve até a porta da frente da casa do Duque. Três silhuetas surgiram vestindo chapéus de pele elegantes e keftas de lã pesados: um carmesim, um azul bem escuro e o outro roxo vibrante. “Grishas!”, a menina sussurrou. “Rápido!”, disse o menino. Em um instante, eles tiraram os sapatos e dispararam silenciosamente pelo corredor, deslizando pela sala de música vazia e se lançando atrás de uma coluna na galeria que dava para a sala de estar onde Ana Kuya gostava de receber as visitas. Ana Kuya já estava lá, parecendo um passarinho em seu vestido preto, servindo chá do samovar, seu chaveiro enorme tilintando na cintura. “Então esse ano só há esses dois?”, uma mulher disse em voz baixa. Eles olharam através da grade da varanda para a sala no andar de baixo. Dois dos Grishas se sentavam perto da lareira: um belo homem de azul e uma mulher de roupa vermelha, com um ar altivo e refinado. O terceiro Grisha, um jovem loiro, caminhava lentamente pelo cômodo, esticando as pernas. “Sim”, confirmou Ana Kuya. “Um menino e uma menina, os mais jovens aqui já faz um tempo. Imaginamos que ambos tenham perto de 8 anos.” “Imaginam?”, perguntou o homem de azul. “Quando os pais estão mortos...” “Nós entendemos”, disse a mulher. “Somos, é claro, grandes admiradores da sua instituição. Só gostaríamos que mais nobres prestassem atenção nas pessoas comuns.” “Nosso Duque é um grande homem”, disse Ana Kuya. No alto da varanda, o menino e a menina assentiram discretamente um para o outro. Seu benfeitor, o Duque Keramsov, era um grande herói de guerra e um amigo do povo. Ao voltar do front de batalha, transformara sua propriedade em um orfanato e uma casa para viúvas de guerra. Eles eram orientados a rezar por ele todas as noites. “E como elas são, essas crianças?”, perguntou a mulher. “A menina tem algum talento para desenhar. O menino é mais para tarefas domésticas, no pasto e com madeira.” “Mas como elas são?”, repetiu a mulher. Ana Kuya enrugou os lábios murchos. “Como eles são? São desobedientes, do contra, ligados demais um ao outro. Eles...” “Estão ouvindo cada palavra do que dizemos”, disse o jovem de roxo. O menino e a menina pularam, surpresos. Ele estava olhando diretamente para o esconderijo deles. Eles se encolheram atrás da coluna, mas era tarde demais. A voz de Ana Kuya estalou como um chicote. “Alina Starkov! Malyen Oretsev! Desçam aqui de uma vez!” Relutantes, Alina e Maly desceram pela estreita escada em espiral no final da galeria. Quando chegaram ao pé da escada, a mulher de vermelho se levantou e indicou com um gesto que se aproximassem. “Vocês sabem quem nós somos?”, ela perguntou. Seu cabelo era cinza metálico. Seu rosto enrugado, mas bonito. “Vocês são bruxos!”, Maly deixou escapar. “Bruxos?”, ela resmungou. Ela se virou para Ana Kuya. “É isso que vocês ensinam nesta escola? Superstições e mentiras?” Ana Kuya enrubesceu de vergonha. A mulher de vermelho se virou para Maly e Alina, seus olhos escuros luzindo. “Não somos bruxos. Somos praticantes da Pequena Ciência. Mantemos este país e este reino em segurança.” “Assim como o Primeiro Exército”, disse calmamente Ana Kuya, um tom inequívoco de rispidez em sua voz. A mulher de vermelho enrijeceu, mas após um momento respondeu: “Assim como o Exército do Rei”. O jovem de roxo sorriu e se ajoelhou diante das crianças. Ele disse gentilmente: “Quando as folhas mudam de cor, vocês chamam isso de mágica? E quando você corta a sua mão e ela se cura? E quando você coloca uma caçamba de água no fogo e ela ferve isso é mágica também?” Maly balançou a cabeça, os olhos arregalados. Mas Alina franziu a testa: “Qualquer um pode ferver água”. Ana Kuya suspirou, exasperada, mas a mulher de vermelho riu.