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Um Olhar de Amor - Não Há Limites, Não Há Fronteiras, Quando o Amor Está Por Trás de Cada Beijo (Cód: 4258853)

Andre,Bella

Novo Conceito

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Um Olhar de Amor - Não Há Limites, Não Há Fronteiras, Quando o Amor Está Por Trás de Cada Beijo

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Descrição

Chloe Peterson está tendo uma noite ruim. Uma noite realmente ruim. O machucado grande em sua bochecha pode provar isso. E quando seu carro patina para fora da estrada molhada em direção a uma vala, ela está convencida de que até o cara maravilhoso que a salvou do meio da tempestade deve ser muito bom para ser verdade. Ou ele é mesmo? Por ser um fotógrafo de sucesso que viaja frequentemente pelo mundo, Chase Sullivan tem seu jeito com mulheres bonitas, e quando ele está em casa, em São Francisco, um de seus sete irmãos normalmente está acordado para começar um pouco de diversão. Chase acha que sua vida é ótima do jeito que está — até a noite que encontra Chloe e seu carro destruído na rodovia Napa Valley. Não apenas nunca tinha conhecido alguém tão adorável, por dentro e por fora, mas como também percebe que ela tem problemas maiores do que seu carro batido. Logo, ele será capaz de mover montanhas por amor — e proteção — a ela, mas ela deixará? Chloe prometeu nunca cometer o erro de confiar em um homem novamente. Mas a cada olhar que Chase lança a ela — e a cada carinho doce e pecaminoso — conforme a atração entre eles sai faísca e esquenta, ela não pode fazer nada a não ser se perguntar se encontrou a única exceção. E apesar de Chase não perceber que sua vida mudaria para sempre em um instante, para melhor, ele não é o único a querer lutar por essa mudança. Ao contrário, ele está se preparando para uma luta... pelo coração de Chloe.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Novo Conceito
Cód. Barras 9788581631158
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788581631158
Profundidade 1.70 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 256
Peso 0.36 Kg
Largura 16.00 cm
AutorAndre,Bella

Leia um trecho

Era bom estar na estrada. É claro, pensou Chase Sullivan, que os limpadores de para-brisa mal faziam diferença sob a forte chuva daquela estranha tempestade de final de maio, mas já havia passado da hora de ele sair da festa de 70 anos da mãe.Todos os oito irmãos e irmãs juntos sob o mesmo teto eram sinônimo de muitasrisadas, várias provocações... e pelo menos umas duas discussões sérias. Também não ajudara nem um pouco o fato de a acompanhante de Zach ter saído com Gabe alguns meses antes.Junte seis irmãos com idades entre 27 e 36 e com certeza haverá confusão.Porém, como estava claro que nenhum dos dois irmãos queria um relacionamento sério com a garota, não havia chance de eles se baterem por qualquer outro motivo que não fosse descarregar um pouco de energia com uns socos. Além disso, assim que Smith apareceu, a moça ficou tão admirada que não deu atenção para mais ninguém. Chase sempre ria da maneira como as pessoas perdiam o controle com a presença do irmão que era astro do cinema. Smith era tão normal quanto todos os outros. Bem, talvez ter um iate de 45 metros frequentado por estrelas não fosse exatamente normal.De qualquer forma, o motivo de a festa estar à beira de uma implosão era que suas irmãs gêmeas não estavam se falando. E elas não precisavam dizer uma palavra, bastava ver os olhares maldosos que uma lançava para a outra de cada lado da sala. Havia muito tempo, ele apelidara Lori e Sophie de Mazinha e Boazinha. Se não fosse pelo fato de serem cópias idênticas fisicamente, Chase não acreditaria que faziam parte da mesma família. O estranho tinha sido que dessa vez na festa, Boazinha era quem parecia querer matar Mazinha. Se não estava enganado, Lori chegara até a se esconder de Sophie certa hora. Ainda bem que tinha um motivo para sair de lá antes de elas começarem a puxar os cabelos uma da outra, Chase pensou ao fazer uma curva na estrada cada vez mais estreita que levava ao vinhedo Sullivan, na região vinícola de Napa Valley. Pelos quatro dias seguintes, faria uma sessão de fotos no vinhedo do irmão para a Jeanne Annie, uma marca de roupas que vinha crescendo rapidamente e combinava a alta costura com o estilo caseiro. As modelos e a equipe ficariam na cidade, mas Chase iria para a casa de hóspedes de Marcus. Um raio iluminou o céu e, se houvesse acostamento suficiente na estrada, Chase teria parado para tomar um pouco de chuva. Ele adorava a chuva. O tempo fechado mudava a aparência do mundo, podia transformar um campo comum em um charco com milhares de pássaros em um pit stop improvisado. O clima que deixava a maioria dos fotógrafos em desespero — principalmente se dependiam do pôr do sol perfeito para arrasar nas fotos — era exatamente o que lhe dava energia. Era naqueles momentos, quando todo mundo estava com frio e nada “dava certo”, que a mágica acontecia. As modelos enfim baixavam a guarda e o deixavam enxergar para além da beleza maquiada e ver quem elas realmente eram. Chase acreditava que era preciso existir uma verdadeira ligação emocional com a câmera para que a beleza real, emoldurada pelas roupas ou joias ou sapatos que as modelos usavam, aparecesse. É claro que, no começo da carreira, estar cercado de tanta beleza física fez de Chase um conquistador como todos os outros homens heterossexuais do mercado. No início, tinha sido um dos bônus do trabalho, mas, quando chegara aos 20 e tantos anos e percebera que o gosto da noite não durava muito, enquanto suas fotografias seriam eternas, Chase diminuiu um pouco o ritmo. Por causa de suas viagens recentes de ida e volta da Ásia e também por não ter encontrado ninguém que o animasse, acabou mantendo a abstinência por cerca de um mês. Estava planejando sair do período de seca naquela noite com Ellen, uma das principais gerentes de Marcus, que Chase vira brevemente enquanto definia os detalhes para a sessão de fotos. Uma noite de diversão e nudez sem compromisso era exatamente o remédio de que precisava. A ansiedade quase o impediu de notar a luz trêmula à direita da estrada. Nos últimos trinta minutos, não havia passado por nenhum carro, pois, em uma noite como aquela, a maioria dos californianos lúcidos, que não tinham ideia de como dirigir com segurança com o clima ruim, ficava em casa. Chase diminuiu a velocidade e acendeu os faróis altos para enxergar melhor com tanta chuva. Não apenas havia um carro na vala, como uma pessoa caminhando sozinha no canto da estrada cerca de 90 metros àfrente. Ela provavelmente ouviu o carro se aproximar e virou-se para olhá-lo, e Chase pôde ver o movimento dos longos cabelos molhados em torno dos ombros da moça sob a luz dos faróis.Enquanto se perguntava por que ela não estava sentada dentro do carro, seca e aquecida, ligando para o serviço de emergência da estrada e aguardando pelo socorro, ele parou o carro no canto da pista e saiu para tentar ajudá-la. Ela tremia enquanto o observava se aproximar. — Você está ferida? Ela cobriu um lado do rosto com uma das mãos, mas balançou a cabeça. — Não. Ele teve de se aproximar mais para escutá-la com o barulho da água que atingia o asfalto e rapidamente estava se transformando em granizo. Embora tivesse desligado os faróis, já que seus olhos logo se acostumaram à escuridão, conseguiu observar com atenção o rosto dela. Chase sentiu um aperto no peito. Apesar dos longos cabelos colados ao rosto e ao peito, e “rato molhado” fosse uma boa expressão para descrever-lhe a aparência, a beleza da mulher o impressionou.Em um instante, seus olhos de fotógrafo analisaram os traços dela. A boca era um pouco grande demais; os olhos, um pouco separados no rosto. Ela não chegava nem perto da magreza das modelos, mas, pela maneira como a camiseta e o jeans colavam em sua pele, ele pôde perceber que ela aproveitava bem suas tentadoras curvas. No escuro, não podia adivinhar-lhe a cor exata dos cabelos, mas pareciam de seda, perfeitamente macios e lisos no ponto em que lhe cobriam os seios. Foi apenas quando Chase a ouviu dizer “meu carro está bem danificado, no entanto” que ele percebeu que perdera por completo a ideia do que pretendia fazer ao estacionar e ir ao encontro dela. Como sabia que estivera bebendo a imagem daquela mulher como se morresse de sede, esforçou-se para recuperar o equilíbrio. Já podia ver que o carro dela levara a pior. Não era necessário um mecânico como seu irmão Zach para concluir que o horroroso carro hatch estava beirando a perda total. Mesmo se o para-choque dianteiro não estivesse quase aos pedaços por ter batido na cerca branca de uma fazenda, os pneus carecas nunca conseguiriam tração na lama. Não naquela noite, de qualquer forma. Se o veículo estivesse em uma situação menos precária, ele provavelmente diria para ela permanecer dentro dele enquanto tentaria tirá-lo de lá. Porém, um dos pneus traseiros estava pendurado na borda da vala. Chase fez um movimento com o polegar na direção de seu automóvel. — Entre no meu carro. Podemos esperar lá por um guincho. Teve a vaga sensação de que as palavras soaram como uma ordem, mas o granizo começava a machucar, maldição! Os dois precisavam sair da chuva antes que congelassem.Porém, a mulher não se mexeu. Em vez disso, lançou-lhe um olhar que parecia dizer que ele era completamente maluco. — Não vou entrar no seu carro. Ao perceber o quanto devia ser assustador, para uma mulher, ficar presa e sozinha no meio de uma estrada escura, Chase afastou-se um pouco dela. Tinha de falar alto para ela ouvi-lo em meio ao granizo. — Não vou atacá-la. Juro que não farei nada para machucá-la. Ela só faltou se encolher ao ouvir a palavra “atacá-la” e Chase ficou alerta. Ele nunca fora um ímã para mulheres problemáticas, não era o tipo de homem que gostava de salvar passarinhos feridos. Porém, como tinha vivido com duas irmãs por muito tempo, sempre podia adivinhar quando alguma coisa estava errada. E alguma coisa com certeza estava errada com aquela mulher, além do fato de o carro dela estar praticamente preso em uma vala lamacenta. Como queria fazê-la se sentir segura, ele ergueu as mãos. — Juro pela alma do meu pai que não vou machucá-la. Pode entrar no meu carro. Ela não recusou imediatamente e ele aproveitou essa vantagem, acrescentando — Quero apenas ajudá-la. E ele queria mesmo. Queria mais do que seria normal com uma desconhecida. — Por favor — insistiu. — Deixe-me ajudá-la. Ela o observou por bastante tempo. O granizo caía entre eles, ao redor deles, sobre eles. Chase percebeu que prendia a respiração, esperando a decisão dela. Não deveria se importar com o que ela fizesse. No entanto, por algum estranho motivo, ele se importava.